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Tencent cai 4,04% e pressiona XINA11; carteira também sofre com Alibaba e Meituan

Créditos: iStock

O XINA11 recuou 2,11% ontem, 21 de outubro, em uma sessão de perdas nas grandes plataformas chinesas. Em Hong Kong, Tencent caiu 4,04%, Alibaba perdeu 1,14% e Meituan recuou 1,84%.

O XINA11 acessa o mercado chinês através do iShares MSCI China ETF, o MCHI. Na carteira deste último, Tencent tinha 13,59% e Alibaba 9,50%, somando 23,09%. Meituan acrescentava 2,06%, e Xiaomi, 2,49%. A queda conjunta desses nomes atingiu uma parcela significativa da estratégia, apesar da diversificação em centenas de ações.

O ambiente chinês também foi pressionado pela reação ao resultado da CATL, fabricante de baterias. Suas ações em Shenzhen caíram 12,03%. A empresa apresentou lucro maior que um ano antes, mas a expansão ficou abaixo do crescimento da receita, reforçando a atenção às margens e à competição no setor.

XINA11 (XP Asset): -2,11%

O principal ponto de pressão identificado foi Tencent. A ação passou de HK$ 410,40 para HK$ 393,80, perdendo 4,04%.

Alibaba também caiu, de HK$ 104,90 para HK$ 103,70, enquanto Meituan passou de HK$ 76,10 para HK$ 74,70. Xiaomi recuou 0,96%.

A concentração nas plataformas explica parte importante do risco

Tencent e Alibaba somavam pouco menos de um quarto do MCHI. Ao adicionar Meituan e Xiaomi, o grupo chegava a 27,64%. Os quatro papéis encerraram no negativo, com maior intensidade em Tencent.

Esses negócios também reúnem canais diferentes de sensibilidade. Alibaba e Meituan estão ligados ao consumo e à competição nos serviços digitais; Tencent combina jogos, publicidade e serviços financeiros e de tecnologia. O resultado conjunto expôs a carteira à pressão sobre empresas voltadas à demanda doméstica, mesmo em uma sessão de recuperação das ações americanas de tecnologia.

 

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CATL: crescimento da receita não impediu a queda das ações

A CATL passou de 259,08 para 227,90 yuans em Shenzhen. No terceiro trimestre, a companhia registrou receita de aproximadamente 165,22 bilhões de yuans, alta de 58,58% na comparação anual, enquanto o lucro atribuível aos acionistas cresceu 14,54%, para 21,25 bilhões de yuans. O lucro também ficou abaixo do trimestre anterior, segundo os números divulgados.

No MCHI, as posições em CATL listadas na China continental e em Hong Kong somavam 0,83% na fotografia recente.

O câmbio ofereceu apoio, mas as ações permaneceram no centro do movimento

O dólar à vista subiu 0,18% frente ao real no Brasil, vetor favorável à conversão da exposição do XINA11. Ainda assim, a direção da sessão foi de perda da cota, diante das quedas das posições relevantes na China.

No acumulado de um mês, o XINA11 registrava -8,70%, e em 2026, -24,21%.

 


Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.

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