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O mesmo mercado acionário americano produziu resultados muito diferentes para quem negociou ETFs na B3 na segunda-feira, 26 de outubro. O SPXI11 ganhou 9,20% a mercado, enquanto o SPXR11 avançou 1,17%. Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu cerca de 0,70%; no Brasil, o dólar comercial fechou em R$ 5,403, alta de 8,21%, enquanto o Ibovespa recuou 13,88%. O contraste mostra que o principal motor do retorno em reais dos fundos sem proteção cambial foi a moeda, acima do avanço das ações americanas.
A exposição não se resume ao nome do índice. A cesta de grandes companhias dos EUA inclui tecnologia, serviços de comunicação, consumo, saúde e finanças. O desempenho positivo do índice no dia contou com ações de grande peso como Microsoft, que avançou 1,54%, e Nvidia, com ganho de 2,39%; Apple, em sentido oposto, perdeu cerca de 1,10%.
SPXI11 (Itaú Asset): +9,20%
O SPXI11 oferece exposição ao S&P 500 com variação cambial. O investidor em reais experimentou simultaneamente o resultado da cesta americana e a forte valorização do dólar frente ao real. Com o índice americano em alta modesta e o câmbio subindo 8,21%, a conversão para reais ampliou o resultado observado na B3.
Microsoft e Nvidia sustentaram parte do avanço do mercado americano, enquanto a queda de Apple conteve o resultado do grupo de megacaps.

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SPXR11 (Itaú Asset): +1,17%
O SPXR11 busca acompanhar o S&P 500 sem incorporar a variação cambial direta. A carteira econômica continua ligada às grandes empresas americanas: Nvidia e Microsoft se valorizaram; Apple recuou. Sem a parcela que impulsionou o SPXI11, a cota ganhou 1,17%, muito mais próxima da direção da bolsa dos EUA do que da disparada do dólar no Brasil.
A estratégia também tem exposição ao diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos por meio de sua estrutura financeira.
Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.