{"id":2462,"date":"2026-10-08T08:57:36","date_gmt":"2026-10-08T11:57:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/?post_type=noticias&#038;p=2462"},"modified":"2026-10-08T08:57:36","modified_gmt":"2026-10-08T11:57:36","slug":"qlbr11-etfs-fatores-bancos-carteiras-7-outubro-2026","status":"publish","type":"noticias","link":"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/en\/noticias\/qlbr11-etfs-fatores-bancos-carteiras-7-outubro-2026\/","title":{"rendered":"QLBR11 lidera ETFs de fatores; bancos pressionam dividendos, qualidade e valor"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_2464\" style=\"width: 622px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2464\" class=\"wp-image-2464 size-full\" src=\"http:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/10\/istockphoto-1195682374-612x612-1.jpg\" alt=\"\" width=\"612\" height=\"408\" srcset=\"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/10\/istockphoto-1195682374-612x612-1.jpg 612w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/10\/istockphoto-1195682374-612x612-1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px\" \/><p id=\"caption-attachment-2464\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9ditos: iStock<\/p><\/div>\n<p>Os ETFs de fatores terminaram a quarta-feira, 7 de outubro, com uma divis\u00e3o clara: QLBR11, HIGH11 e NSDV11 subiram, enquanto BMMT11, LVOL11, DIVO11, AUVP11 e BVBR11 recuaram. O QLBR11 liderou com 1,02%, e o BVBR11 registrou a maior queda, de 1,00%.<\/p>\n<p>O preg\u00e3o combinou ajuste ap\u00f3s a forte valoriza\u00e7\u00e3o dos ativos brasileiros no in\u00edcio da semana com um ambiente externo mais restritivo. A ata do Federal Reserve manteve no radar a possibilidade de novos aumentos de juros diante da infla\u00e7\u00e3o persistente. Na bolsa brasileira, bancos e Vale recuaram, enquanto parte do varejo, da constru\u00e7\u00e3o e das empresas de energia avan\u00e7ou.<\/p>\n<p>Essa distribui\u00e7\u00e3o foi decisiva. Estrat\u00e9gias com pesos relevantes em Ita\u00fasa e Bradesco sentiram as quedas de 3,26% e 3,68% de ITSA4 e BBDC4. Em contrapartida, o avan\u00e7o de 5,09% de Magazine Luiza, 3,90% de Cogna e 2,38% de Taesa ofereceu sustenta\u00e7\u00e3o a outras carteiras.<\/p>\n<h2>QLBR11 (Investo e Rio Bravo): +1,02%<\/h2>\n<p>O QLBR11 combina crit\u00e9rios de qualidade com uma carteira cuja distribui\u00e7\u00e3o difere da concentra\u00e7\u00e3o do Ibovespa. Na composi\u00e7\u00e3o recente, Petrobras PN tinha 5,63%, Ita\u00fasa 5,48%, BB Seguridade 5,12%, Suzano 4,84% e Taesa 3,85%. Petrobras PN, Suzano, BB Seguridade e Taesa subiram no preg\u00e3o, oferecendo sustenta\u00e7\u00e3o a posi\u00e7\u00f5es importantes do fundo.<\/p>\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o da Suzano, de 1,10%, e o avan\u00e7o da Taesa, de 2,38%, somaram-se \u00e0 alta da Petrobras PN. Houve press\u00f5es em Ita\u00fasa e Cyrela. O fundo acumula 11,07% na semana e 20,09% no ano.<\/p>\n<h2>HIGH11 (Nu Asset): +0,35%<\/h2>\n<p>O HIGH11 seleciona a\u00e7\u00f5es de maior sensibilidade \u00e0s oscila\u00e7\u00f5es do mercado, pelo fator high beta. Na carteira de setembro, consumo discricion\u00e1rio representava 48%, e Magazine Luiza tinha 8,1%, Vamos 6,8%, Assa\u00ed 5,3%, C&amp;A 5,1% e Yduqs 4,8%. O avan\u00e7o do Magazine Luiza teve relev\u00e2ncia pela combina\u00e7\u00e3o entre uma alta expressiva e o maior peso entre essas posi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A sustenta\u00e7\u00e3o veio tamb\u00e9m de educa\u00e7\u00e3o: Cogna e Yduqs avan\u00e7aram, enquanto Assa\u00ed caiu 4,43% e Hapvida perdeu 4,59%. Portanto, o ganho de 0,35% resultou de movimentos opostos dentro de uma carteira c\u00edclica, com varejo e educa\u00e7\u00e3o compensando press\u00f5es em outras empresas dom\u00e9sticas. O ETF mant\u00e9m 15,51% na semana e 24,52% em um m\u00eas, mas o preg\u00e3o mostrou uma recupera\u00e7\u00e3o menos uniforme entre seus componentes.<\/p>\n<h2>NSDV11 (Nu Asset): +0,17%<\/h2>\n<p>O NSDV11 acompanha uma sele\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es com hist\u00f3rico de dividendos e reinveste os proventos. Sua composi\u00e7\u00e3o de setembro trazia 35% em utilities e 29% no setor financeiro. Taesa tinha 6,4%, CPFL 5,9%, Copel 5,7%, Copasa 5,6% e BB Seguridade 5,4%. O desempenho positivo dessas empresas ofereceu uma base importante para a resist\u00eancia do fundo.<\/p>\n<p>O ganho foi limitado pela queda dos bancos e de algumas el\u00e9tricas. Banco do Brasil, com 6,5% da carteira de refer\u00eancia, caiu 1,87%, e Bradesco, com 6,3%, tamb\u00e9m recuou.<\/p>\n<p>No ano, o retorno \u00e9 de 15,68%.<\/p>\n<h2>BMMT11 (Bradesco Asset): -0,21%<\/h2>\n<p>O BMMT11 acompanha uma sele\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es com fator momentum e pondera\u00e7\u00e3o igualit\u00e1ria nas datas de rebalanceamento. Na carteira de setembro, Fleury tinha 3,79%, B3 3,54%, Ita\u00fasa 3,51%, Petrobras PN 3,50%, Bradesco PN 3,47% e Embraer 3,44%. A dispers\u00e3o dos pesos reduz a domin\u00e2ncia de um \u00fanico grande emissor, mas preserva a sensibilidade ao desempenho do grupo selecionado.<\/p>\n<p>Embraer caiu 5,11%, e as perdas de Bradesco, Ita\u00fasa e B3 pressionaram a estrat\u00e9gia. No sentido oposto, Fleury avan\u00e7ou 1,62%, Brava 3,32% e PRIO 0,90%. As posi\u00e7\u00f5es em sa\u00fade e petr\u00f3leo amorteceram o ajuste das financeiras e da fabricante de aeronaves. O saldo negativo foi moderado, e o fundo mant\u00e9m 4,11% na semana e 17,28% no ano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-1975\" src=\"http:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/1-819x1024.png\" alt=\"\" width=\"819\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/1-819x1024.png 819w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/1-240x300.png 240w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/1-768x960.png 768w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/1-1229x1536.png 1229w, https:\/\/www.dexetfs.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/1610\/2026\/09\/1.png 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px\" \/><\/p>\n<blockquote><p>Quer aprofundar a leitura de \u00edndices, fatores e constru\u00e7\u00e3o de carteiras? 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O LVOL11 acumula 20,19% no ano.<\/p>\n<h2>DIVO11 (Ita\u00fa Asset): -0,52%<\/h2>\n<p>O DIVO11 acompanha o IDIV. Na carteira de setembro, Ita\u00fasa tinha 6,10%, Ita\u00fa PN 5,01%, Bradesco ON 4,90%, Bradesco PN 4,86% e Banco do Brasil 4,43%. Esses cinco pap\u00e9is somavam 25,30% do patrim\u00f4nio de refer\u00eancia, antes de incluir outras posi\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n<p>A queda simult\u00e2nea desse grupo explica uma press\u00e3o relevante sobre o ETF. As altas de Petrobras, que tinha 10,61% nas duas classes de a\u00e7\u00f5es, BB Seguridade e Copel ofereceram compensa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O DIVO11 mant\u00e9m 24,17% de valoriza\u00e7\u00e3o no ano.<\/p>\n<h2>AUVP11 (BTG Asset): -0,84%<\/h2>\n<p>O AUVP11 seleciona empresas por fundamentos. Na carteira recente do \u00edndice, Ita\u00fa PN tinha 16,41%, Petrobras PN 14,62%, Petrobras ON 12,64%, Bradesco PN 6,93%, B3 6,48% e Ita\u00fasa 5,92%. A presen\u00e7a de grandes institui\u00e7\u00f5es financeiras e da infraestrutura de negocia\u00e7\u00e3o torna essas posi\u00e7\u00f5es importantes para a leitura do fundo.<\/p>\n<p>Ita\u00fa PN caiu 2,66%, Bradesco PN 3,68%, B3 1,54% e Ita\u00fasa 3,26%. O avan\u00e7o da Petrobras nas duas classes de a\u00e7\u00f5es ajudou a amortecer o movimento, mas a press\u00e3o atingiu v\u00e1rios dos principais componentes financeiros ao mesmo tempo.<\/p>\n<p>O ETF acumula 30,73% no ano.<\/p>\n<h2>BVBR11 (Investo): -1,00%<\/h2>\n<p style=\"text-align: left\">O BVBR11 combina qualidade, valor e menor volatilidade. Na composi\u00e7\u00e3o recente, Vale representava 15,30%, Petrobras PN 14,60%, Ita\u00fa 11,48%, Bradesco 5,26% e Ita\u00fasa 4,86%. Finan\u00e7as somavam 31,76%, materiais 19,21% e energia 19,14%. A combina\u00e7\u00e3o de Vale com grandes bancos concentrou press\u00f5es relevantes no preg\u00e3o.<\/p>\n<p>A queda de 2,30% da Vale somou-se \u00e0s perdas do setor financeiro. Petrobras PN e ON avan\u00e7aram e aliviaram parte da press\u00e3o, mas esse suporte n\u00e3o impediu o recuo do conjunto. O BVBR11 acumula 22,80% no ano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 10pt\"><em><strong>Este conte\u00fado tem car\u00e1ter informativo e n\u00e3o constitui recomenda\u00e7\u00e3o de investimento. Rentabilidade passada n\u00e3o garante resultados futuros.<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>QLBR11 liderou as altas, enquanto a queda dos bancos pressionou estrat\u00e9gias de fundamentos e dividendos.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":2463,"template":"","categories":[74],"tag_noticias":[73,38],"class_list":["post-2462","noticias","type-noticias","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil","tag_noticias-analise","tag_noticias-investo"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>ETFs de fatores: QLBR11 lidera e bancos pesam em 7\/10<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"QLBR11 sobe 1,02%, enquanto BVBR11 e AUVP11 recuam. 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