{"id":1803,"date":"2026-09-18T15:45:23","date_gmt":"2026-09-18T18:45:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/?post_type=noticias&#038;p=1803"},"modified":"2026-09-18T15:45:23","modified_gmt":"2026-09-18T18:45:23","slug":"defensividade-preserva-ganhos-alto-beta-amplia-perdas","status":"publish","type":"noticias","link":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/en\/noticias\/defensividade-preserva-ganhos-alto-beta-amplia-perdas\/","title":{"rendered":"Defensividade preserva ganhos, enquanto alto beta amplia perdas entre ETFs de fatores"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_1807\" style=\"width: 645px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1807\" class=\" wp-image-1807\" src=\"http:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-1956949830-612x612-1.jpg\" alt=\"etf-fatores-investimento-high11-bmmt11-bvbr11\" width=\"635\" height=\"423\" srcset=\"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-1956949830-612x612-1.jpg 612w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-1956949830-612x612-1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 635px) 100vw, 635px\" \/><p id=\"caption-attachment-1807\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9ditos: Adobe Stock<\/p><\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O desempenho dos oito ETFs variou entre a alta de 0,22% do BVBR11 e a queda de 1,71% do HIGH11. O BMMT11 avan\u00e7ou 0,10%, enquanto o LVOL11 ficou pr\u00f3ximo da estabilidade, com ganho de 0,02%. AUVP11, DIVO11, NSDV11 e QLBR11 recuaram 0,14%, 0,59%, 0,70% e 0,85%, respectivamente.<\/p>\n<p>O Ibovespa recuperou uma queda intradi\u00e1ria superior a 1% e encerrou o preg\u00e3o com alta de 0,24%, aos 185.992 pontos. A sess\u00e3o foi marcada pela repercuss\u00e3o do quinto corte consecutivo da Selic, para 13,75% ao ano, pela cautela com o cen\u00e1rio fiscal e pela melhora das bolsas internacionais ao longo do dia. O d\u00f3lar e os juros futuros tamb\u00e9m reverteram as altas intradi\u00e1rias e terminaram em queda.<\/p>\n<p>O ganho do \u00edndice amplo, por\u00e9m, n\u00e3o representou o comportamento da maior parte das a\u00e7\u00f5es. Materiais b\u00e1sicos avan\u00e7aram 0,86%, utilities subiram 0,15% e o setor financeiro ganhou apenas 0,08%. Em sentido contr\u00e1rio, o \u00edndice imobili\u00e1rio caiu 2,38%, consumo recuou 0,68% e ind\u00fastria perdeu 0,31%. Entre as maiores quedas do Ibovespa estavam CSN Minera\u00e7\u00e3o, com 5,59%, Cury, com 5,15%, Marcopolo, com 5,08%, Tenda, com 4,97%, e MRV, com 4,90%.<\/p>\n<p>Essa dispers\u00e3o atingiu diretamente as estrat\u00e9gias. Os ETFs defensivos tinham maior presen\u00e7a de grandes bancos, utilities, seguradoras e companhias maduras. Os produtos de alto beta, qualidade multifator e dividendos inteligentes carregavam pesos mais relevantes em constru\u00e7\u00e3o, consumo c\u00edclico, minera\u00e7\u00e3o e outras a\u00e7\u00f5es que sofreram perdas expressivas.<\/p>\n<h2>BVBR11 (Investo): <span style=\"color: #00db77\">+0,22%<\/span><\/h2>\n<p>O BVBR11 liderou com alta de 0,22%. O fundo combina crit\u00e9rios de qualidade, valor e baixa volatilidade, al\u00e9m de priorizar empresas com hist\u00f3rico consistente de dividendos. Servi\u00e7os financeiros representavam 31,76% da carteira, seguidos por materiais, com 19,21%, energia, com 19,14%, e utilities, com 14,31%.<\/p>\n<p>As maiores posi\u00e7\u00f5es eram Vale, com 15,30%, Petrobras PN, com 14,60%, Ita\u00fa Unibanco, com 11,48%, Bradesco, com 5,26%, e Ita\u00fasa, com 4,86%. O fundo tamb\u00e9m mantinha exposi\u00e7\u00e3o a Axia Energia, Santander Brasil, Ambev e WEG.<\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o elevada em materiais permitiu ao ETF capturar a melhora do setor, que avan\u00e7ou 0,86% com o suporte do min\u00e9rio de ferro. Utilities tamb\u00e9m terminaram no campo positivo, enquanto o setor financeiro ficou pr\u00f3ximo da estabilidade. Esses movimentos compensaram a press\u00e3o exercida pela queda do petr\u00f3leo sobre a Petrobras.<\/p>\n<p>O resultado mostra que a lideran\u00e7a n\u00e3o decorreu apenas da baixa volatilidade. A combina\u00e7\u00e3o entre Vale, grandes bancos, utilities e consumo n\u00e3o c\u00edclico reduziu a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0s perdas mais fortes observadas em incorporadoras e outras empresas c\u00edclicas.<\/p>\n<p>O BVBR11 recua 1,04% na semana, mas acumula alta de 10,79% no m\u00eas e de 13,71% no ano. O retorno de 12 meses n\u00e3o estava preenchido na base.<\/p>\n<h2>BMMT11 (Bradesco Asset): <span style=\"color: #00db77\">+0,10%<\/span><\/h2>\n<p>O BMMT11 avan\u00e7ou 0,10%. O ETF acompanha o Morningstar Brazil Target Momentum Index, que seleciona 30 a\u00e7\u00f5es brasileiras com base em m\u00e9tricas recentes de desempenho e lucratividade. As posi\u00e7\u00f5es recebem pesos iguais, evitando que o retorno seja dominado pelas maiores empresas da Bolsa.<\/p>\n<p>A pondera\u00e7\u00e3o igualit\u00e1ria foi relevante em uma sess\u00e3o na qual o Ibovespa ficou no campo positivo, mas v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es de grande sensibilidade ao ciclo dom\u00e9stico registraram quedas acentuadas. A estrat\u00e9gia n\u00e3o depende da concentra\u00e7\u00e3o tradicional em Vale, Petrobras e grandes bancos, distribuindo o risco entre os 30 pap\u00e9is selecionados pelo fator momentum.<\/p>\n<p>O ganho moderado indica que as tend\u00eancias capturadas pela carteira resistiram parcialmente \u00e0 dispers\u00e3o negativa. Entretanto, a composi\u00e7\u00e3o completa do fundo para 17 de setembro n\u00e3o estava dispon\u00edvel. Por isso, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel atribuir os 0,10% a a\u00e7\u00f5es espec\u00edficas sem extrapolar as informa\u00e7\u00f5es conhecidas.<\/p>\n<p>O BMMT11 recua 0,51% na semana, mas sobe 9,94% no m\u00eas, 10,66% no ano e 19,67% em 12 meses.<\/p>\n<h2>LVOL11 (Nu Asset): <span style=\"color: #00db77\">+0,02%<\/span><\/h2>\n<p>O LVOL11 ficou praticamente est\u00e1vel, com alta de 0,02%. O fundo seleciona as a\u00e7\u00f5es de menor volatilidade dentro do universo do Ibovespa, com uma carteira distribu\u00edda principalmente entre utilities, servi\u00e7os financeiros e materiais b\u00e1sicos.<\/p>\n<p>Utilities representavam 32,5% da aloca\u00e7\u00e3o e o setor financeiro respondia por 25,4%. Entre as maiores posi\u00e7\u00f5es estavam BB Seguridade, com 4,94%, Klabin, com 4,72%, Taesa, com 4,60%, Cemig, com 4,45%, Ita\u00fasa e Caixa Seguridade, ambas com 4,21%.<\/p>\n<p>A carteira tamb\u00e9m mantinha posi\u00e7\u00f5es relevantes em Copel, Equatorial, ISA Energia Brasil, Engie Brasil, CPFL Energia e Telef\u00f4nica Brasil. Esse conjunto reduziu a depend\u00eancia de incorporadoras, varejistas e outras companhias mais sens\u00edveis \u00e0s oscila\u00e7\u00f5es do mercado.<\/p>\n<p>O \u00edndice de utilities avan\u00e7ou 0,15%, enquanto o financeiro ficou pr\u00f3ximo da estabilidade. A combina\u00e7\u00e3o ajudou o fundo a preservar o capital em uma sess\u00e3o na qual v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es de alto beta sofreram perdas pr\u00f3ximas ou superiores a 5%.<\/p>\n<p>O LVOL11 recua 0,48% na semana, mas acumula alta de 10,99% no m\u00eas, 10,93% no ano e 24,59% em 12 meses.<\/p>\n<h2>AUVP11 (BTG Pactual): <span style=\"color: #ff0000\">-0,14%<\/span><\/h2>\n<p>O AUVP11 recuou 0,14%. O fundo seleciona empresas com base em rentabilidade, efici\u00eancia operacional e controle de alavancagem. A metodologia exige hist\u00f3rico de lucratividade e exclui setores como varejo, prote\u00edna animal e transporte a\u00e9reo.<\/p>\n<p>A carteira era concentrada nas maiores empresas do mercado. Ita\u00fa Unibanco representava 15,69%, Petrobras PN 14,73%, Petrobras ON 12,98%, Bradesco 6,88% e B3 6,02%. As cinco posi\u00e7\u00f5es somavam 56,30% do portf\u00f3lio.<\/p>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o em Petrobras, que alcan\u00e7ava 27,71% considerando as duas classes de a\u00e7\u00f5es, limitou o desempenho em uma sess\u00e3o de queda do petr\u00f3leo. A exposi\u00e7\u00e3o aos bancos tamb\u00e9m ofereceu pouco suporte, pois o setor financeiro avan\u00e7ou apenas 0,08%.<\/p>\n<p>A aus\u00eancia de empresas de varejo e transporte a\u00e9reo reduziu a exposi\u00e7\u00e3o a segmentos de maior risco, mas n\u00e3o foi suficiente para compensar o peso elevado de petr\u00f3leo e a participa\u00e7\u00e3o relevante do setor financeiro. Ainda assim, o fundo terminou com queda menor que a dos ETFs de dividendos, qualidade multifator e alto beta.<\/p>\n<p>O AUVP11 recua 0,62% na semana, mas avan\u00e7a 13,33% no m\u00eas, 14,68% no ano e 26,42% em 12 meses.<\/p>\n<h2>DIVO11 (Ita\u00fa Asset): <span style=\"color: #ff0000\">-0,59%<\/span><\/h2>\n<p>O DIVO11 caiu 0,59%. O fundo acompanha o \u00cdndice Dividendos, da B3, que seleciona ativos entre os maiores dividend yields dos \u00faltimos 36 meses e reinveste os proventos recebidos.<\/p>\n<p>O setor financeiro representava 33,65% da carteira, utilities 19,23% e energia 11,32%. As maiores posi\u00e7\u00f5es eram Ita\u00fasa, com 5,91%, Petrobras PN, com 5,52%, BB Seguridade, com 5,22%, Petrobras ON, com 5,15%, e Bradesco ON, com 4,89%.<\/p>\n<p>A combina\u00e7\u00e3o de bancos, seguradoras, el\u00e9tricas e saneamento conferiu diversifica\u00e7\u00e3o ao fundo, mas o setor financeiro ofereceu pouco suporte. A queda do petr\u00f3leo pressionou a parcela de energia, enquanto posi\u00e7\u00f5es menores em a\u00e7\u00f5es c\u00edclicas e imobili\u00e1rias tamb\u00e9m limitaram o resultado.<\/p>\n<p>O retorno ficou 0,11 ponto percentual acima do NSDV11. O DIVO11 tinha uma carteira mais ampla, com 51 ativos, e menor depend\u00eancia individual das construtoras, mineradoras e empresas industriais que figuraram entre as maiores perdas da sess\u00e3o.<\/p>\n<p>O ETF recua 1,13% na semana, mas acumula alta de 10,79% no m\u00eas, 13,22% no ano e 23,82% em 12 meses.<\/p>\n<h2>NSDV11 (Nu Asset): <span style=\"color: #ff0000\">-0,70%<\/span><\/h2>\n<p>O NSDV11 recuou 0,70%. O fundo acompanha o Ibov Smart Dividendos, que seleciona empresas do Ibovespa com hist\u00f3rico consistente de pagamentos nos seis anos anteriores. A pondera\u00e7\u00e3o considera dividend yield, recorr\u00eancia e estabilidade dos proventos.<\/p>\n<p>Utilities representavam 34,5% da carteira, o setor financeiro 28,7% e materiais b\u00e1sicos 14,8%. As maiores posi\u00e7\u00f5es eram Cemig, com 6,27%, Banco do Brasil, com 6,15%, Taesa, com 6,10%, Bradesco, com 5,97%, e CPFL Energia, com 5,68%.<\/p>\n<p>A parte defensiva da carteira ajudou a limitar a queda, mas o fundo tamb\u00e9m mantinha posi\u00e7\u00f5es em empresas que sofreram perdas expressivas. CSN Minera\u00e7\u00e3o representava 5,22%, Marcopolo 4,63%, Cury 3,80% e Direcional 3,79%. CSN Minera\u00e7\u00e3o, Cury e Marcopolo ca\u00edram 5,59%, 5,15% e 5,08%, respectivamente.<\/p>\n<p>Esse conjunto ajuda a explicar por que o ETF caiu mais que o DIVO11, apesar da elevada participa\u00e7\u00e3o em utilities. A concentra\u00e7\u00e3o em 19 a\u00e7\u00f5es tornou o resultado mais sens\u00edvel \u00e0s quedas das posi\u00e7\u00f5es c\u00edclicas e de materiais b\u00e1sicos.<\/p>\n<p>O NSDV11 recua 1,96% na semana e apresenta alta de 8,24% no m\u00eas, 8,02% no ano e 20,05% em 12 meses.<\/p>\n<h2>QLBR11 (Investo): <span style=\"color: #ff0000\">-0,85%<\/span><\/h2>\n<p>O QLBR11 perdeu 0,85%. O fundo acompanha um \u00edndice multifator que combina qualidade e valuation, selecionando empresas com base em liquidez, efici\u00eancia operacional, rentabilidade, solidez financeira e pre\u00e7o relativo.<\/p>\n<p>A carteira se diferenciava das estrat\u00e9gias mais concentradas nas maiores empresas do Ibovespa. As principais posi\u00e7\u00f5es eram XP, com 6,86%, Suzano, com 5,76%, BB Seguridade, com 5,51%, Ita\u00fasa, com 5,39%, e Porto Seguro, com 4,11%.<\/p>\n<p>O ponto de maior press\u00e3o estava na composi\u00e7\u00e3o setorial. Consumo c\u00edclico representava 32,63% da carteira e mercado imobili\u00e1rio, 8,88%. Entre as principais posi\u00e7\u00f5es estavam Cyrela, com 3,99%, Cury, com 3,35%, al\u00e9m de exposi\u00e7\u00f5es a Tenda, Direcional, JHSF, EZTEC, Lavvi e Even.<\/p>\n<p>O \u00edndice imobili\u00e1rio caiu 2,38%, enquanto Cury perdeu 5,15% e Tenda recuou 4,97%. A exposi\u00e7\u00e3o diversificada a incorporadoras e empresas de consumo c\u00edclico sobrep\u00f4s a contribui\u00e7\u00e3o defensiva de seguradoras, utilities e Ita\u00fasa.<\/p>\n<p>O resultado mostra que a sele\u00e7\u00e3o por qualidade financeira n\u00e3o equivale necessariamente \u00e0 baixa volatilidade no curto prazo. Uma empresa pode atender aos crit\u00e9rios de lucratividade, efici\u00eancia e valuation e, ainda assim, manter sensibilidade elevada ao ciclo dom\u00e9stico e aos juros.<\/p>\n<p>O QLBR11 recua 1,26% na semana, mas avan\u00e7a 10,53% no m\u00eas e 3,29% no ano. O retorno de 12 meses n\u00e3o estava preenchido na base.<\/p>\n<h2>HIGH11 (Nu Asset): <span style=\"color: #ff0000\">-1,71%<\/span><\/h2>\n<p>O HIGH11 registrou a maior queda do grupo, de 1,71%. O fundo seleciona as a\u00e7\u00f5es de maior beta do Ibovespa, buscando ampliar a resposta da carteira \u00e0s oscila\u00e7\u00f5es do mercado. Essa caracter\u00edstica funciona nos dois sentidos, potencializando altas e perdas.<\/p>\n<p>Consumo c\u00edclico representava 49,1% da carteira. As maiores posi\u00e7\u00f5es eram Magazine Luiza, com 6,46%, Vamos, com 5,48%, C&amp;A, com 5,00%, Assa\u00ed, com 4,99%, e CSN, com 4,77%. O fundo tamb\u00e9m mantinha posi\u00e7\u00f5es relevantes em Yduqs, Cogna, Hapvida, Lojas Renner, MRV, Cyrela, Tenda, CSN Minera\u00e7\u00e3o, Cury e Direcional.<\/p>\n<p>V\u00e1rias dessas a\u00e7\u00f5es ficaram entre as maiores perdas do \u00edndice. CSN Minera\u00e7\u00e3o caiu 5,59%, Cury perdeu 5,15%, Tenda recuou 4,97% e MRV caiu 4,90%. O \u00edndice imobili\u00e1rio perdeu 2,38%, refor\u00e7ando a press\u00e3o sobre uma carteira com ampla exposi\u00e7\u00e3o a incorporadoras e empresas sens\u00edveis ao ciclo.<\/p>\n<p>A queda de 1,71%, mesmo com o Ibovespa em alta, mostra que o beta hist\u00f3rico n\u00e3o garante movimento di\u00e1rio na mesma dire\u00e7\u00e3o do \u00edndice. A composi\u00e7\u00e3o espec\u00edfica prevaleceu: as a\u00e7\u00f5es mais sens\u00edveis ao mercado ficaram concentradas justamente nos segmentos que mais recuaram.<\/p>\n<p>O HIGH11 cai 1,32% na semana e 11,80% no ano, apesar da alta de 12,44% no m\u00eas. Em 12 meses, acumula perda de 18,84%.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<div>\n<p><span style=\"font-size: 10pt\"><strong><em>Dados exclusivos do DEX PRO. Este conte\u00fado tem car\u00e1ter exclusivamente informativo e n\u00e3o constitui recomenda\u00e7\u00e3o de investimento, compra ou venda de ativos.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O BVBR11 liderou os ETFs de fatores no preg\u00e3o ontem, 17\/09, com alta de 0,22%, seguido pelo BMMT11, com 0,10%, e pelo LVOL11, com 0,02%. O resultado mostrou vantagem das estrat\u00e9gias defensivas e de menor volatilidade em uma sess\u00e3o de forte dispers\u00e3o entre as a\u00e7\u00f5es brasileiras. Na outra ponta, o HIGH11 caiu 1,71%, pressionado por sua exposi\u00e7\u00e3o a empresas c\u00edclicas e a\u00e7\u00f5es que figuraram entre as maiores perdas do Ibovespa.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":1804,"template":"","categories":[74],"tag_noticias":[73],"class_list":["post-1803","noticias","type-noticias","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil","tag_noticias-analise"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Defensividade preserva ganhos, enquanto alto beta amplia perdas entre ETFs de fatores - DEX | Portal de ETFs<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/noticias\/defensividade-preserva-ganhos-alto-beta-amplia-perdas\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Defensividade preserva ganhos, enquanto alto beta amplia perdas entre ETFs de fatores - DEX | Portal de ETFs\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O BVBR11 liderou os ETFs de fatores no preg\u00e3o ontem, 17\/09, com alta de 0,22%, seguido pelo BMMT11, com 0,10%, e pelo LVOL11, com 0,02%. 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