+A -a
pt en
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -
  • -

Ouro avança enquanto tecnologia e ações chinesas pressionam ETFs internacionais

Os mercados internacionais começaram a semana com cautela. Nos Estados Unidos, o Dow Jones avançou 0,26%, mas o S&P 500 recuou 0,28% e o Nasdaq caiu 0,76%. O setor de tecnologia perdeu 1,59%, pressionado pelo ajuste de posições antes dos resultados da Nvidia e pela preocupação com os investimentos em inteligência artificial.

As tensões entre Estados Unidos e Irã também permaneceram no radar. O governo americano anunciou novas sanções econômicas, enquanto os investidores aguardavam dados de inflação, os resultados da Nvidia e o simpósio de Jackson Hole.

Na Ásia, o movimento negativo atingiu diferentes mercados. O índice de Xangai caiu 0,59%, Shenzhen recuou 2,13%, Hang Seng perdeu 1,89% e o índice de Taiwan cedeu 1,02%.

O câmbio teve influência limitada sobre os retornos. O dólar comercial avançou 0,2%, para R$ 5,15, enquanto a PTAX caiu 0,22%, para R$ 5,1506. A diferença entre as referências cambiais e seus horários de apuração resultou em movimentos próximos da estabilidade nos ETFs de dólar.

O ouro destoou dos ativos de risco. O metal avançou diante das tensões entre Estados Unidos e Irã, do desconforto com a situação fiscal americana e das expectativas relacionadas às recompras de Treasuries pelo Tesouro dos Estados Unidos.

GOLD11 (Ouro – XP Asset): +0,57%

GOLD11 foi o único ETF de ativos internacionais da relação a registrar uma alta mais expressiva. O fundo acompanha o preço do ouro e encerrou o dia com valorização de 0,57%.

Na Comex, o contrato de ouro para dezembro avançou 0,36%, para US$ 4.697,80 por onça-troy, no maior nível desde maio. Durante o pregão, o metal voltou a superar US$ 4,7 mil.

A procura pelo ouro ocorreu em meio às novas sanções contra o Irã, às preocupações com a posição fiscal dos Estados Unidos e às expectativas de novas intervenções do Tesouro americano no mercado de títulos públicos.

DOLB11 (Dólar – BTG Asset): -0,02%

DOLB11 terminou praticamente estável, com queda de 0,02%. O desempenho aparece nas duas bases e foi considerado apenas uma vez nesta análise consolidada.

Enquanto o dólar comercial avançou, a PTAX recuou de R$ 5,1619 para R$ 5,1506. As diferenças entre os índices de referência e os horários de formação das cotações ajudam a contextualizar o comportamento distinto dos ETFs cambiais.

WRLD11 (Ações globais – Investo): -0,25%

WRLD11 oferece exposição diversificada a empresas de mercados desenvolvidos e emergentes. O ETF recuou 0,25%. O retorno aparece de forma idêntica nas duas bases e foi consolidado em uma única seção.

A queda refletiu a fraqueza de diferentes bolsas. S&P 500 e Nasdaq recuaram nos Estados Unidos, enquanto índices da China, de Hong Kong, da Coreia do Sul, de Taiwan e de parte da Europa também terminaram no campo negativo.

A diversificação geográfica limitou a perda diante das quedas mais intensas registradas nos mercados asiáticos e no setor americano de tecnologia.

IVVB11 (S&P 500 com variação cambial – BlackRock): -0,26%

IVVB11 acompanha o S&P 500 com exposição ao dólar e recuou 0,26%.

O índice americano perdeu 0,28%, em uma sessão marcada pela queda das empresas de tecnologia e semicondutores. Micron recuou mais de 5%, enquanto AMD e Broadcom também encerraram em baixa.

A valorização moderada do dólar comercial não foi suficiente para compensar integralmente a queda do mercado acionário americano.

SPXR11 (S&P 500 sem variação cambial): -0,29%

SPXR11 acompanha contratos futuros do S&P 500 com proteção contra a variação cambial. O ETF recuou 0,29%, resultado registrado nas duas bases.

O desempenho ficou próximo da queda de 0,28% do S&P 500. A proteção cambial reduziu a influência da oscilação do dólar sobre o retorno, deixando o fundo mais diretamente exposto ao comportamento do índice americano.

IVWO11 (Países Emergentes – Investo): -0,60%

IVWO11 oferece exposição ampla aos mercados emergentes, incluindo China, Taiwan e Índia. O ETF caiu 0,60%.

As bolsas asiáticas tiveram desempenho predominantemente negativo. O índice de Xangai recuou 0,59%, Shenzhen perdeu 2,13%, Taiwan caiu 1,02% e o Hang Seng cedeu 1,89%.

A presença de diferentes economias emergentes na carteira reduziu a perda em comparação com o PKIN11, concentrado no mercado chinês.

NASD11 (Nasdaq-100 – XP Asset): -1,09%

NASD11 recuou 1,09% e apresentou o segundo pior desempenho da relação. O fundo acompanha o Nasdaq-100 e possui exposição elevada às grandes empresas de tecnologia. O retorno foi repetido nas duas bases e aparece uma única vez no texto.

O Nasdaq Composite caiu 0,76%, enquanto o setor de tecnologia recuou 1,59%. Semicondutores e fabricantes de memória estiveram entre as principais pressões, em um movimento de ajuste antes dos resultados da Nvidia.

A concentração do fundo em empresas de crescimento ampliou o impacto da correção observada no setor.

PKIN11 (Ações Chinesas – Bradesco Asset): -1,20%

PKIN11 registrou a maior queda do grupo. O ETF acompanha o CSI 300, índice formado pelas maiores e mais líquidas empresas negociadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen.

O CSI 300 caiu de 4.618,90 para 4.563,13 pontos, uma redução de aproximadamente 1,21%.

A queda ocorreu em uma sessão negativa para as bolsas chinesas e para as ações asiáticas de tecnologia. O índice de Xangai recuou 0,59%, enquanto Shenzhen perdeu 2,13%.

 


Dados exclusivos do DEX PRO. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não constitui recomendação de investimento, compra ou venda de ativos.

Share on social media