{"id":1519,"date":"2026-09-09T08:30:14","date_gmt":"2026-09-09T11:30:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/?post_type=noticias&#038;p=1519"},"modified":"2026-09-09T08:30:14","modified_gmt":"2026-09-09T11:30:14","slug":"petroleo-bancos-auvp11-lideranca-etfs-fatoriais","status":"publish","type":"noticias","link":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/en\/noticias\/petroleo-bancos-auvp11-lideranca-etfs-fatoriais\/","title":{"rendered":"Petr\u00f3leo e bancos colocam AUVP11 na lideran\u00e7a dos ETFs fatoriais"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_1521\" style=\"width: 666px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1521\" class=\" wp-image-1521\" src=\"http:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-1384898200-612x612-1.jpg\" alt=\"etf-maiores-altas-auvp-petroleo\" width=\"656\" height=\"369\" srcset=\"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-1384898200-612x612-1.jpg 612w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-1384898200-612x612-1-300x169.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 656px) 100vw, 656px\" \/><p id=\"caption-attachment-1521\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9ditos: iStock<\/p><\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os ETFs fatoriais de a\u00e7\u00f5es brasileiras acompanharam a valoriza\u00e7\u00e3o ampla da Bolsa. AUVP11 avan\u00e7ou 1,60%, HIGH11 ganhou 1,49% e DIVO11 subiu 1,45%. BVBR11, BMMT11, LVOL11 e NSDV11 tamb\u00e9m superaram 1%, enquanto QLBR11 encerrou o preg\u00e3o com alta de 0,58%.<\/p>\n<p>O Ibovespa ganhou 1,20%, aos 187.367 pontos, depois de alcan\u00e7ar 189.488 pontos na m\u00e1xima. Apenas 11 dos 76 componentes terminaram no campo negativo. O d\u00f3lar caiu 0,86%, para cerca de R$ 5,09, e os juros futuros recuaram ao longo da curva.<\/p>\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o foi sustentada pelo avan\u00e7o das blue chips e pela redu\u00e7\u00e3o do pr\u00eamio de risco dom\u00e9stico. Vale subia 2,15% durante a sess\u00e3o, enquanto PETR4 avan\u00e7ava 1,63% e PETR3, 1,46%. Entre os bancos, Ita\u00fa ganhava 2,39%, Banco do Brasil subia 1,69% e Bradesco avan\u00e7ava 1,68%.<\/p>\n<p>O petr\u00f3leo acrescentou outro vetor de alta. O Brent fechou com ganho de 0,95%, a US$ 97,92, depois de atingir US$ 99,45. O WTI avan\u00e7ou 1,69%, para US$ 93,03, com o aumento dos riscos de oferta no Oriente M\u00e9dio.<\/p>\n<h2>AUVP11 (BTG Asset):<span style=\"color: #00db77\"> +1,60%<\/span><\/h2>\n<p>O AUVP11 liderou com uma carteira concentrada nos dois principais vetores do preg\u00e3o: petr\u00f3leo e bancos. PETR4 representava 14,73% do portf\u00f3lio e PETR3, 12,98%, totalizando 27,71%. Ita\u00fa era a maior posi\u00e7\u00e3o individual, com 15,69%, enquanto Bradesco, B3, Ita\u00fasa e BTG Pactual ampliavam a exposi\u00e7\u00e3o financeira.<\/p>\n<p>Durante a sess\u00e3o, PETR4 avan\u00e7ava 1,63% e PETR3 subia 1,46%, acompanhando o Brent pr\u00f3ximo de US$ 98. Ita\u00fa ganhava 2,39% e Bradesco avan\u00e7ava 1,68%. O desempenho simult\u00e2neo das maiores posi\u00e7\u00f5es explica por que o AUVP11 superou as estrat\u00e9gias de dividendos, defensividade e baixa volatilidade.<\/p>\n<p>WEG, Ambev e Sabesp completavam o n\u00facleo da carteira, mas a lideran\u00e7a foi determinada principalmente pelo peso elevado de Petrobras e das institui\u00e7\u00f5es financeiras. O ETF acumula alta de 10,55% no m\u00eas, 14,96% no ano e 29,38% em 12 meses.<\/p>\n<h2>HIGH11 (Nu Asset): <span style=\"color: #00db77\">+1,49%<\/span><\/h2>\n<p>O HIGH11 ficou em segundo lugar ao capturar a rea\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es de maior beta. Magazine Luiza avan\u00e7ava 4,84%, CSN subia 4,56% e Lojas Renner ganhava 3,88% durante a sess\u00e3o, acima da alta de 1,20% do Ibovespa.<\/p>\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o dessas empresas refletiu a queda dos juros futuros e o aumento do apetite por ativos dom\u00e9sticos. O \u00edndice chegou a avan\u00e7ar 2,34% na m\u00e1xima, ambiente favor\u00e1vel para a\u00e7\u00f5es com maior sensibilidade \u00e0s oscila\u00e7\u00f5es do mercado.<\/p>\n<p>O HIGH11 superou o LVOL11 em 0,39 ponto percentual e o NSDV11 em 0,44 ponto, evidenciando a vantagem do maior beta durante o preg\u00e3o. O fundo avan\u00e7a 10,02% no m\u00eas, mas ainda recua 8,25% no ano e 11,90% em 12 meses.<\/p>\n<h2>DIVO11 (Ita\u00fa Asset): <span style=\"color: #00db77\">+1,45%<\/span><\/h2>\n<p>O DIVO11 recebeu contribui\u00e7\u00f5es de Petrobras, Ita\u00fa, Bradesco e Banco do Brasil, al\u00e9m de utilities como Copasa e Cemig. A carteira combinava petr\u00f3leo, institui\u00e7\u00f5es financeiras e servi\u00e7os essenciais, setores beneficiados pelos movimentos da sess\u00e3o.<\/p>\n<p>A alta de Petrobras acompanhou o avan\u00e7o do Brent, enquanto os bancos responderam \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do pr\u00eamio de risco e ao recuo dos juros futuros. Ita\u00fa avan\u00e7ava 2,39%, Bradesco subia 1,68% e Banco do Brasil ganhava 1,69%.<\/p>\n<p>BB Seguridade, outra posi\u00e7\u00e3o relevante da estrat\u00e9gia, estava pr\u00f3xima da estabilidade durante parte do preg\u00e3o e limitou uma contribui\u00e7\u00e3o ainda maior do bloco financeiro. Mesmo assim, o DIVO11 ficou apenas 0,15 ponto percentual abaixo do l\u00edder.<\/p>\n<p>O ETF acumula alta de 8,30% no m\u00eas, 15,23% no ano e 28,84% em 12 meses.<\/p>\n<h2>BVBR11 (Investo): <span style=\"color: #00db77\">+1,32%<\/span><\/h2>\n<p>A carteira do BVBR11 tamb\u00e9m estava posicionada nos principais vetores de alta. Vale representava 15,30%, PETR4 tinha peso de 14,60% e Ita\u00fa respondia por 11,48%. Bradesco, Ita\u00fasa, PETR3, Axia Energia e Santander completavam uma exposi\u00e7\u00e3o relevante a commodities, bancos e utilities.<\/p>\n<p>Vale avan\u00e7ava 2,15%, enquanto Petrobras e os grandes bancos permaneciam no campo positivo. Servi\u00e7os financeiros, materiais, energia e utilities somavam mais de 84% da carteira, permitindo que uma estrat\u00e9gia defensiva acompanhasse de perto os ETFs de maior beta e dividendos.<\/p>\n<p>O retorno inferior ao do AUVP11 refletiu uma menor concentra\u00e7\u00e3o conjunta em Petrobras e uma distribui\u00e7\u00e3o maior entre empresas defensivas. O BVBR11 acumula alta de 8,50% no m\u00eas e 14,75% no ano.<\/p>\n<h2>BMMT11 (Bradesco Asset): <span style=\"color: #00db77\">+1,17%<\/span><\/h2>\n<p>O BMMT11 acompanhou a continuidade da valoriza\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es com melhor desempenho relativo. O preg\u00e3o prolongou o movimento iniciado no fim de agosto, com avan\u00e7o das blue chips, queda dos juros e alta disseminada entre empresas dom\u00e9sticas.<\/p>\n<p>A for\u00e7a de Vale, Petrobras, Ita\u00fa, Bradesco e Banco do Brasil sustentou o mercado amplo, enquanto Magazine Luiza, CSN e Lojas Renner ficaram entre as maiores altas. Essa combina\u00e7\u00e3o favoreceu uma estrat\u00e9gia baseada na persist\u00eancia das tend\u00eancias recentes.<\/p>\n<p>O ETF ficou pr\u00f3ximo do Ibovespa, mas abaixo das carteiras mais concentradas em petr\u00f3leo, bancos ou maior beta. O BMMT11 acumula alta de 6,75% no m\u00eas, 11,21% no ano e 23,68% em 12 meses.<\/p>\n<h2>LVOL11 (Nu Asset): <span style=\"color: #00db77\">+1,10%<\/span><\/h2>\n<p>O LVOL11 avan\u00e7ou 1,10%, confirmando que o movimento n\u00e3o ficou restrito \u00e0s a\u00e7\u00f5es mais vol\u00e1teis. Com 65 dos 76 componentes do Ibovespa em alta, a amplitude do preg\u00e3o permitiu que empresas de comportamento mais est\u00e1vel tamb\u00e9m acompanhassem a valoriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A queda dos juros futuros favoreceu neg\u00f3cios com receitas recorrentes e fluxos de caixa de longo prazo. O retorno ficou apenas 0,10 ponto percentual abaixo do Ibovespa, mas 0,39 ponto abaixo do HIGH11, diferen\u00e7a compat\u00edvel com a maior resposta das a\u00e7\u00f5es de elevado beta naquele preg\u00e3o.<\/p>\n<p>O LVOL11 acumula valoriza\u00e7\u00e3o de 7,27% no m\u00eas, 12,24% no ano e 28,90% em 12 meses.<\/p>\n<h2>NSDV11 (Nu Asset): <span style=\"color: #00db77\">+1,05%<\/span><\/h2>\n<p>O NSDV11 ganhou 1,05% com o avan\u00e7o das a\u00e7\u00f5es associadas a bancos, energia e servi\u00e7os essenciais. A queda dos juros apoiou empresas pagadoras de dividendos, enquanto a alta do petr\u00f3leo favoreceu as produtoras presentes nesse universo.<\/p>\n<p>O desempenho ficou 0,40 ponto percentual abaixo do DIVO11. A diferen\u00e7a mostra que as regras de sele\u00e7\u00e3o e pondera\u00e7\u00e3o produziram exposi\u00e7\u00f5es distintas aos bancos e \u00e0 Petrobras, grupos que estiveram entre os principais motores do preg\u00e3o.<\/p>\n<p>O NSDV11 acumula alta de 8,02% no m\u00eas, 12,34% no ano e 27,76% em 12 meses.<\/p>\n<h2>QLBR11 (BTG Asset): <span style=\"color: #00db77\">+0,58%<\/span><\/h2>\n<p>O QLBR11 terminou na \u00faltima posi\u00e7\u00e3o porque sua carteira tinha menor participa\u00e7\u00e3o nas grandes a\u00e7\u00f5es de petr\u00f3leo e minera\u00e7\u00e3o que lideraram a sess\u00e3o. XP, Suzano, BB Seguridade, Ita\u00fasa e Porto Seguro eram as cinco maiores posi\u00e7\u00f5es, seguidas por Cyrela, ISA Energia, Inter, Cury e Hypera.<\/p>\n<p>Cyrela, Cury, Inter e XP receberam suporte da queda dos juros e da valoriza\u00e7\u00e3o dos ativos dom\u00e9sticos. Ita\u00fasa acrescentou exposi\u00e7\u00e3o ao avan\u00e7o do setor banc\u00e1rio, enquanto ISA Energia trouxe participa\u00e7\u00e3o em utilities.<\/p>\n<p>A carteira, por\u00e9m, n\u00e3o tinha Petrobras ou Vale entre os maiores pesos. Al\u00e9m disso, BB Seguridade apresentou comportamento mais fraco que os principais bancos durante parte da sess\u00e3o. Esses fatores limitaram o retorno diante de um preg\u00e3o conduzido por petr\u00f3leo, minera\u00e7\u00e3o e grandes institui\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n<p>O QLBR11 acumula alta de 10,10% no m\u00eas e 6,31% no ano.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<div>\n<p><span style=\"font-size: 10pt\"><strong><em>Dados exclusivos do DEX PRO. Este conte\u00fado tem car\u00e1ter exclusivamente informativo e n\u00e3o constitui recomenda\u00e7\u00e3o de investimento, compra ou venda de ativos.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O AUVP11 liderou os ETFs fatoriais de a\u00e7\u00f5es brasileiras no preg\u00e3o de 8 de setembro, com alta de 1,60%. A concentra\u00e7\u00e3o em Petrobras e institui\u00e7\u00f5es financeiras permitiu ao fundo capturar a valoriza\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo, a queda dos juros futuros e o avan\u00e7o dos grandes bancos. 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