{"id":1847,"date":"2026-09-21T11:32:15","date_gmt":"2026-09-21T14:32:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/?post_type=noticias&#038;p=1847"},"modified":"2026-09-21T11:32:15","modified_gmt":"2026-09-21T14:32:15","slug":"boi-gordo-prata-lideram-etfs-commodities-semana-19-setembro-2026","status":"publish","type":"noticias","link":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/en\/noticias\/boi-gordo-prata-lideram-etfs-commodities-semana-19-setembro-2026\/","title":{"rendered":"Boi gordo e prata lideram ETFs de commodities na semana"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_1848\" style=\"width: 657px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1848\" class=\" wp-image-1848\" src=\"http:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-1140147076-612x612-1.jpg\" alt=\"boi-gordo-bb-asset-bboi11-etf-maiores-altas\" width=\"647\" height=\"431\" srcset=\"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-1140147076-612x612-1.jpg 612w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/istockphoto-1140147076-612x612-1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 647px) 100vw, 647px\" \/><p id=\"caption-attachment-1848\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9ditos: iStock<\/p><\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A semana de 13 a 19 de setembro apresentou forte dispers\u00e3o entre commodities f\u00edsicas, contratos agropecu\u00e1rios e a\u00e7\u00f5es de empresas produtoras de recursos naturais. O BBOI11 avan\u00e7ou 3,47%, enquanto o CMDB11 caiu 3,20%, uma diferen\u00e7a de 6,67 pontos percentuais entre os extremos da an\u00e1lise.<\/p>\n<p>O movimento mais consistente ocorreu nos metais preciosos. A prata acumulou alta semanal pr\u00f3xima de 3%, enquanto o ouro avan\u00e7ou de forma mais moderada. No mesmo per\u00edodo, a valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar contribuiu para os produtos internacionais negociados em reais.<\/p>\n<p>O mercado de energia come\u00e7ou a semana sob influ\u00eancia dos riscos de oferta no Oriente M\u00e9dio, mas perdeu for\u00e7a posteriormente. O Brent encerrou o per\u00edodo em queda, enquanto o petr\u00f3leo WTI registrou perda mais acentuada.<\/p>\n<p>Nas commodities agr\u00edcolas internacionais, o milho tamb\u00e9m terminou a semana no campo negativo. No Brasil, por\u00e9m, os contratos de boi gordo e milho negociados na B3 responderam a condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas do mercado dom\u00e9stico.<\/p>\n<h2>BBOI11 (BB Asset): <span style=\"color: #00db77\">+3,47%<\/span><\/h2>\n<p>O BBOI11 liderou a an\u00e1lise com alta de <strong>3,47%<\/strong>. O ETF acompanha o \u00edndice de futuros de boi gordo da B3 e, portanto, responde \u00e0 din\u00e2mica dos contratos locais da commodity, n\u00e3o ao mercado americano de gado.<\/p>\n<p>O mercado f\u00edsico brasileiro avan\u00e7ou ao longo da semana. O Indicador do Boi Gordo Cepea\/Esalq saiu de R$ 349,50 por arroba em 14 de setembro para R$ 352,90 em 18 de setembro. A cota\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m acumulava alta no m\u00eas.<\/p>\n<p>A oferta controlada de animais e a manuten\u00e7\u00e3o da demanda sustentaram os pre\u00e7os, mesmo com maior cautela dos compradores. Em S\u00e3o Paulo, as refer\u00eancias para o boi gordo e o chamado \u201cboi China\u201d tamb\u00e9m avan\u00e7aram na compara\u00e7\u00e3o semanal.<\/p>\n<p>Os contratos futuros apresentaram valoriza\u00e7\u00e3o em parte da curva. O vencimento de outubro encerrou 18 de setembro a R$ 380 por arroba, enquanto o contrato de dezembro fechou a R$ 386,40. A perspectiva de pre\u00e7os superiores aos do mercado f\u00edsico ajudou a sustentar o ETF.<\/p>\n<h2>PRAF11 (Galapagos Capital): <span style=\"color: #00db77\">+3,29%<\/span><\/h2>\n<p>O PRAF11 avan\u00e7ou <strong>3,29%<\/strong>, ficando na segunda posi\u00e7\u00e3o. O fundo acompanha o pre\u00e7o internacional da prata f\u00edsica por meio do abrdn Physical Silver Shares ETF, lastreado em barras individualmente alocadas em cofres em Londres.<\/p>\n<p>A prata ganhou aproximadamente 3% na semana, desempenho superior ao do ouro. O metal encerrou o per\u00edodo pr\u00f3ximo de US$ 67 por on\u00e7a, ap\u00f3s apresentar uma recupera\u00e7\u00e3o consistente no fim da semana.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o f\u00edsica permitiu que o PRAF11 acompanhasse diretamente a valoriza\u00e7\u00e3o internacional da prata. O fortalecimento da moeda americana diante do real tamb\u00e9m favoreceu a convers\u00e3o do ativo subjacente para a cota negociada na B3.<\/p>\n<h2>SLVR11 (XP Asset): <span style=\"color: #00db77\">+3,18%<\/span><\/h2>\n<p>O SLVR11 subiu <strong>3,18%<\/strong>, resultado pr\u00f3ximo ao do PRAF11. Os dois fundos oferecem exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 prata, mas utilizam estruturas distintas para acompanhar o metal.<\/p>\n<p>O SLVR11 acompanha uma refer\u00eancia ligada ao pre\u00e7o da prata da London Bullion Market Association, enquanto o PRAF11 investe em um ETF lastreado em prata f\u00edsica. A diferen\u00e7a de 0,11 ponto percentual entre os retornos pode refletir metodologia, custos, hor\u00e1rios de forma\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os e liquidez das cotas.<\/p>\n<p>Apesar da press\u00e3o inicial causada pelos juros americanos elevados, a prata recuperou terreno durante a semana. Al\u00e9m de funcionar como metal precioso, a prata mant\u00e9m demanda industrial, caracter\u00edstica que pode aumentar sua volatilidade em rela\u00e7\u00e3o ao ouro.<\/p>\n<h2>OROF11 (Galapagos Capital): <span style=\"color: #00db77\">+1,10%<\/span><\/h2>\n<p>O OROF11 avan\u00e7ou <strong>1,10%<\/strong>. O ETF acompanha o pre\u00e7o internacional do ouro f\u00edsico por meio do abrdn Physical Gold Shares ETF, lastreado em barras individualmente alocadas em cofres em Londres.<\/p>\n<p>O ouro come\u00e7ou a semana sob press\u00e3o. Na segunda-feira, o contrato para dezembro encerrou a US$ 4.323,30 por on\u00e7a, com queda de US$ 85,60, em um ambiente de aumento das expectativas de juros e rendimentos elevados dos t\u00edtulos americanos.<\/p>\n<p>O metal recuperou parte das perdas posteriormente e terminou a semana no campo positivo. A exposi\u00e7\u00e3o cambial acrescentou retorno ao produto negociado em reais, ajudando o OROF11 a superar a valoriza\u00e7\u00e3o internacional do ouro.<\/p>\n<h2>GOLD11 (XP Asset): <span style=\"color: #00db77\">+0,99%<\/span><\/h2>\n<p>O GOLD11 ganhou <strong>0,99%<\/strong>, acompanhando a recupera\u00e7\u00e3o do ouro e a valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar. O fundo oferece exposi\u00e7\u00e3o internacional ao metal e mant\u00e9m o componente cambial na cota negociada em reais.<\/p>\n<p>O ouro foi puxado por duas for\u00e7as opostas. A incerteza geopol\u00edtica e fiscal ofereceu suporte \u00e0 procura por prote\u00e7\u00e3o, enquanto os juros americanos elevados aumentaram o custo de oportunidade de manter um ativo sem rendimento peri\u00f3dico.<\/p>\n<p>A recupera\u00e7\u00e3o do metal no fim da semana e o fortalecimento do d\u00f3lar compensaram a queda inicial. Ainda assim, o avan\u00e7o ficou abaixo dos retornos observados nos dois ETFs de prata.<\/p>\n<h2>OURO11 (Bradesco Asset): <span style=\"color: #00db77\">+0,81%<\/span><\/h2>\n<p>O OURO11 avan\u00e7ou <strong>0,81%<\/strong>. Diferentemente dos fundos lastreados em ETFs de ouro f\u00edsico no exterior, o produto acompanha o \u00cdndice Futuro de Ouro B3 e mant\u00e9m uma carteira de instrumentos locais.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a estrutural ajuda a explicar por que o retorno ficou abaixo dos resultados de OROF11 e GOLD11. O OURO11 respondeu \u00e0 din\u00e2mica dos contratos futuros negociados no Brasil, aos juros locais e \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os durante o hor\u00e1rio da B3.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas produtos seguiram a mesma dire\u00e7\u00e3o, mas encerraram com resultados diferentes: 1,10% para OROF11, 0,99% para GOLD11 e 0,81% para OURO11.<\/p>\n<h2>DOLB11 (BTG Pactual): <span style=\"color: #00db77\">+0,42%<\/span><\/h2>\n<p>O DOLB11 subiu <strong>0,42%<\/strong>, refletindo a valoriza\u00e7\u00e3o da moeda americana frente ao real. O resultado refor\u00e7ou a contribui\u00e7\u00e3o cambial para os ETFs internacionais de metais preciosos.<\/p>\n<p>O d\u00f3lar foi sustentado pelas expectativas de juros mais altos nos Estados Unidos, pela cautela global e pela redu\u00e7\u00e3o do diferencial de taxas entre Brasil e Estados Unidos. A moeda americana tamb\u00e9m funcionou como prote\u00e7\u00e3o diante das incertezas pol\u00edticas e fiscais no mercado brasileiro.<\/p>\n<p>A alta ajuda a explicar por que os ETFs de ouro e prata negociados em reais superaram, em alguns casos, as varia\u00e7\u00f5es semanais dos metais no mercado internacional.<\/p>\n<h2>CORN11 (BB Asset): <span style=\"color: #00db77\">+0,40%<\/span><\/h2>\n<p>O CORN11 avan\u00e7ou <strong>0,40%<\/strong>. O fundo acompanha o \u00cdndice Futuro de Milho B3 e, por isso, seu desempenho n\u00e3o precisa reproduzir a varia\u00e7\u00e3o dos contratos negociados em Chicago.<\/p>\n<p>O milho internacional encerrou a semana em leve queda. No mercado brasileiro, os pre\u00e7os responderam \u00e0 oferta dom\u00e9stica, \u00e0s expectativas para a safra, \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, ao c\u00e2mbio e \u00e0 curva local de contratos futuros.<\/p>\n<p>Na primeira metade de setembro, o pre\u00e7o do milho no Brasil havia acumulado queda em rela\u00e7\u00e3o ao fim de agosto. Ao mesmo tempo, as proje\u00e7\u00f5es para os estoques mundiais da safra 2026\/2027 foram revisadas para baixo, movimento que ofereceu algum suporte \u00e0s expectativas do mercado.<\/p>\n<h2>PIPE11 (Buena Vista): <span style=\"color: #ff0000\">-0,56%<\/span><\/h2>\n<p>O PIPE11 recuou <strong>0,56%<\/strong>. O fundo oferece exposi\u00e7\u00e3o a empresas de infraestrutura de energia e utiliza uma estrat\u00e9gia de gera\u00e7\u00e3o de renda, diferenciando-se de uma posi\u00e7\u00e3o direta no pre\u00e7o do petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>O petr\u00f3leo come\u00e7ou a semana sustentado pelos riscos de oferta no Oriente M\u00e9dio e pelas interrup\u00e7\u00f5es em rotas e instala\u00e7\u00f5es de energia. O ambiente elevou as preocupa\u00e7\u00f5es com os custos de energia, frete e log\u00edstica.<\/p>\n<p>A commodity, contudo, perdeu for\u00e7a durante o per\u00edodo. O Brent encerrou a semana em queda, enquanto o WTI registrou uma perda mais intensa. O desempenho negativo do petr\u00f3leo e a press\u00e3o dos juros sobre ativos de renda contribu\u00edram para a queda do ETF.<\/p>\n<h2>RARA11 (Investo):<span style=\"color: #ff0000\"> -1,91%<\/span><\/h2>\n<p>O RARA11 caiu <strong>1,91%<\/strong>. O fundo d\u00e1 exposi\u00e7\u00e3o ao REMX, que investe em empresas globais ligadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, ao refino e \u00e0 reciclagem de terras raras, l\u00edtio, tungst\u00eanio, molibd\u00eanio e outros metais estrat\u00e9gicos.<\/p>\n<p>A carteira subjacente tinha 36 a\u00e7\u00f5es e concentrava 61,78% do patrim\u00f4nio nas dez maiores posi\u00e7\u00f5es. Entre os principais nomes estavam Albemarle, com 7,61%, PLS Group, com 7,29%, MP Materials, com 6,75%, China Northern Rare Earth, com 6,73%, Lynas Rare Earths, com 6,55%, e SQM, com 6,26%. Essa composi\u00e7\u00e3o deixou o ETF exposto n\u00e3o apenas a terras raras, mas tamb\u00e9m ao ciclo do l\u00edtio e aos mercados acion\u00e1rios da China, Austr\u00e1lia, Estados Unidos e Chile.<\/p>\n<p>No encerramento da semana, posi\u00e7\u00f5es relevantes ficaram sob press\u00e3o: Albemarle caiu 3,62%, MP Materials recuou 4,21% e SQM perdeu 5,63% na sexta-feira. Como esses tr\u00eas ativos representavam cerca de um quinto da carteira, as perdas limitaram o desempenho do fundo mesmo com a alta de 12,61% da brasileira Sigma Lithium, cuja participa\u00e7\u00e3o era de apenas 1,18%. A queda do RARA11 veio principalmente da fraqueza das maiores mineradoras de l\u00edtio e terras raras da carteira, e n\u00e3o de uma exposi\u00e7\u00e3o direta ao pre\u00e7o f\u00edsico de um \u00fanico metal.<\/p>\n<h2>CMDB11 (BTG Pactual):<span style=\"color: #ff0000\"> -3,20%<\/span><\/h2>\n<p>O CMDB11 apresentou a maior queda da an\u00e1lise, com recuo de <strong>3,20%<\/strong>. O ETF acompanha empresas brasileiras produtoras de alimentos, carnes, papel e celulose, minera\u00e7\u00e3o, metalurgia, a\u00e7\u00facar, etanol, petr\u00f3leo e produtos agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>Entre as principais posi\u00e7\u00f5es estavam Vale, PRIO, as duas classes de Petrobras, Gerdau, Suzano, Klabin, MBRF, CSN Minera\u00e7\u00e3o e Metal\u00fargica Gerdau.<\/p>\n<p>A carteira apresentava forte concentra\u00e7\u00e3o em materiais b\u00e1sicos e energia. Materiais b\u00e1sicos representavam aproximadamente 51% do portf\u00f3lio, enquanto energia respondia por cerca de 37%. Juntos, os dois blocos concentravam aproximadamente 88,5% do fundo.<\/p>\n<p>A semana foi desfavor\u00e1vel para minera\u00e7\u00e3o, siderurgia e parte do setor de petr\u00f3leo no Brasil. A press\u00e3o ocorreu justamente nos segmentos dominantes do portf\u00f3lio, levando o CMDB11 a um resultado inferior ao dos ETFs que acompanhavam diretamente commodities f\u00edsicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<hr \/>\n<div><em><strong><span style=\"font-size: 10pt\">Dados exclusivos do DEX PRO. Este conte\u00fado tem car\u00e1ter exclusivamente informativo e n\u00e3o constitui recomenda\u00e7\u00e3o de investimento, compra ou venda de ativos.<\/span><\/strong><\/em><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O BBOI11 liderou os ETFs de commodities, com alta de 3,47%, seguido pelos fundos de prata PRAF11 e SLVR11. Ouro, d\u00f3lar e milho tamb\u00e9m avan\u00e7aram. Na outra ponta, infraestrutura de energia, metais estrat\u00e9gicos e a\u00e7\u00f5es brasileiras de commodities terminaram no campo negativo, com o CMDB11 registrando a maior queda da semana.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":1851,"template":"","categories":[74],"tag_noticias":[73],"class_list":["post-1847","noticias","type-noticias","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil","tag_noticias-analise"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Boi gordo e prata lideram ETFs de commodities na semana - DEX | Portal de ETFs<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/noticias\/boi-gordo-prata-lideram-etfs-commodities-semana-19-setembro-2026\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Boi gordo e prata lideram ETFs de commodities na semana - DEX | Portal de ETFs\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O BBOI11 liderou os ETFs de commodities, com alta de 3,47%, seguido pelos fundos de prata PRAF11 e SLVR11. 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