{"id":1647,"date":"2026-09-14T00:51:53","date_gmt":"2026-09-14T03:51:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/?post_type=noticias&#038;p=1647"},"modified":"2026-09-14T00:51:53","modified_gmt":"2026-09-14T03:51:53","slug":"bancos-maiores-altas-etfs-indices-b3","status":"publish","type":"noticias","link":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/en\/noticias\/bancos-maiores-altas-etfs-indices-b3\/","title":{"rendered":"Setor financeiro impulsiona as maiores altas entre ETFs de \u00edndices da B3"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_1648\" style=\"width: 663px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1648\" class=\" wp-image-1648\" src=\"http:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-1350693038-612x612-1.jpg\" alt=\"b3-etf-maiores-altas-bnks11-investo\" width=\"653\" height=\"435\" srcset=\"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-1350693038-612x612-1.jpg 612w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-1350693038-612x612-1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 653px) 100vw, 653px\" \/><p id=\"caption-attachment-1648\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9ditos: iStock<\/p><\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O ambiente favoreceu principalmente os bancos. Na quinta-feira, quando o Ibovespa avan\u00e7ou 1,42%, Bradesco subiu 3,9%, Banco do Brasil ganhou 2,8% e Ita\u00fa avan\u00e7ou 1,8%. B3, BTG Pactual, seguradoras e outras institui\u00e7\u00f5es financeiras tamb\u00e9m participavam das carteiras que ocuparam a parte superior do ranking.<\/p>\n<p>O resultado n\u00e3o ficou restrito aos \u00edndices setoriais. A valoriza\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es financeiras beneficiou o PIBB11 e o BOVA11, enquanto o DIVO11 combinou bancos com seguradoras, empresas de energia e utilities. O MATB11 avan\u00e7ou com uma carteira concentrada em siderurgia, minera\u00e7\u00e3o e papel e celulose.<\/p>\n<h2>BNKS11 (Investo): <span style=\"color: #00db77\">+1,92%<\/span><\/h2>\n<p>O BNKS11 liderou o ranking com alta de +1,92%. O ETF replica o \u00cdndice Brasil Bancos B3, uma carteira de retorno total formada por bancos brasileiros com liquidez comprovada e limite de participa\u00e7\u00e3o por companhia.<\/p>\n<p>Na composi\u00e7\u00e3o de 8 de setembro, Banco do Brasil representava 20,84%, BTG Pactual, 20,37%, Ita\u00fa Unibanco PN, 18,13%, Bradesco PN, 15,58%, Santander, 11,68%, e Bradesco ON, 3,95%. Essas seis posi\u00e7\u00f5es respondiam por mais de 90% da carteira.<\/p>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o permitiu que o ETF capturasse diretamente a valoriza\u00e7\u00e3o do setor. Banco do Brasil, Bradesco, Ita\u00fa e BTG Pactual avan\u00e7aram com for\u00e7a na quinta-feira, sess\u00e3o em que as a\u00e7\u00f5es financeiras conduziram a alta do mercado brasileiro. O BNKS11 encerrou a sexta-feira com ganho adicional de 0,41%, preservando a lideran\u00e7a semanal.<\/p>\n<h2>BBOI11 (BB Asset): <span style=\"color: #00db77\">+1,46%<\/span><\/h2>\n<p>O BBOI11 ficou em segundo lugar, com retorno de +1,46%. O ETF acompanha o mercado futuro de boi gordo negociado na B3, diferenciando-se dos demais fundos do ranking por oferecer exposi\u00e7\u00e3o a uma commodity agropecu\u00e1ria, e n\u00e3o a a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Os contratos subiram principalmente no come\u00e7o da semana. Na ter\u00e7a-feira, os vencimentos de setembro de 2026 a mar\u00e7o de 2027 avan\u00e7aram entre 0,70% e 1,07%. Na quarta-feira, as altas variaram de 0,25% a 1,32%, com valoriza\u00e7\u00e3o mais intensa nos contratos de novembro, dezembro e janeiro.<\/p>\n<p>A curva devolveu parte do movimento na quinta-feira, quando os principais vencimentos ca\u00edram, mas voltou a fechar majoritariamente no campo positivo na sexta-feira. O contrato para novembro terminou em R$ 384,20 por arroba, dezembro fechou no mesmo valor e janeiro de 2027 encerrou em R$ 385,05.<\/p>\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o acumulada nos vencimentos futuros sustentou o avan\u00e7o do ETF. O mercado \u00e0 vista terminou a sexta-feira em R$ 349,50 por arroba no indicador Esalq\/B3, abaixo dos pre\u00e7os dos contratos a partir de outubro.<\/p>\n<h2>FIND11 (Ita\u00fa Asset): <span style=\"color: #00db77\">+1,26%<\/span><\/h2>\n<p>O ETF replica o \u00cdndice Financeiro da B3, que re\u00fane empresas representativas dos segmentos de bancos, servi\u00e7os financeiros, previd\u00eancia e seguros.<\/p>\n<p>Na carteira de agosto, Ita\u00fa Unibanco representava 17,70%, B3, 17,69%, Bradesco PN, 15,62%, BTG Pactual, 14,26%, Banco do Brasil, 12,86%, e BB Seguridade, 5,43%. As seis posi\u00e7\u00f5es concentravam mais de 83% do portf\u00f3lio.<\/p>\n<p>Na quinta-feira, B3 subiu 2,14%, Ita\u00fa avan\u00e7ou 1,83%, Bradesco PN ganhou 3,88%, BTG Pactual teve alta de 2,35% e Banco do Brasil valorizou 2,80%. Caixa Seguridade tamb\u00e9m subiu 2,73%. A alta simult\u00e2nea das maiores posi\u00e7\u00f5es levou o FIND11 a avan\u00e7ar 2,71% na sess\u00e3o.<\/p>\n<p>A realiza\u00e7\u00e3o de 0,66% na sexta-feira reduziu parte do ganho, mas n\u00e3o anulou o avan\u00e7o constru\u00eddo anteriormente. O ETF encerrou a semana na terceira posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>PIBB11 (Ita\u00fa Asset): <span style=\"color: #00db77\">+1,25%<\/span><\/h2>\n<p>O fundo acompanha o IBrX 50, \u00edndice de retorno total formado pelos 50 ativos de maior negociabilidade e representatividade do mercado acion\u00e1rio brasileiro.<\/p>\n<p>A carteira tinha Vale com 13,39%, Ita\u00fa Unibanco com 9,05%, Petrobras PN com 7,86%, Petrobras ON com 6,84%, Axia Energia com 4,55%, Sabesp com 4,02%, Bradesco PN com 3,92%, B3 com 3,53% e BTG Pactual com 3,12%. O setor financeiro era a maior exposi\u00e7\u00e3o, com 24,62%, seguido por energia, materiais b\u00e1sicos e utilities.<\/p>\n<p>Os bancos deram a principal sustenta\u00e7\u00e3o ao resultado. Ita\u00fa, Bradesco, B3, BTG Pactual e Banco do Brasil estavam entre as posi\u00e7\u00f5es relevantes e participaram da alta do setor financeiro. Utilities e empresas de grande capitaliza\u00e7\u00e3o ampliaram a diversifica\u00e7\u00e3o, enquanto a exposi\u00e7\u00e3o a Petrobras e Vale perdeu for\u00e7a no encerramento da semana.<\/p>\n<p>A combina\u00e7\u00e3o entre bancos, energia, minera\u00e7\u00e3o e utilities levou o PIBB11 a superar o BOVA11 em 0,20 ponto percentual no per\u00edodo.<\/p>\n<h2>MATB11 (Ita\u00fa Asset): <span style=\"color: #00db77\">+1,14%<\/span><\/h2>\n<p>O ETF replica o IMAT, \u00edndice da B3 formado pelas empresas mais representativas do setor de materiais b\u00e1sicos, incluindo minera\u00e7\u00e3o, siderurgia, ind\u00fastria qu\u00edmica e papel e celulose.<\/p>\n<p>A carteira de agosto tinha Gerdau PN com 21,48%, Suzano com 19,40%, Vale com 18,10%, Klabin com 10,94%, CSN Minera\u00e7\u00e3o com 7,01% e Metal\u00fargica Gerdau com 6,21%. As seis posi\u00e7\u00f5es representavam mais de 83% do portf\u00f3lio.<\/p>\n<p>Gerdau, maior posi\u00e7\u00e3o do fundo, subiu 1,42% na ter\u00e7a-feira, 2,36% na quinta e 0,35% na sexta-feira. O desempenho da sider\u00fargica compensou a fraqueza de parte das empresas ligadas \u00e0 minera\u00e7\u00e3o e sustentou o retorno positivo do MATB11.<\/p>\n<p>A queda de 0,46% do ETF na sexta-feira reduziu o avan\u00e7o acumulado, mas n\u00e3o retirou o fundo do grupo das maiores altas semanais.<\/p>\n<h2>BOVA11 (BlackRock): <span style=\"color: #00db77\">+1,05%<\/span><\/h2>\n<p>O BOVA11 avan\u00e7ou +1,05%, acompanhando de perto a valoriza\u00e7\u00e3o do Ibovespa. O ETF replica o principal \u00edndice do mercado acion\u00e1rio brasileiro, com exposi\u00e7\u00e3o relevante a Ita\u00fa Unibanco, Petrobras, Bradesco, Vale, Banco do Brasil, B3 e BTG Pactual.<\/p>\n<p>Os bancos foram o principal vetor positivo. Na quinta-feira, Bradesco ganhou 3,9%, Banco do Brasil subiu 2,8% e Ita\u00fa avan\u00e7ou 1,8%. O movimento permitiu que o mercado brasileiro se descolasse das perdas registradas em Nova York.<\/p>\n<p>Na sexta-feira, o BOVA11 recuou 0,73%, acompanhando a realiza\u00e7\u00e3o de lucros e a fraqueza das commodities. A perda do \u00faltimo preg\u00e3o reduziu o retorno semanal para <strong>+1,05%<\/strong>, colocando o ETF na sexta posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>DIVO11 (Ita\u00fa Asset): <span style=\"color: #00db77\">+0,83%<\/span><\/h2>\n<p>O DIVO11 completou o ranking com alta de +0,83%. O fundo acompanha o IDIV, \u00edndice formado por empresas que se destacam na distribui\u00e7\u00e3o de dividendos e juros sobre capital pr\u00f3prio.<\/p>\n<p>A carteira reunia principalmente bancos, seguradoras, empresas de energia, utilities e companhias de materiais b\u00e1sicos. Ita\u00fasa, Petrobras, BB Seguridade, Bradesco, Copel, Ita\u00fa, Vale, Vibra, Banco do Brasil e Cemig estavam entre as posi\u00e7\u00f5es relevantes.<\/p>\n<p>Ita\u00fa e Bradesco sustentaram parte importante do desempenho semanal, enquanto seguradoras, holdings e utilities ampliaram a diversifica\u00e7\u00e3o. Em sentido contr\u00e1rio, Banco do Brasil caiu na sexta-feira, e Petrobras e Vale perderam for\u00e7a no encerramento.<\/p>\n<p>Essa compensa\u00e7\u00e3o deixou o DIVO11 abaixo dos ETFs mais concentrados no setor financeiro. Ainda assim, o fundo preservou retorno positivo e encerrou o grupo das sete maiores altas.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<div>\n<p><span style=\"font-size: 10pt\"><em><strong>Dados exclusivos do DEX PRO. Este conte\u00fado tem car\u00e1ter exclusivamente informativo e n\u00e3o constitui recomenda\u00e7\u00e3o de investimento, compra ou venda de ativos.<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O BNKS11 liderou as altas entre os ETFs de \u00edndices da B3 na semana encerrada em 11 de setembro, com retorno de +1,92%. O BBOI11 ficou em segundo lugar, com +1,46%, apoiado pela valoriza\u00e7\u00e3o acumulada dos contratos futuros de boi gordo. 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