{"id":1617,"date":"2026-09-14T00:33:06","date_gmt":"2026-09-14T03:33:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/?post_type=noticias&#038;p=1617"},"modified":"2026-09-14T00:32:12","modified_gmt":"2026-09-14T03:32:12","slug":"bancos-defensivas-etfs-fatores-semana","status":"publish","type":"noticias","link":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/en\/noticias\/bancos-defensivas-etfs-fatores-semana\/","title":{"rendered":"Bancos e a\u00e7\u00f5es defensivas lideram ETFs de fatores na semana"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_1633\" style=\"width: 651px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1633\" class=\" wp-image-1633\" src=\"http:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-943331302-612x612-1.jpg\" alt=\"bancos-maiores-altas-etf-auvp11-investo-raul-sena-nubank\" width=\"641\" height=\"427\" srcset=\"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-943331302-612x612-1.jpg 612w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-943331302-612x612-1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 641px) 100vw, 641px\" \/><p id=\"caption-attachment-1633\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9ditos: iStock<\/p><\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os ETFs de fatores apresentaram dispers\u00e3o de 3,12 pontos percentuais na semana, entre a alta de 1,99% do AUVP11 e a queda de 1,13% do HIGH11. Tamb\u00e9m avan\u00e7aram BVBR11, BMMT11, DIVO11 e LVOL11, enquanto NSDV11 e QLBR11 acompanharam o fundo de high beta no campo negativo.<\/p>\n<p>O pano de fundo foi positivo para a Bolsa brasileira. O Ibovespa ganhou 1,11% na semana e completou quatro per\u00edodos consecutivos de valoriza\u00e7\u00e3o, embora tenha recuado 0,56% na sexta-feira. O avan\u00e7o anterior contou com o apoio do capital estrangeiro, cujo saldo acumulava R$ 10,5 bilh\u00f5es desde 21 de agosto.<\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o do movimento favoreceu principalmente as estrat\u00e9gias expostas a bancos e grandes companhias. Na quinta-feira, quando o Ibovespa avan\u00e7ou 1,42%, Bradesco subiu 3,9%, Banco do Brasil ganhou 2,8% e Ita\u00fa avan\u00e7ou 1,8%. Na sexta-feira, mesmo com a revers\u00e3o do \u00edndice, Santander subiu 2,34%, Ita\u00fa ganhou 0,90%, Bradesco avan\u00e7ou 0,60% e BTG Pactual teve alta de 0,61%.<\/p>\n<p>O IPCA de agosto registrou defla\u00e7\u00e3o de 0,32%, refor\u00e7ando a perspectiva de continuidade dos cortes da Selic. Ao mesmo tempo, os juros futuros encerraram a sexta-feira em alta ao longo da curva, em uma sess\u00e3o marcada pela cautela pol\u00edtica e pelos dados de infla\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos. O d\u00f3lar terminou a semana praticamente est\u00e1vel, com queda acumulada de 0,10% frente ao real.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-1621\" src=\"http:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/Chart.js-preview-62-1024x570.png\" alt=\"auvp11-lvol11-raul-sena-etf-investo-nubank-high11-auvp\" width=\"1024\" height=\"570\" srcset=\"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/Chart.js-preview-62-1024x570.png 1024w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/Chart.js-preview-62-300x167.png 300w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/Chart.js-preview-62-768x428.png 768w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/Chart.js-preview-62-1536x855.png 1536w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/Chart.js-preview-62-2048x1141.png 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<h2><\/h2>\n<h2>AUVP11 (BTG Pactual): <span style=\"color: #00db77\">+1,99%<\/span><\/h2>\n<p>O AUVP11 teve o melhor desempenho do grupo, com alta de 1,99%. O fundo replica o \u00cdndice Teva A\u00e7\u00f5es Fundamentos, que seleciona companhias brasileiras com base em crit\u00e9rios de rentabilidade, efici\u00eancia operacional, lucratividade recorrente e controle do endividamento.<\/p>\n<p>A carteira estava fortemente concentrada em bancos e Petrobras. Ita\u00fa Unibanco representava 15,69%, Petrobras PN, 14,73%, Petrobras ON, 12,98%, Bradesco PN, 6,88%, B3, 6,02%, Ita\u00fasa, 5,81%, e BTG Pactual, 5,10%.<\/p>\n<p>A lideran\u00e7a do ETF refletiu principalmente o peso de Ita\u00fa, Bradesco, Ita\u00fasa, B3 e BTG Pactual. As altas dos bancos na quinta e na sexta-feira sustentaram esse bloco da carteira. A exposi\u00e7\u00e3o combinada \u00e0s duas classes da Petrobras tamb\u00e9m manteve o fundo ligado \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o semanal do petr\u00f3leo, embora as a\u00e7\u00f5es da companhia tenham recuado modestamente na \u00faltima sess\u00e3o, ap\u00f3s uma realiza\u00e7\u00e3o de lucros na commodity.<\/p>\n<p>O resultado, portanto, n\u00e3o decorreu apenas da metodologia fundamentalista. O desempenho foi produzido por uma carteira concentrada em grandes bancos e Petrobras, dois grupos que apresentaram contribui\u00e7\u00f5es positivas durante a constru\u00e7\u00e3o da alta semanal do mercado.<\/p>\n<h2>BVBR11 (Investo): <span style=\"color: #00db77\">+1,45%<\/span><\/h2>\n<p>O BVBR11 avan\u00e7ou 1,45%. O ETF replica o \u00cdndice Const\u00e2ncia Fatores Defensividade, que combina crit\u00e9rios de qualidade, valor e volatilidade e privilegia empresas com estabilidade financeira e hist\u00f3rico consistente de pagamento de dividendos.<\/p>\n<p>A carteira tinha Vale com 15,30%, Petrobras PN com 14,60%, Ita\u00fa com 11,48%, Bradesco PN com 5,26%, Ita\u00fasa com 4,86%, Petrobras ON com 4,36% e Axia Energia com 3,91%. Financeiro, materiais, energia e utilities respondiam pela maior parte da exposi\u00e7\u00e3o setorial do fundo.<\/p>\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o dos bancos ajudou o ETF a superar o Ibovespa na semana. A contribui\u00e7\u00e3o desse grupo foi especialmente importante porque Vale encerrou a sexta-feira praticamente est\u00e1vel, enquanto o min\u00e9rio de ferro recuou. Petrobras tamb\u00e9m perdeu for\u00e7a no fim do per\u00edodo, acompanhando a realiza\u00e7\u00e3o observada no petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>O resultado mostra que o bloco financeiro e a diversifica\u00e7\u00e3o por utilities e empresas de perfil defensivo compensaram o enfraquecimento das maiores posi\u00e7\u00f5es ligadas a min\u00e9rio e petr\u00f3leo no \u00faltimo preg\u00e3o. A alta do BVBR11 ficou 0,34 ponto percentual acima do Ibovespa.<\/p>\n<h2>BMMT11 (Bradesco Asset): <span style=\"color: #00db77\">+1,19%<\/span><\/h2>\n<p>O BMMT11 ganhou 1,19%, resultado pr\u00f3ximo ao avan\u00e7o de 1,11% do Ibovespa. O fundo replica o Morningstar Brazil Target Momentum Index, que seleciona 30 a\u00e7\u00f5es com base no desempenho recente e distribui os componentes com pesos semelhantes.<\/p>\n<p>A carteira era mais distribu\u00edda que a dos dois primeiros colocados. Entre as maiores posi\u00e7\u00f5es estavam Ultrapar, Vibra, Eneva, BB Seguridade, Caixa Seguridade, Assa\u00ed, Companhia Brasileira de Alum\u00ednio, CPFL, B3, Ita\u00fasa, Copel e Vale.<\/p>\n<p>O ETF contou com exposi\u00e7\u00f5es diversificadas a servi\u00e7os financeiros, utilities, energia e materiais b\u00e1sicos. Essa distribui\u00e7\u00e3o reduziu a depend\u00eancia de uma \u00fanica a\u00e7\u00e3o, enquanto as posi\u00e7\u00f5es financeiras participaram da valoriza\u00e7\u00e3o acumulada pela Bolsa. Por outro lado, as perdas de B3, Caixa Seguridade e Ultrapar no \u00faltimo preg\u00e3o limitaram o desempenho na reta final.<\/p>\n<h2>DIVO11 (Ita\u00fa Asset): <span style=\"color: #00db77\">+0,83%<\/span><\/h2>\n<p>O DIVO11 subiu 0,83%. O ETF acompanha o IDIV, \u00edndice da B3 composto por empresas que se destacam na distribui\u00e7\u00e3o de dividendos e juros sobre capital pr\u00f3prio. O \u00edndice \u00e9 de retorno total, com reinvestimento dos proventos, e passa por rebalanceamentos quadrimestrais.<\/p>\n<p>A carteira tinha forte presen\u00e7a de servi\u00e7os financeiros e utilities. Ita\u00fasa representava 5,91%, Petrobras PN, 5,52%, BB Seguridade, 5,22%, Petrobras ON, 5,15%, Bradesco ON, 4,89%, Copel, 4,86%, Bradesco PN, 4,84%, Ita\u00fa, 4,78%, Vale, 4,48%, Vibra, 4,41%, Banco do Brasil, 4,37%, e Cemig, 4,30%.<\/p>\n<p>O avan\u00e7o de Ita\u00fa e Bradesco sustentou uma parcela importante do portf\u00f3lio, assim como a exposi\u00e7\u00e3o a seguradoras, holdings e utilities. Entretanto, a carteira tamb\u00e9m carregava Banco do Brasil, al\u00e9m de Petrobras e Vale, que perderam for\u00e7a no encerramento da semana.<\/p>\n<p>Essa compensa\u00e7\u00e3o ajuda a explicar por que o DIVO11 terminou no campo positivo, mas abaixo do Ibovespa e dos ETFs mais concentrados nos bancos privados. A sele\u00e7\u00e3o por dividendos produziu uma carteira diversificada entre finan\u00e7as, energia e utilities, mas n\u00e3o isolou o fundo da realiza\u00e7\u00e3o observada no \u00faltimo preg\u00e3o.<\/p>\n<h2>LVOL11 (Nu Asset): <span style=\"color: #00db77\">+0,41%<\/span><\/h2>\n<p>O LVOL11 avan\u00e7ou 0,41%. O ETF replica o Ibov Smart Low Volatility B3, formado por a\u00e7\u00f5es do Ibovespa com menor volatilidade hist\u00f3rica. Na carteira de refer\u00eancia, utilities representavam 32,5%, o setor financeiro, 25,4%, e materiais b\u00e1sicos, 15,3%.<\/p>\n<p>Entre as maiores posi\u00e7\u00f5es estavam BB Seguridade, Klabin, Taesa, Cemig, Ita\u00fasa, Caixa Seguridade, Ita\u00fa e Copel. Petrobras PN tinha peso de 3,95%, enquanto Vale representava 3,43%.<\/p>\n<p>O fundo foi beneficiado pela parcela financeira, sobretudo por Ita\u00fa e Ita\u00fasa, mas sua estrutura de baixa volatilidade manteve uma exposi\u00e7\u00e3o menor aos bancos que lideraram os preg\u00f5es mais fortes. A carteira tamb\u00e9m n\u00e3o capturou integralmente a valoriza\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo, dada a participa\u00e7\u00e3o relativamente reduzida de Petrobras em compara\u00e7\u00e3o com AUVP11 e BVBR11.<\/p>\n<p>No \u00faltimo preg\u00e3o, a defensividade n\u00e3o impediu perdas em posi\u00e7\u00f5es relevantes, como Caixa Seguridade e Copel. Essa combina\u00e7\u00e3o limitou o retorno semanal a 0,41%, apesar da alta do Ibovespa no per\u00edodo.<\/p>\n<h2>NSDV11 (Nu Asset): <span style=\"color: #ff0000\">-0,89%<\/span><\/h2>\n<p>O NSDV11 recuou 0,89%. Sua carteira de dividendos era concentrada em utilities, com 31,04%, servi\u00e7os financeiros, com 23,12%, e materiais b\u00e1sicos, com 17,90%.<\/p>\n<p>As maiores posi\u00e7\u00f5es inclu\u00edam BB Seguridade, CSN Minera\u00e7\u00e3o, Banco do Brasil, Metal\u00fargica Gerdau, Taesa, Copasa, Bradesco PN e Ita\u00fasa. A concentra\u00e7\u00e3o em dividendos, portanto, n\u00e3o resultou em um comportamento homog\u00eaneo da carteira.<\/p>\n<p>O fundo tinha exposi\u00e7\u00e3o expressiva \u00e0 cadeia de minera\u00e7\u00e3o e siderurgia, que perdeu for\u00e7a no encerramento da semana. O min\u00e9rio de ferro recuou na sexta-feira, enquanto CSN figurou entre as maiores perdas do Ibovespa. Banco do Brasil, outra participa\u00e7\u00e3o relevante, tamb\u00e9m caiu no \u00faltimo preg\u00e3o.<\/p>\n<p>Bradesco e Ita\u00fa avan\u00e7aram, mas os ganhos n\u00e3o foram suficientes para neutralizar a fraqueza dos blocos de minera\u00e7\u00e3o, siderurgia e parte das utilities.<\/p>\n<h2>QLBR11 (Investo): <span style=\"color: #ff0000\">-1,03%<\/span><\/h2>\n<p>O QLBR11 caiu 1,03%. O ETF replica o MarketVector Brazil Multifactor Quality Index, que seleciona empresas por crit\u00e9rios de liquidez, efici\u00eancia operacional, lucratividade, solidez financeira e valuation.<\/p>\n<p>Entre as maiores posi\u00e7\u00f5es estavam XP, Suzano, BB Seguridade, Ita\u00fasa, Porto Seguro, Cyrela, ISA Energia, Inter, Cury e Hypera. O consumo c\u00edclico correspondia a 32,63% da exposi\u00e7\u00e3o setorial, seguido pelos servi\u00e7os financeiros, com 26,78%.<\/p>\n<p>A carteira tinha menor participa\u00e7\u00e3o nos grandes bancos que lideraram a alta semanal e maior exposi\u00e7\u00e3o a empresas de consumo c\u00edclico, constru\u00e7\u00e3o e mercado imobili\u00e1rio. Essa caracter\u00edstica diferenciou o QLBR11 do AUVP11 e do BVBR11, ambos mais concentrados em Ita\u00fa, Bradesco e Petrobras.<\/p>\n<p>Parte das posi\u00e7\u00f5es ligadas \u00e0 constru\u00e7\u00e3o e aos neg\u00f3cios dom\u00e9sticos tamb\u00e9m ficou exposta \u00e0 alta dos juros futuros na sexta-feira.<\/p>\n<h2>HIGH11 (Nu Asset): <span style=\"color: #ff0000\">-1,13%<\/span><\/h2>\n<p>O HIGH11 teve o pior retorno do grupo, com queda de 1,13%. O ETF replica o Ibov Smart High Beta B3 e seleciona a\u00e7\u00f5es com maior sensibilidade \u00e0s oscila\u00e7\u00f5es do Ibovespa. A carteira estava concentrada em consumo c\u00edclico, segmento que representava 49,2% do portf\u00f3lio.<\/p>\n<p>As maiores posi\u00e7\u00f5es eram Magazine Luiza, Vamos, C&amp;A, Cosan, CSN, Assa\u00ed, Hapvida, Cogna, Yduqs e B3.<\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o ajuda a explicar por que o ETF ficou na \u00faltima posi\u00e7\u00e3o mesmo em uma semana positiva para o Ibovespa. Na sexta-feira, Hapvida caiu 8,06%, CSN recuou 7,37% e Vamos perdeu 4,94%. As tr\u00eas a\u00e7\u00f5es estavam entre as sete maiores posi\u00e7\u00f5es do fundo.<\/p>\n<p>O portf\u00f3lio tamb\u00e9m carregava exposi\u00e7\u00e3o relevante a varejo, educa\u00e7\u00e3o, loca\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos e constru\u00e7\u00e3o, segmentos sens\u00edveis \u00e0 percep\u00e7\u00e3o sobre juros e atividade econ\u00f4mica. A alta da curva de juros futuros no \u00faltimo preg\u00e3o refor\u00e7ou a press\u00e3o sobre esse perfil de carteira.<\/p>\n<p>Diferentemente dos ETFs que lideraram o ranking, o HIGH11 tinha menor participa\u00e7\u00e3o nos grandes bancos e concentra\u00e7\u00e3o elevada em a\u00e7\u00f5es que estiveram entre as maiores quedas da sexta-feira. Essa combina\u00e7\u00e3o foi determinante para o fundo encerrar a semana no campo negativo.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-1619\" src=\"http:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/DEX_PRO_mapa_fatores_PT-1024x544.png\" alt=\"auvp11-raul-sena-etf-investo-nubank-high11\" width=\"1024\" height=\"544\" srcset=\"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/DEX_PRO_mapa_fatores_PT-1024x544.png 1024w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/DEX_PRO_mapa_fatores_PT-300x160.png 300w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/DEX_PRO_mapa_fatores_PT-768x408.png 768w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/DEX_PRO_mapa_fatores_PT-1536x817.png 1536w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/DEX_PRO_mapa_fatores_PT-2048x1089.png 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<div>\n<p><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>Dados exclusivos do DEX PRO. Este conte\u00fado tem car\u00e1ter exclusivamente informativo e n\u00e3o constitui recomenda\u00e7\u00e3o de investimento, compra ou venda de ativos.<\/strong><\/span><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O AUVP11 liderou os ETFs brasileiros de fatores na semana encerrada em 11 de setembro, com alta de 1,99%, seguido pelo BVBR11, com 1,45%, e pelo BMMT11, com 1,19%. O avan\u00e7o dos bancos e o fluxo estrangeiro positivo favoreceram carteiras com maior exposi\u00e7\u00e3o ao setor financeiro, enquanto o recuo de a\u00e7\u00f5es mais vol\u00e1teis de consumo, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, siderurgia e transportes pressionou o HIGH11. 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