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Os cinco ETFs fecharam em alta. HIGH11 ganhou 0,90%, BMMT11 avançou 0,62%, LVOL11 subiu 0,56%, AUVP11 teve valorização de 0,44% e QLBR11 ganhou 0,31%.
O Ibovespa avançou 0,46%, aos 187.197 pontos. Petrobras e Vale sustentaram o índice, enquanto o desempenho dos bancos foi desigual. Petrobras ON subiu 1,80%, Petrobras PN ganhou 1,32% e Vale avançou 0,56%. Bradesco PN subiu 0,32%, mas Itaú Unibanco, BTG Pactual e Banco do Brasil recuaram.
Papéis cíclicos como Vamos, Hapvida, CSN e Assaí lideraram parte do mercado, enquanto siderúrgicas, utilities e companhias defensivas também terminaram em alta.
HIGH11 (Nu Asset): +0,90%
O HIGH11 liderou ao avançar 0,90%, quase o dobro do Ibovespa. O fundo acompanha o Ibov Smart High Beta B3, índice que seleciona as ações de maior sensibilidade às oscilações do mercado. Consumo cíclico representava 47,3% da carteira.
As maiores posições eram Magazine Luiza, com 6,64%, Vamos, com 6,04%, Assaí, com 5,20%, Yduqs, com 4,99%, e C&A, com 4,89%. Cosan, CSN, Cogna, B3 e Hapvida também figuravam entre as principais exposições.
Vamos subiu 4,65%, Hapvida avançou 4,50%, CSN ganhou 3,64%, Assaí teve alta de 2,10% e Magazine Luiza valorizou 1,47%. Cogna, Cosan e B3 também contribuíram, com ganhos de 1,29%, 1,01% e 0,93%.
As quedas de Smart Fit, Lojas Renner, Localiza, Yduqs e C&A limitaram o retorno. Ainda assim, a intensidade das altas entre as principais posições cíclicas prevaleceu. O HIGH11 acumula ganho de 5,00% na semana e de 10,58% no mês, mas permanece negativo em 5,66% no ano.
BMMT11 (Bradesco Asset): +0,62%
O BMMT11 avançou 0,62%. O ETF replica o Morningstar Brazil Target Momentum Index, que seleciona 30 ações brasileiras com base no desempenho recente e em métricas de lucratividade. As empresas recebem pesos iguais, evitando concentração excessiva nas maiores companhias da bolsa.
A metodologia favoreceu uma participação equilibrada nas ações que já apresentavam tendências mais fortes. No pregão, empresas médias e cíclicas registraram altas expressivas, incluindo Azza, Hapvida, Vamos, CSN, Totvs, Gerdau e Metalúrgica Gerdau.
A ponderação igualitária também reduziu a dependência de Itaú Unibanco, Banco do Brasil e outras grandes empresas que fecharam em queda. Como a composição nominal vigente não estava disponível de forma suficientemente detalhada, não é possível atribuir o retorno a posições específicas com a mesma precisão aplicada aos demais fundos.
O BMMT11 acumula alta de 1,21% na semana, 3,22% no mês e 9,83% no ano. Em 12 meses, o ganho chega a 19,27%.

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LVOL11 (Nu Asset): +0,56%
O LVOL11 subiu 0,56%, ligeiramente acima do Ibovespa. O fundo acompanha o Ibov Smart Low Volatility B3, selecionando ações com menor volatilidade histórica dentro do universo do principal índice brasileiro.
As maiores posições eram BB Seguridade, com 6,51%, Ambev, com 4,84%, Klabin, com 4,75%, Caixa Seguridade, com 4,60%, e Gerdau, com 4,14%. Taesa, ISA Energia, SLC Agrícola, Itaúsa e Itaú Unibanco completavam as dez maiores exposições.
Gerdau avançou 3,34%, Porto Seguro ganhou 1,16%, Klabin subiu 0,72%, Equatorial avançou 0,62% e Copel teve alta de 0,56%. Ambev, BB Seguridade e Caixa Seguridade também terminaram no campo positivo ou próximas da estabilidade.
As quedas de Itaúsa, Itaú Unibanco e Suzano limitaram o resultado. Mesmo assim, a diversificação entre siderurgia, utilities, seguros e consumo não cíclico permitiu ao fundo superar marginalmente o mercado amplo.
O LVOL11 acumula alta de 1,67% na semana, 3,18% no mês, 10,69% no ano e 23,67% em 12 meses.
AUVP11 (BTG Pactual): +0,44%
O AUVP11 avançou 0,44%. O ETF seleciona empresas com histórico de lucratividade, rentabilidade operacional e controle de endividamento. A metodologia exige lucro líquido positivo nos cinco anos anteriores, retorno sobre o patrimônio acima de 10% e limites de alavancagem, além de excluir varejo, proteína animal e transporte aéreo.
A carteira era concentrada em Itaú Unibanco, com 16,33%, Petrobras PN, com 14,93%, Petrobras ON, com 12,91%, Bradesco PN, com 6,88%, e B3, com 6,32%. Itaúsa, BTG Pactual, WEG, Ambev e Sabesp completavam as dez maiores posições.
As duas classes da Petrobras, que juntas representavam 27,84% da carteira, foram o principal suporte. Petrobras ON avançou 1,80% e Petrobras PN ganhou 1,32%. B3, Bradesco, Ambev, Sabesp e WEG também fecharam no campo positivo.
A concentração financeira impediu um ganho maior. Itaú Unibanco caiu 0,25%, Itaúsa perdeu 1,51% e BTG Pactual recuou 0,62%. O equilíbrio entre a valorização da Petrobras e a fraqueza dessas posições levou o ETF a um retorno próximo ao do Ibovespa.
O AUVP11 acumula alta de 2,80% na semana, 6,57% no mês, 16,94% no ano e 28,95% em 12 meses.
QLBR11 (Investo): +0,31%
O QLBR11 ganhou 0,31%. O fundo replica o MarketVector Brazil Multifactor Quality Index, que combina qualidade financeira e valuation. A seleção considera liquidez, eficiência operacional, lucratividade, solidez financeira e preços relativos.
As maiores posições eram Petrobras, com 5,56%, Itaúsa, com 5,46%, Suzano, com 5,46%, BB Seguridade, com 5,39%, e ISA Energia, com 4,67%. Cyrela, Inter, Hypera, Taesa e Alupar também estavam entre as principais exposições.
Petrobras forneceu a principal contribuição positiva, acompanhada pelos ganhos de BB Seguridade, Porto Seguro, Hypera, Cyrela e utilities. A carteira também possuía exposição a ações cíclicas que avançaram, como Assaí, Magazine Luiza, Vamos e CSN.
As quedas de Suzano, Itaúsa, Itaú Unibanco, BTG Pactual e algumas empresas imobiliárias limitaram o retorno. A elevada participação de consumo cíclico, equivalente a 37,03%, aumentou a dispersão interna da carteira.
O QLBR11 acumula alta de 2,26% na semana, 2,36% no mês e 4,51% no ano.
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