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WRLD11, ACWI11 e VWRA11 somavam R$ 870 milhões em captação líquida em 2026 até 21 de outubro, com destaque para os R$ 520 milhões do WRLD11. Os três veículos reuniam aproximadamente R$ 1,88 bilhão em patrimônio, oferecendo acesso a ações de mercados desenvolvidos e emergentes por índices e estruturas diferentes.
As entradas anuais conviviam com perdas de 3,22%, 3,04% e 3,06% em um mês, respectivamente. A janela recente teve pressão sobre parte das ações internacionais e sobre a conversão cambial. O dado de fluxo não acompanha automaticamente o sinal de curto prazo das cotas: no mês móvel, WRLD11 e VWRA11 receberam recursos, enquanto ACWI11 teve resgates.
As carteiras mostram uma característica comum importante para a leitura de risco. A exposição aos Estados Unidos superava 60% nas referências divulgadas dos três produtos. Nvidia, Apple e Microsoft estavam entre as maiores posições. A diversificação alcança países e setores, mas os negócios americanos e a cadeia de tecnologia permanecem relevantes para o resultado.
| ETF | Gestora | Fluxo em 1 mês | Fluxo em 2026 | Retorno em 1 mês | YTD 2026 |
|---|---|---|---|---|---|
| WRLD11 | Investo | +R$ 99 milhões | +R$ 520 milhões | -3,22% | +2,82% |
| ACWI11 | XP Asset | -R$ 11 milhões | +R$ 202 milhões | -3,04% | +3,11% |
| VWRA11 | Investo | +R$ 28 milhões | +R$ 148 milhões | -3,06% | +4,16% |
WRLD11 (Investo): +R$ 520 milhões no ano
O WRLD11 acessa o Vanguard Total World Stock ETF, o VT, ligado ao FTSE Global All Cap. A referência inclui empresas de grande, média e pequena capitalização. Na composição recente, os Estados Unidos representavam 62,43%, seguidos por Japão, com 6,03%, e Taiwan, com 3,51%. Nvidia tinha 4,52%, Apple 4,08% e Microsoft 3,23%, somando 11,83%.
Esses nomes tiveram movimentos positivos ontem (21/10): Nvidia subiu 2,54%, Apple 1,32% e Microsoft 0,20%. A ação americana da TSMC ganhou 1,60%, indicando também um movimento favorável na cadeia de semicondutores fora dos EUA. O VT avançou 0,50% em dólares, enquanto o WRLD11 ganhou 0,66% na B3.
No ano, o ETF brasileiro recebeu 59,8% do saldo líquido captado pelo grupo de três produtos.
ACWI11 (XP Asset): +R$ 202 milhões no ano
O ETF acompanha ações de grande e média capitalização em países desenvolvidos e emergentes. Na mesma data, a exposição aos EUA era de 64,63% e a tecnologia representava 31,75%, com participação também relevante de finanças, indústria e saúde.
Nvidia, Apple e Microsoft somavam 13,47% da carteira americana, pelos pesos de 4,94%, 4,89% e 3,64%. A valorização dessas ações foi um vetor favorável no último pregão, enquanto outros integrantes, como Alphabet, tiveram sinal negativo. A cota do ACWI nos EUA ganhou 0,50%, e o ACWI11 avançou 0,71%. O saldo de R$ 202 milhões no ano contrastava com R$ 11 milhões de resgates no mês móvel.

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VWRA11 (Investo): +R$ 148 milhões no ano
O VWRA11 investe no Vanguard FTSE All-World UCITS ETF, domiciliado na Irlanda e com ações de grande e média capitalização. Na composição divulgada os Estados Unidos tinham 62,24%, o Japão 6,06% e Taiwan 3,54%. Apple representava 5,52%, Nvidia 5,01% e Microsoft 3,58%. A estrutura e o universo de empresas diferem do VT utilizado pelo WRLD11.
Na bolsa de Londres, a classe em dólares VWRA subiu 0,48% ontem (21), enquanto o VWRA11 ganhou 0,61% no Brasil. No acumulado do ano, a cota brasileira apresentava 4,16%, acompanhada por R$ 148 milhões em entradas líquidas, dos quais R$ 28 milhões na janela de um mês.
Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.