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As ações financeiras ajudaram a sustentar a recuperação da bolsa brasileira em 29 de setembro. Entre os ETFs, o FIND11 avançou 1,29% e o BNKS11 ganhou 0,91%, diante de 0,48% do BOVA11.
O FIND11 acompanha um índice que inclui bancos, a própria B3 e seguradoras, enquanto o BNKS11 concentra sua exposição nas instituições bancárias.
A divulgação de dados de emprego deu contexto à negociação do setor. O IBGE informou uma taxa de desocupação de 5,3% no trimestre encerrado em agosto e uma população ocupada de 103,5 milhões, recorde da série. O Ministério do Trabalho registrou 165.827 vagas formais criadas em agosto. Atividade e renda são variáveis relevantes para a demanda por crédito e serviços financeiros; para os bancos, também importam o custo de captação e a qualidade das carteiras de empréstimos.
FIND11 (Itaú Asset): +1,29%
O FIND11 replica o Índice Financeiro da B3. Na carteira de referência divulgada para setembro, Itaú PN tinha 18,09%, B3SA3, 18,03%, Bradesco PN, 15,55%, BTG Pactual, 14,74%, e Banco do Brasil, 13,33%. Juntas, essas cinco posições representavam quase 80% do índice.
BBAS3 subiu 2,56%, ITUB4, 1,41%, B3SA3, 1,36%, BPAC11, 0,96%, e BBDC4, 0,68%. O Banco do Brasil forneceu uma contribuição relevante mesmo com peso inferior ao de Itaú e B3; a alta de B3SA3 acrescentou um motor que não existe em um ETF restrito a bancos. ITUB3, outra posição do índice, avançou 2,44%, enquanto BBSE3, do segmento de seguros, ganhou 0,99%.
O avanço de 1,29% do FIND11, assim, reflete uma carteira financeira mais ampla. Bancos lideraram parte do ganho, e a valorização da operadora da bolsa e de seguradoras ampliou a participação do ETF na recuperação do setor.

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BNKS11 (Investo): +0,91%
O BNKS11 acompanha o Índice Brasil Bancos B3. Na composição apresentada pela gestora em setembro, as maiores posições eram Banco do Brasil, com 20,84%, BTG Pactual, com 20,37%, Itaú PN, com 18,13%, Bradesco PN, com 15,58%, e Santander, com 11,68%. Esses cinco nomes respondiam por 86,60% da carteira informada.
O movimento não foi uniforme entre os bancos. Além dos ganhos de Banco do Brasil, Itaú, BTG e Bradesco PN, SANB11 recuou 0,40% e BRSR6 caiu 0,33%. Essas baixas contrariaram o desempenho dos líderes da carteira. O BNKS11 terminou positivo porque os maiores bancos que avançaram tinham peso expressivo.
A comparação entre os dois ETFs revela a distinção útil do pregão. O investidor exposto ao FIND11 participou também da alta de B3SA3 e de empresas de seguros; no BNKS11, o resultado veio primordialmente da seleção e dos pesos dos bancos. Ambos ganharam com a força de Banco do Brasil e Itaú.
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Este conteúdo tem caráter informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento.