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Brazil's first ETF ecosystem is born

Four interconnected pillars building the infrastructure for the growth of ETFs in Brazil.

Brazil's first ETF ecosystem is born

Brazil's first ETF ecosystem is born

Earlier this year, we hosted the DEX ETF SUMMIT at Arena B3, bringing together key players from the Brazilian market and top experts from the U.S. industry.

Brazil's first ETF ecosystem is born

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Commodities sustentam ganhos enquanto bancos lideram perdas entre ETFs brasileiros

O MATB11 liderou o grupo no pregão de 9 de setembro, com alta de 0,64%, impulsionado pela valorização de empresas de mineração, siderurgia e celulose. O CMDB11 avançou 0,50% com o apoio adicional das produtoras de petróleo, enquanto o DOLB11 ganhou 0,43% com a alta do dólar. Na parte negativa, utilities, empresas domésticas e estratégias defensivas recuaram. BNKS11 e FIND11 ocuparam as últimas posições diante da queda generalizada dos bancos.

Ouro e materiais básicos lideram ETFs ligados a índices da B3 no pregão de ontem, 9 de setembro

O GOLX11 liderou os cinco ETFs selecionados no pregão de 9 de setembro, com alta de 0,98%, acompanhando o avanço do ouro com proteção contra a variação cambial. O MATB11 ganhou 0,64% com a valorização de CSN, CSN Mineração e Suzano, enquanto o NCDI11 avançou 0,05% com o carregamento do Tesouro Selic. AGRI11 e PIBB11 encerraram a sessão no campo negativo.

Queda dos juros coloca 3PRE11 na liderança da renda fixa

O 3PRE11 liderou os ETFs de renda fixa no pregão de 8 de setembro, com alta de 0,63%. A queda dos juros futuros favoreceu os títulos prefixados e as carteiras de Tesouro IPCA+ com maior duration. TD3511, PACB11 e IRFM11 vieram na sequência, enquanto os ETFs ligados à Selic ficaram próximos da estabilidade.

Petróleo e bancos colocam AUVP11 na liderança dos ETFs fatoriais

O AUVP11 liderou os ETFs fatoriais de ações brasileiras no pregão de 8 de setembro, com alta de 1,60%. A concentração em Petrobras e instituições financeiras permitiu ao fundo capturar a valorização do petróleo, a queda dos juros futuros e o avanço dos grandes bancos. HIGH11 e DIVO11 vieram na sequência, enquanto todas as estratégias analisadas terminaram no campo positivo.

Brazilian equities outperform global markets as currency hedge protects SPXR11

BOVA11 led the selected ETFs last week with a 5.34% gain, followed by ARGE11 at 3.26%. Lower domestic risk premiums supported Brazilian equities, while energy and financial companies lifted the Argentine ETF before profit-taking late in the week. Within the S&P 500 exposures, the currency hedge determined the performance gap between SPXR11 and SPXI11.

Dividendos e small caps dividem a liderança na semana passada

DIVO11 e SMAL11 lideraram os ETFs analisados na semana encerrada em 4 de setembro, ambos com alta de 6,13%. O avanço do mercado brasileiro alcançou bancos, utilities, consumo, imóveis e empresas de menor capitalização. HASH11 liderou entre os criptoativos, enquanto os títulos públicos indexados ao IPCA também avançaram. Na direção oposta, a valorização do real pressionou os ETFs cambiais, as exposições internacionais e o GOLD11.

Bancos e ações domésticas lideram ETFs de ações brasileiras na semana encerrada em 4 de setembro

FIND11 e BNKS11 lideraram os ETFs de Equity Brasil analisados na semana encerrada em 4 de setembro, com altas de 7,73% e 7,55%. A redução do prêmio de risco doméstico, o ingresso de capital estrangeiro e o recuo de parte da curva de juros favoreceram bancos e empresas ligadas à economia brasileira. Commodities também avançaram, mas perderam força na reta final, enquanto o DOLB11 foi o único produto no campo negativo.

Payroll forte sustenta dólar e amplia dispersão entre ETFs brasileiros no pregão de sexta

MATB11 liderou os ETFs brasileiros no pregão de 4 de setembro, seguido por DOLB11, FIND11, BTER11 e BDOM11. A criação de empregos acima do esperado nos Estados Unidos elevou os rendimentos dos Treasuries, fortaleceu o dólar e pressionou os mercados globais. Na B3, o Ibovespa oscilou com força, mas encerrou próximo da estabilidade, sustentado por empresas de materiais básicos e pela resistência parcial de bancos e exposições domésticas.

Bancos e estratégias defensivas avançam enquanto commodities pressionam ETFs brasileiros

BNKS11 e FIND11 lideraram o recorte de ETFs brasileiros no pregão de 3 de setembro, apoiados pela valorização do setor financeiro. Estratégias de qualidade, defensividade, utilities e exposição doméstica também terminaram no campo positivo. Na direção oposta, MATB11, BXPO11 e CMDB11 foram pressionados pela realização em grandes exportadoras e companhias de commodities.

ETFs de ações high beta e baixa volatilidade avançam juntos em pregão estável na B3

HIGH11 e LVOL11 lideraram os ETFs de fatores no pregão de 3 de setembro, apesar de representarem estratégias opostas. O Ibovespa interrompeu uma sequência de 11 altas e fechou próximo da estabilidade, com realização de lucros em Vale e Petrobras compensada pelo avanço dos bancos e de outras ações. AUVP11 e NSDV11 também subiram, enquanto DIVO11 teve leve queda e QLBR11 registrou a maior perda do grupo.

Table

Indexes

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