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ECOO11 ganha 16,19% em um mês; peso da B3 conecta carbono eficiente à alta dos negócios na bolsa

Créditos: Magnific

O ECOO11 acumulava alta de 16,19% em um mês e de 32,37% em 2026 até 21 de outubro. A carteira de carbono eficiente tinha uma posição especialmente relevante para entender essa exposição: B3 representava 17,89% do patrimônio na divulgação recente, enquanto sua ação avançou 28,96% entre 21 de setembro e 21 de outubro.

O movimento foi acompanhado por ganhos de 13,51% em Itaú PN, 13,71% em Bradesco PN, 40,33% em Localiza e 23,75% em Totvs na mesma janela.

ECOO11 (BlackRock): +16,19% em um mês

O produto acompanha o Índice Carbono Eficiente, o ICO2 B3, cuja metodologia considera eficiência de emissões e práticas de gestão de gases de efeito estufa. O resultado é uma carteira de empresas de diferentes atividades econômicas, selecionada e ponderada por regras próprias. O desempenho das ações que entram nessa cesta continua determinante para o retorno da cota.

Na composição recente, B3, Itaú PN, Banco do Brasil e Bradesco PN somavam 33,49%, enquanto o conjunto classificado como financeiro alcançava aproximadamente 39,85%. O peso dos negócios financeiros é uma característica concreta da exposição: uma melhora na negociação e no funcionamento do mercado de capitais pode repercutir na carteira, ao lado dos resultados das instituições bancárias.

B3: a maior posição tem ligação direta com a atividade de mercado

A B3 apresentou no segundo trimestre receita de R$ 3,08 bilhões, alta de 12,2% em um ano. No mercado à vista, o volume financeiro médio diário atingiu R$ 31,3 bilhões, avanço de 20,1%. A receita de renda variável cresceu 22,5%, enquanto renda fixa e crédito avançaram 17,2%.

Esses números mostram os canais econômicos por trás da posição: mais atividade de negociação e expansão de serviços podem sustentar as receitas da operadora. O lucro líquido societário alcançou R$ 1,70 bilhão, com alta de 28,2%, incluindo efeitos não recorrentes informados pela companhia.

 

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Bancos, locação e software ampliaram o movimento

As ações de Itaú e Bradesco avançaram mais de 13% no mês móvel. Banco do Brasil, com 5,31% da carteira, apresentou uma valorização menor, de 4,83%.

Fora dos bancos, Localiza tinha 3,37% e Totvs, 2,34%. Suas altas de 40,33% e 23,75% acrescentaram outros motores à exposição. A locação de veículos está ligada à demanda por mobilidade, financiamento e preços dos automóveis; o software empresarial combina contratos, serviços e investimento das companhias em tecnologia. O ganho do ETF reuniu esses negócios com a posição maior em infraestrutura de mercado.

Empresa Peso Variação do preço em 1 mês
B3 17,89% +28,96%
Itaú PN 5,95% +13,51%
Vibra 4,77% -7,04%
Bradesco PN 4,34% +13,71%
Localiza 3,37% +40,33%
Totvs 2,34% +23,75%

Vibra ofereceu um contrapeso, com queda de 7,04% e peso de 4,77%.

No último pregão, o ECOO11 caiu 0,25%, enquanto o BOVA11 perdeu 0,74%. No mês móvel, os ganhos eram de 16,19% e 10,63%, respectivamente, evidenciando como seleção e ponderação distintas alteraram o comportamento das exposições brasileiras.

 


Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.

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