{"id":1637,"date":"2026-09-14T00:33:27","date_gmt":"2026-09-14T03:33:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/?post_type=noticias&#038;p=1637"},"modified":"2026-09-14T00:37:17","modified_gmt":"2026-09-14T03:37:17","slug":"argentina-brasil-china-etfs-regioes-semana","status":"publish","type":"noticias","link":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/en\/noticias\/argentina-brasil-china-etfs-regioes-semana\/","title":{"rendered":"Argentina e Brasil resistem \u00e0 press\u00e3o externa; China fecha ranking de ETFs por regi\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_1628\" style=\"width: 661px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1628\" class=\" wp-image-1628\" src=\"http:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-459021071-612x612-1.jpg\" alt=\"bova11-arge11-etf-investo-blackrock-maiores-altas\" width=\"651\" height=\"434\" srcset=\"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-459021071-612x612-1.jpg 612w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-459021071-612x612-1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 651px) 100vw, 651px\" \/><p id=\"caption-attachment-1628\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9ditos: iStock<\/p><\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A dist\u00e2ncia entre o primeiro e o \u00faltimo colocado foi de 2,90 pontos percentuais. ARGE11 e BOVA11 terminaram no campo positivo, enquanto o DOLB11 apresentou leve queda de 0,03%. SPXR11, SPXI11 e WRLD11 recuaram, e as exposi\u00e7\u00f5es aos mercados emergentes e \u00e0 China encerraram a rela\u00e7\u00e3o com perdas de 1,82%.<\/p>\n<p>O mercado brasileiro avan\u00e7ou mesmo diante de um ambiente externo menos favor\u00e1vel. O Ibovespa ganhou 1,11% na semana e completou quatro per\u00edodos consecutivos de valoriza\u00e7\u00e3o, embora tenha ca\u00eddo 0,56% na sexta-feira. O saldo de capital estrangeiro na Bolsa acumulava R$ 10,5 bilh\u00f5es desde 21 de agosto, dando suporte \u00e0 sequ\u00eancia positiva dos ativos locais.<\/p>\n<p>Nos Estados Unidos, o S&amp;P 500 caiu 0,8%, o Nasdaq recuou 0,7% e o Dow Jones perdeu 1,6% na semana. O mercado reagiu \u00e0 combina\u00e7\u00e3o de infla\u00e7\u00e3o ainda resistente, petr\u00f3leo mais caro e alta dos rendimentos dos Treasuries antes da decis\u00e3o do Federal Reserve. Na sexta-feira, o \u00edndice americano recuperou 0,86%, interrompendo quatro sess\u00f5es consecutivas de queda, mas n\u00e3o eliminou as perdas acumuladas.<\/p>\n<p>O n\u00facleo do CPI americano subiu 0,3% em agosto, acima da expectativa de 0,2%, enquanto o rendimento do Treasury de dez anos se aproximou de 5%. A leitura refor\u00e7ou as expectativas de eleva\u00e7\u00e3o dos juros pelo Federal Reserve e reduziu o apelo relativo das a\u00e7\u00f5es, especialmente das empresas mais sens\u00edveis \u00e0s taxas de longo prazo.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a entre as regi\u00f5es, portanto, n\u00e3o veio de um \u00fanico fator. Brasil e Argentina avan\u00e7aram com apoio de movimentos locais, enquanto Estados Unidos, mercados globais e emergentes enfrentaram um ambiente de juros americanos mais altos, press\u00e3o inflacion\u00e1ria e menor disposi\u00e7\u00e3o para risco.<\/p>\n<h2>ARGE11 (Investo): <span style=\"color: #00db77\">+1,08%<\/span><\/h2>\n<p>O ARGE11 liderou o ranking com alta de 1,08%. O ETF acompanha o MarketVector US Listed Argentina Index Global Exposure, formado por empresas argentinas negociadas nos Estados Unidos, com crit\u00e9rios de liquidez e capitaliza\u00e7\u00e3o e limite de 20% por companhia.<\/p>\n<p>Na composi\u00e7\u00e3o de agosto, YPF representava 19,91%, Grupo Financiero Galicia, 16,86%, Ternium, 13,69%, Pampa Energ\u00eda, 12,02%, Banco Macro, 7,99%, Central Puerto, 6,09%, e Telecom Argentina, 4,69%. A carteira estava concentrada principalmente em energia, bancos, siderurgia e telecomunica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O S&amp;P Merval avan\u00e7ou nas tr\u00eas primeiras sess\u00f5es do recorte, com altas de 0,88% na ter\u00e7a-feira, 1,11% na quarta e 1,53% na quinta. O \u00edndice recuou 1,87% na sexta-feira, mas ainda encerrou a semana com ganho de 1,63%.<\/p>\n<p>Na quinta-feira, a\u00e7\u00f5es de energia estiveram entre os destaques do mercado argentino. YPF avan\u00e7ou 2,6%, Transportadora de Gas del Sur ganhou 3,6% e Central Puerto tamb\u00e9m terminou a sess\u00e3o em alta. A valoriza\u00e7\u00e3o foi relevante para o ARGE11 devido ao peso elevado de YPF, Pampa Energ\u00eda e Central Puerto em sua carteira.<\/p>\n<p>Como o \u00edndice re\u00fane a\u00e7\u00f5es argentinas listadas nos Estados Unidos e a cota \u00e9 negociada em reais, o retorno tamb\u00e9m pode refletir movimentos cambiais e diferen\u00e7as entre os hor\u00e1rios de negocia\u00e7\u00e3o. Ainda assim, o avan\u00e7o semanal do mercado argentino e a for\u00e7a das empresas de energia sustentaram a lideran\u00e7a do fundo.<\/p>\n<h2>BOVA11 (BlackRock): <span style=\"color: #00db77\">+1,05%<\/span><\/h2>\n<p>O BOVA11 avan\u00e7ou 1,05%, acompanhando de perto a alta de 1,11% do Ibovespa. O ETF replica o principal \u00edndice do mercado acion\u00e1rio brasileiro, com exposi\u00e7\u00e3o relevante a empresas como Vale, Petrobras, Ita\u00fa Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil.<\/p>\n<p>A semana foi sustentada pela recupera\u00e7\u00e3o dos bancos e pelo fluxo estrangeiro. Na quinta-feira, quando o Ibovespa avan\u00e7ou 1,42%, Bradesco subiu 3,9%, Banco do Brasil ganhou 2,8% e Ita\u00fa avan\u00e7ou 1,8%. O movimento permitiu que o \u00edndice brasileiro se descolasse das perdas registradas em Nova York.<\/p>\n<p>Na sexta-feira, o Ibovespa recuou 0,56%, pressionado pela cautela pol\u00edtica e pela realiza\u00e7\u00e3o em commodities. O petr\u00f3leo e o min\u00e9rio de ferro ca\u00edram na sess\u00e3o, mas Santander, Ita\u00fa, Bradesco e BTG Pactual continuaram no campo positivo.<\/p>\n<p>O IPCA de agosto registrou defla\u00e7\u00e3o de 0,32%, refor\u00e7ando a perspectiva de continuidade dos cortes da Selic. Esse fator favoreceu a percep\u00e7\u00e3o sobre os ativos brasileiros, embora a curva de juros futuros tenha terminado a sexta-feira em alta diante da cautela pol\u00edtica e das expectativas para as decis\u00f5es dos bancos centrais.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a de 0,06 ponto percentual entre o BOVA11 e o Ibovespa ficou dentro do comportamento esperado de um ve\u00edculo que busca replicar o \u00edndice, considerando custos, hor\u00e1rios de apura\u00e7\u00e3o e eventuais diferen\u00e7as de ader\u00eancia. O principal vetor da semana foi o peso dos bancos na carteira, apoiado pelo fluxo estrangeiro e pelo avan\u00e7o das a\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n<h2>DOLB11 (BTG Pactual): <span style=\"color: #ff0000\">-0,03%<\/span><\/h2>\n<p>O DOLB11 apresentou queda de 0,03%, ficando praticamente est\u00e1vel. O ETF replica o S&amp;P\/B3 BRL-USD Mini Futures Index, que representa o desempenho de um minicontrato futuro de d\u00f3lar renegociado mensalmente.<\/p>\n<p>O d\u00f3lar comercial terminou a semana com recuo acumulado de 0,10% frente ao real. Na sexta-feira, a moeda avan\u00e7ou 0,44%, para aproximadamente R$ 5,12, em um movimento associado \u00e0 cautela pol\u00edtica e \u00e0 busca por prote\u00e7\u00e3o antes do fim de semana. Essa alta final compensou grande parte das perdas registradas anteriormente.<\/p>\n<p>Como o DOLB11 acompanha contratos futuros, seu retorno n\u00e3o deve ser tratado como uma reprodu\u00e7\u00e3o exata da varia\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar \u00e0 vista. A rolagem mensal, o cupom cambial, o carregamento e a marca\u00e7\u00e3o dos contratos podem criar diferen\u00e7as entre a cota e a moeda no mercado comercial.<\/p>\n<p>A estabilidade do ETF foi compat\u00edvel com uma semana em que o d\u00f3lar terminou praticamente no mesmo n\u00edvel em rela\u00e7\u00e3o ao real. A alta da sexta-feira impediu uma perda maior, mas n\u00e3o foi suficiente para levar o retorno acumulado do fundo ao campo positivo.<\/p>\n<h2>SPXR11 (Ita\u00fa Asset): <span style=\"color: #ff0000\">-0,29%<\/span><\/h2>\n<p>O SPXR11 recuou 0,29%. O fundo oferece exposi\u00e7\u00e3o ao mercado acion\u00e1rio americano por meio de contratos futuros do S&amp;P 500 com estrutura quanto em reais. A metodologia elimina a exposi\u00e7\u00e3o cambial direta e incorpora o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos ao retorno do \u00edndice.<\/p>\n<p>O S&amp;P 500 caiu 0,8% na semana, com perdas nas tr\u00eas primeiras sess\u00f5es do recorte. A recupera\u00e7\u00e3o de 0,86% na sexta-feira reduziu o recuo acumulado, mas n\u00e3o reverteu o resultado negativo.<\/p>\n<p>O mercado americano foi pressionado pelo aumento dos rendimentos dos Treasuries e pela expectativa de aperto monet\u00e1rio. Na quinta-feira, o rendimento do t\u00edtulo de dez anos chegou a aproximadamente 4,96%, enquanto a alta do petr\u00f3leo acima de US$ 100 ampliou as preocupa\u00e7\u00f5es com a infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O SPXR11 caiu menos que o \u00edndice americano. Essa diferen\u00e7a foi compat\u00edvel com a estrutura quanto e com o diferencial de juros incorporado ao \u00edndice de refer\u00eancia, al\u00e9m das diferen\u00e7as de hor\u00e1rio entre a B3 e o mercado americano. O retorno n\u00e3o recebeu contribui\u00e7\u00e3o direta da oscila\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar frente ao real.<\/p>\n<h2>SPXI11 (Ita\u00fa Asset): <span style=\"color: #ff0000\">-0,92%<\/span><\/h2>\n<p>O SPXI11 caiu 0,92%, resultado pr\u00f3ximo \u00e0 perda semanal de 0,8% do S&amp;P 500. O ETF acompanha o \u00edndice americano com exposi\u00e7\u00e3o cambial, ao contr\u00e1rio da estrutura quanto do SPXR11.<\/p>\n<p>O \u00edndice perdeu terreno durante tr\u00eas sess\u00f5es consecutivas antes de se recuperar na sexta-feira. A infla\u00e7\u00e3o ao produtor acima do esperado, a alta do petr\u00f3leo e o avan\u00e7o dos rendimentos dos Treasuries refor\u00e7aram a perspectiva de juros mais elevados nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>O d\u00f3lar terminou a semana praticamente est\u00e1vel frente ao real, com queda de 0,10%. Dessa forma, a varia\u00e7\u00e3o cambial agregada ofereceu pouca compensa\u00e7\u00e3o para a perda do mercado subjacente.<\/p>\n<h2>WRLD11 (Investo): <span style=\"color: #ff0000\">-1,01%<\/span><\/h2>\n<p>O WRLD11 recuou 1,01%. O ETF replica no Brasil o Vanguard Total World Stock ETF, o VT, e oferece exposi\u00e7\u00e3o a aproximadamente 10 mil empresas de mercados desenvolvidos e emergentes.<\/p>\n<p>Os Estados Unidos representavam 62,04% da composi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, seguidos por Jap\u00e3o, com 5,83%, Reino Unido, com 3,30%, Taiwan, com 3,08%, Canad\u00e1, com 3,04%, e China, com 2,77%. Entre as maiores posi\u00e7\u00f5es estavam Nvidia, Apple, Microsoft, Amazon, Alphabet, Broadcom e Taiwan Semiconductor Manufacturing.<\/p>\n<p>A elevada participa\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos fez com que a queda do S&amp;P 500 influenciasse diretamente o fundo. Al\u00e9m disso, a tecnologia representava 31,57% da carteira, deixando o ETF exposto \u00e0 press\u00e3o causada pelos rendimentos mais altos dos t\u00edtulos americanos sobre as avalia\u00e7\u00f5es das companhias de crescimento.<\/p>\n<p>A diversifica\u00e7\u00e3o internacional n\u00e3o eliminou o impacto porque outras regi\u00f5es relevantes tamb\u00e9m enfrentaram perdas. A China recuou na semana, enquanto mercados como a \u00cdndia foram pressionados pelo petr\u00f3leo mais caro, pelos juros americanos elevados e pelas sa\u00eddas de investidores estrangeiros.<\/p>\n<p>O retorno negativo de 1,01% refletiu, assim, a combina\u00e7\u00e3o entre a queda das a\u00e7\u00f5es americanas, a fraqueza de parte dos mercados emergentes e uma varia\u00e7\u00e3o cambial insuficiente para compensar o desempenho dos ativos subjacentes.<\/p>\n<h2>IVWO11 (Investo): <span style=\"color: #ff0000\">-1,82%<\/span><\/h2>\n<p>O IVWO11 caiu 1,82%, empatando com o PKIN11 na \u00faltima posi\u00e7\u00e3o. O ETF replica no Brasil o Vanguard FTSE Emerging Markets ETF e oferece exposi\u00e7\u00e3o a milhares de empresas de mais de 20 economias emergentes.<\/p>\n<p>A carteira tinha Taiwan com 30,80%, China com 27,60%, \u00cdndia com 17,00%, Brasil com 4,50% e \u00c1frica do Sul com 3,70%. A Taiwan Semiconductor Manufacturing representava 14,93%, seguida por Tencent, com 3,18%, Alibaba, com 2,32%, e MediaTek, com 1,30%.<\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o deixou o ETF exposto principalmente ao desempenho das a\u00e7\u00f5es asi\u00e1ticas. O mercado chin\u00eas recuou na semana, com perdas mais acentuadas na quinta e na sexta-feira. As bolsas indianas tamb\u00e9m ca\u00edram, pressionadas pela alta do petr\u00f3leo, pelas tens\u00f5es geopol\u00edticas e pela preocupa\u00e7\u00e3o com os juros globais.<\/p>\n<p>A eleva\u00e7\u00e3o dos rendimentos dos Treasuries reduziu adicionalmente a disposi\u00e7\u00e3o para risco nos mercados emergentes. Juros americanos mais altos aumentam o retorno relativo dos ativos denominados em d\u00f3lar e podem pressionar os fluxos destinados a essas economias.<\/p>\n<p>Como o fundo \u00e9 negociado em reais e investe no VWO, diferen\u00e7as cambiais e de hor\u00e1rio tamb\u00e9m influenciam sua cota. Ainda assim, a queda conjunta de China e \u00cdndia, somada ao ambiente de juros americanos mais altos, explica a posi\u00e7\u00e3o do ETF na parte inferior do ranking.<\/p>\n<h2>PKIN11 (Bradesco Asset): <span style=\"color: #ff0000\">-1,82%<\/span><\/h2>\n<p>O PKIN11 tamb\u00e9m recuou 1,82%. O ETF oferece acesso ao mercado acion\u00e1rio da China continental por meio do China Universal CSI 300 ETF, que acompanha as 300 maiores e mais l\u00edquidas a\u00e7\u00f5es de grande capitaliza\u00e7\u00e3o listadas no pa\u00eds.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia concentra-se em empresas dos setores financeiro, tecnologia, consumo, sa\u00fade e materiais. Diferentemente do IVWO11, que combina diversas economias emergentes, o PKIN11 mant\u00e9m uma exposi\u00e7\u00e3o direcionada ao n\u00facleo do mercado chin\u00eas.<\/p>\n<p>O mercado avan\u00e7ou moderadamente na ter\u00e7a e na quarta-feira, mas perdeu for\u00e7a nas duas sess\u00f5es seguintes. A revers\u00e3o levou o \u00edndice subjacente a encerrar a semana no campo negativo.<\/p>\n<p>O fundo terminou empatado com o IVWO11, mas os dois produtos chegaram ao mesmo retorno por exposi\u00e7\u00f5es distintas. O PKIN11 concentrou a perda na China continental, enquanto o IVWO11 combinou a fraqueza chinesa com quedas em outros mercados emergentes, especialmente a \u00cdndia.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<div>\n<p><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>Dados exclusivos do DEX PRO. Este conte\u00fado tem car\u00e1ter exclusivamente informativo e n\u00e3o constitui recomenda\u00e7\u00e3o de investimento, compra ou venda de ativos.<\/strong><\/span><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ARGE11 liderou os ETFs de pa\u00edses e regi\u00f5es na semana encerrada em 11 de setembro, com alta de 1,08%, seguido pelo BOVA11, com 1,05%. O desempenho contrastou com as perdas das exposi\u00e7\u00f5es aos Estados Unidos, ao mercado global e aos emergentes. O S&amp;amp;amp;P 500 recuou 0,8% no per\u00edodo, pressionado pela alta dos rendimentos dos Treasuries e pela perspectiva de aumento dos juros americanos, enquanto IVWO11 e PKIN11 empataram na \u00faltima posi\u00e7\u00e3o, com queda de 1,82%. 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