{"id":1662,"date":"2026-09-16T08:15:31","date_gmt":"2026-09-16T11:15:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/?post_type=noticias&#038;p=1662"},"modified":"2026-09-16T08:15:31","modified_gmt":"2026-09-16T11:15:31","slug":"semicondutores-etfs-tecnologia-desempenho-2026","status":"publish","type":"noticias","link":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/en\/noticias\/semicondutores-etfs-tecnologia-desempenho-2026\/","title":{"rendered":"Semicondutores ampliam vantagem entre os ETFs de tecnologia em 2026"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_1664\" style=\"width: 660px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1664\" class=\"wp-image-1664 \" src=\"http:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/images-39.jpg\" alt=\"chip11-investo-maiores-altas-etf-2026-xp-asset\" width=\"650\" height=\"417\" srcset=\"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/images-39.jpg 691w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/images-39-300x192.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px\" \/><p id=\"caption-attachment-1664\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9ditos: Adobe Stock<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os cinco ETFs encerraram o per\u00edodo com retornos positivos, mas a diferen\u00e7a entre o primeiro e o quinto colocado chegou a 30,44 pontos percentuais. O CHIP11 avan\u00e7ou <strong>+39,62%<\/strong>, seguido por UTEC11, com <strong>+17,73%<\/strong>, USTK11, com <strong>+17,38%<\/strong>, QQQQ11, com <strong>+16,54%<\/strong>, e TECK11, com <strong>+9,18%<\/strong>.<\/p>\n<p>A principal separa\u00e7\u00e3o ocorreu entre semicondutores e tecnologia ampla. A procura por GPUs, aceleradores de intelig\u00eancia artificial, mem\u00f3ria de alta largura de banda, equipamentos de fabrica\u00e7\u00e3o e capacidade de produ\u00e7\u00e3o avan\u00e7ada impulsionou diferentes partes da cadeia de chips. Os investimentos de grandes plataformas de nuvem e empresas de tecnologia mantiveram elevada a demanda por componentes destinados a data centers.<\/p>\n<p>O movimento foi acompanhado por forte dispers\u00e3o entre as a\u00e7\u00f5es. At\u00e9 meados de setembro, Nvidia acumulava alta de 19,3% em 2026, Taiwan Semiconductor avan\u00e7ava 63,4%, Micron subia 514,8%, AMD ganhava 216,9%, ASML valorizava 97,1% e Applied Materials avan\u00e7ava 150,7%. Broadcom, por outro lado, registrava queda de 3,4%.<\/p>\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o do real limitou o resultado dos produtos negociados na B3. O d\u00f3lar caiu 6,88% frente \u00e0 moeda brasileira entre o in\u00edcio do ano e setembro. Como as carteiras internacionais s\u00e3o convertidas para reais, a queda da moeda americana retirou parte do retorno produzido pelas a\u00e7\u00f5es no exterior.<\/p>\n<h2><strong>CHIP11 (Investo): <span style=\"color: #00db77\">+39,62%<\/span><\/strong><\/h2>\n<p>O CHIP11, da Investo, liderou o ranking com retorno de <strong>+39,62%<\/strong>. O ETF replica no Brasil o VanEck Semiconductor ETF e acompanha uma carteira formada por 25 das maiores e mais l\u00edquidas empresas de semicondutores e equipamentos relacionados listadas nos Estados Unidos. Para integrar o \u00edndice, as companhias precisam obter pelo menos metade da receita no segmento.<\/p>\n<p>Na composi\u00e7\u00e3o de 31 de agosto, Nvidia representava 23,45% da carteira, seguida por Taiwan Semiconductor, com 9,65%, Broadcom, com 6,11%, Micron, com 5,61%, AMD, com 5,29%, e ASML, com 5,08%. Essas seis companhias concentravam 55,19% do portf\u00f3lio.<\/p>\n<p>A carteira capturou a valoriza\u00e7\u00e3o de diferentes partes da cadeia de intelig\u00eancia artificial. Nvidia permaneceu exposta \u00e0 demanda por processadores para treinamento e infer\u00eancia. Taiwan Semiconductor fabrica chips avan\u00e7ados para empresas como Nvidia, Apple, AMD e Broadcom. A Micron foi beneficiada pela procura por mem\u00f3ria de alta largura de banda para aceleradores de intelig\u00eancia artificial.<\/p>\n<p>A amplitude da valoriza\u00e7\u00e3o explica por que o ETF avan\u00e7ou mais que as estrat\u00e9gias de tecnologia ampla. Micron, AMD, Applied Materials, Lam Research, ASML e Taiwan Semiconductor acumularam ganhos expressivos, distribuindo o retorno entre mem\u00f3ria, design, fabrica\u00e7\u00e3o e equipamentos. Mesmo com a queda do d\u00f3lar frente ao real e as corre\u00e7\u00f5es registradas em julho e setembro, o avan\u00e7o entre abril e junho sustentou a lideran\u00e7a do CHIP11.<\/p>\n<h2><span style=\"color: #000000\"><strong>UTEC11 (XP Asset): <span style=\"color: #00db77\">+17,73%<\/span><\/strong><\/span><\/h2>\n<p>O UTEC11, da XP Asset, avan\u00e7ou <strong>+17,73%<\/strong> em 2026. O ETF acompanha um \u00edndice que re\u00fane empresas americanas de grande, m\u00e9dia e pequena capitaliza\u00e7\u00e3o classificadas no setor de tecnologia da informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A metodologia oferece uma exposi\u00e7\u00e3o mais ampla que a do CHIP11. O universo inclui companhias de software, hardware, semicondutores, equipamentos de comunica\u00e7\u00e3o, servi\u00e7os e infraestrutura tecnol\u00f3gica. Essa diversifica\u00e7\u00e3o permitiu que o fundo participasse do crescimento da intelig\u00eancia artificial sem depender exclusivamente da ind\u00fastria de chips.<\/p>\n<p>O retorno ficou pr\u00f3ximo ao do USTK11, que acompanha outro \u00edndice amplo de tecnologia americana. A diferen\u00e7a para o CHIP11 veio da menor concentra\u00e7\u00e3o nos segmentos que mais avan\u00e7aram no per\u00edodo. Enquanto fabricantes de mem\u00f3ria, equipamentos e processadores registraram ganhos superiores, a carteira ampla tamb\u00e9m carregou empresas de software e hardware com desempenhos mais moderados.<\/p>\n<p>O fundo avan\u00e7ou com for\u00e7a em abril e maio, mas devolveu parte da valoriza\u00e7\u00e3o em mar\u00e7o e julho. O saldo permaneceu positivo em <strong>+17,73%<\/strong>, apesar da valoriza\u00e7\u00e3o do real, que reduziu a convers\u00e3o dos ganhos externos para a cota negociada na B3.<\/p>\n<h2><strong>USTK11 (Investo): <span style=\"color: #00db77\">+17,38%<\/span><\/strong><\/h2>\n<p>O fundo replica no Brasil o Vanguard Information Technology ETF, que investia em mais de 300 empresas americanas do setor de tecnologia.<\/p>\n<p>A carteira era concentrada nas maiores companhias. Nvidia representava 17,15%, Apple, 16,24%, Microsoft, 10,96%, Broadcom, 4,21%, Micron, 3,82%, e AMD, 3,18%. As tr\u00eas maiores posi\u00e7\u00f5es somavam 44,35% do portf\u00f3lio.<\/p>\n<p>Os semicondutores eram a maior exposi\u00e7\u00e3o setorial, com 36,25%, seguidos por hardware, armazenamento e perif\u00e9ricos, com 20,42%, sistemas de software, com 16,02%, e software de aplicativos, com 8,57%. A carteira participou diretamente da expans\u00e3o da cadeia de intelig\u00eancia artificial, mas tamb\u00e9m manteve forte depend\u00eancia de Apple e Microsoft.<\/p>\n<p>A diversifica\u00e7\u00e3o reduziu a intensidade do retorno em compara\u00e7\u00e3o com o CHIP11. Os ganhos de Nvidia, Micron, AMD e fabricantes de equipamentos foram dilu\u00eddos por mais de 300 posi\u00e7\u00f5es e por segmentos que n\u00e3o acompanharam a mesma velocidade dos semicondutores. A valoriza\u00e7\u00e3o do real tamb\u00e9m limitou o resultado em moeda brasileira.<\/p>\n<h2><strong>QQQQ11 (Buena Vista): <span style=\"color: #00db77\">+16,54%<\/span><\/strong><\/h2>\n<p>O QQQQ11, da Buena Vista, avan\u00e7ou <strong>+16,54%<\/strong> no acumulado do ano. O ETF acompanha o Nasdaq-100 High Beta Index, formado pelo quartil de a\u00e7\u00f5es do Nasdaq 100 com os maiores betas intr\u00ednsecos em rela\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3prio \u00edndice.<\/p>\n<p>A sele\u00e7\u00e3o concentrava empresas mais sens\u00edveis \u00e0s oscila\u00e7\u00f5es do mercado. Na carteira de 29 de junho, Nvidia representava 9,22%, Amazon, 7,25%, Micron, 6,30%, Broadcom, 6,22%, Tesla, 6,14%, Applied Materials, 6,00%, AMD, 5,64%, e Meta, 5,55%.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o a Micron, AMD, Applied Materials e Nvidia conectou diretamente o fundo \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o da infraestrutura de intelig\u00eancia artificial. Ao mesmo tempo, a carteira incluiu empresas de com\u00e9rcio eletr\u00f4nico, ve\u00edculos el\u00e9tricos, plataformas digitais e software, produzindo um retorno menos concentrado na cadeia de semicondutores.<\/p>\n<p>O Nasdaq 100 avan\u00e7ou em 2026, sustentado por tecnologia e intelig\u00eancia artificial, mas atravessou per\u00edodos relevantes de corre\u00e7\u00e3o. A sele\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de maior beta ampliou a participa\u00e7\u00e3o do QQQQ11 nos movimentos de recupera\u00e7\u00e3o, permitindo retorno de <strong>+16,54%<\/strong> mesmo com o efeito negativo do c\u00e2mbio.<\/p>\n<h2><strong>TECK11 (Ita\u00fa Asset): <span style=\"color: #00db77\">+9,18%<\/span><\/strong><\/h2>\n<p>O TECK11, da Ita\u00fa Asset, avan\u00e7ou <strong>+9,18%<\/strong> em 2026. O ETF acompanha o NYSE FANG+, \u00edndice formado por dez empresas de tecnologia e consumo com caracter\u00edsticas de crescimento e pesos iguais em cada rebalanceamento.<\/p>\n<p>A carteira reunia Meta, Apple, Amazon, Netflix, Microsoft, Alphabet, Micron, Nvidia, Palantir e Broadcom. A pondera\u00e7\u00e3o igualit\u00e1ria impediu que as companhias de maior valor de mercado dominassem automaticamente o resultado do \u00edndice.<\/p>\n<p>O fundo participou da valoriza\u00e7\u00e3o de Nvidia e, principalmente, de Micron, al\u00e9m do desempenho das grandes plataformas de nuvem e intelig\u00eancia artificial. Entretanto, a carteira tinha apenas dez posi\u00e7\u00f5es e n\u00e3o inclu\u00eda fabricantes como Taiwan Semiconductor, AMD, ASML, Applied Materials e Lam Research, que estiveram entre os destaques do setor em 2026.<\/p>\n<p>Essa composi\u00e7\u00e3o explica a dist\u00e2ncia para os ETFs de tecnologia ampla e para o CHIP11. O retorno dependeu de um grupo reduzido de grandes empresas e de uma pondera\u00e7\u00e3o que distribu\u00eda igualmente a contribui\u00e7\u00e3o entre as dez posi\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, a queda do d\u00f3lar frente ao real reduziu o desempenho convertido para a cota brasileira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Dados exclusivos do DEX PRO. Este conte\u00fado tem car\u00e1ter exclusivamente informativo e n\u00e3o constitui recomenda\u00e7\u00e3o de investimento, compra ou venda de ativos.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O CHIP11 liderou o grupo no acumulado de 2026, com retorno de +39,62%, impulsionado pela expans\u00e3o dos investimentos em infraestrutura de intelig\u00eancia artificial. 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