+A -a
pt en
  • IBOV
  • 203.869
  • -1,27%
  • S&P 500
  • 5.751,10
  • +0,35%
  • NASDAQ
  • 18.182,40
  • +0,62%
  • OURO
  • 2.658,30
  • +0,15%
  • DÓLAR
  • 5,0370
  • +0,14%
  • PETRÓLEO
  • 74,20
  • +0,85%
  • VIX
  • 15,40
  • -1,15%
  • IBOV
  • 203.869
  • -1,27%
  • S&P 500
  • 5.751,10
  • +0,35%
  • NASDAQ
  • 18.182,40
  • +0,62%
  • OURO
  • 2.658,30
  • +0,15%
  • DÓLAR
  • 5,0370
  • +0,14%
  • PETRÓLEO
  • 74,20
  • +0,85%
  • VIX
  • 15,40
  • -1,15%
  • IBOV
  • 203.869
  • -1,27%
  • S&P 500
  • 5.751,10
  • +0,35%
  • NASDAQ
  • 18.182,40
  • +0,62%
  • OURO
  • 2.658,30
  • +0,15%
  • DÓLAR
  • 5,0370
  • +0,14%
  • PETRÓLEO
  • 74,20
  • +0,85%
  • VIX
  • 15,40
  • -1,15%
  • IBOV
  • 203.869
  • -1,27%
  • S&P 500
  • 5.751,10
  • +0,35%
  • NASDAQ
  • 18.182,40
  • +0,62%
  • OURO
  • 2.658,30
  • +0,15%
  • DÓLAR
  • 5,0370
  • +0,14%
  • PETRÓLEO
  • 74,20
  • +0,85%
  • VIX
  • 15,40
  • -1,15%

Bancos impulsionam BOVA11; ações, juros e câmbio diferenciam ETFs internacionais no fechamento de setembro

bova11-etfs-internacionais-bancos-carteiras-cambio-30-setembro-2026

Créditos: iStock

O fechamento de setembro evidenciou uma diferença importante entre a bolsa brasileira e as carteiras internacionais. Ontem, 30 de setembro, BOVA11 avançou 1,67%, apoiado principalmente pela valorização dos bancos. Nos ETFs ligados aos Estados Unidos e ao mercado global, as altas de várias gigantes de tecnologia não impediram perdas: SPXI11 recuou 1,19% e WRLD11 caiu 1,20%. Entre as exposições a países e regiões, ARGE11 subiu 0,42%, PKIN11 perdeu 0,13% e IVWO11 caiu 1,43%.

O pano de fundo internacional reuniu sinais que puxaram o mercado em direções diferentes. Nos Estados Unidos, o núcleo do índice de preços PCE aumentou 0,2% em agosto, enquanto o consumo real cresceu 0,6%. A estimativa de crescimento anualizado do PIB do segundo trimestre foi revisada de 1,5% para 2,2%.

No Brasil, a valorização de bancos e de outras empresas ligadas à economia doméstica favoreceu o BOVA11. Ao mesmo tempo, o real se fortaleceu: a PTAX de venda passou de R$ 5,2204 para R$ 5,1809, queda de aproximadamente 0,76%. Esse movimento reduziu o valor em reais das exposições internacionais sem proteção cambial.

BOVA11 (BlackRock): +1,67%

O principal impulso veio de empresas com participação relevante na carteira. Itaú Unibanco PN subiu 4,68%, Bradesco PN avançou 4,11% e Banco do Brasil ganhou 4,67%. No fechamento da sessão, esses papéis representavam, respectivamente, 8,90%, 3,55% e 2,47% do BOVA11. A valorização também alcançou Itaúsa PN, com +3,11%, e BTG Pactual units, com +1,99%, ampliando a contribuição do setor financeiro.

A alta dos bancos ocorreu em um ambiente de valorização dos ativos domésticos, com o mercado acompanhando a trajetória dos juros e as perspectivas econômicas brasileiras. Para essas instituições, as expectativas sobre atividade, demanda por crédito e inadimplência influenciam a avaliação dos lucros futuros.

A B3, que tinha 3,44% da carteira, subiu 2,46% e reforçou o movimento. Sabesp avançou 1,37%, enquanto Axia Energia ON ganhou 1,00%, adicionando contribuições positivas entre posições importantes.

As maiores empresas de commodities tiveram participação bem mais discreta no avanço. Vale, com 9,70% do fundo, subiu 0,43%; Petrobras PN, com 8,15%, ganhou apenas 0,04%, e Petrobras ON, com 4,95%, caiu 0,35%. Também houve pressão de WEG, que recuou 1,65%, e Embraer, com −3,14%. O resultado do BOVA11 foi sustentado pela força das ações financeiras e domésticas, que compensou essas perdas e o desempenho contido das grandes exportadoras.

SPXI11 (Itaú Asset): −1,19%

A carteira americana teve apoio de várias de suas maiores empresas. Apple subiu 1,10%, Microsoft avançou 0,77%, Nvidia ganhou 0,51%, Amazon valorizou 1,01% e Alphabet classe A subiu 0,93%. Na composição do Vanguard S&P 500 UCITS ETF, utilizado pelo SPXI11, Nvidia, Apple e Microsoft representavam aproximadamente 8,08%, 7,03% e 5,69%, respectivamente. O avanço desse grupo ofereceu sustentação relevante ao índice.

Esse apoio encontrou perdas dentro e fora da tecnologia. Meta caiu 1,84% e Broadcom recuou 1,10%, enquanto UnitedHealth perdeu 2,10%, Visa caiu 1,79% e Mastercard recuou 2,15%. O S&P 500 terminou a sessão em baixa de aproximadamente 0,25%. A recuperação de grandes empresas de tecnologia, portanto, coexistiu com pressão em outros segmentos, em um mercado que continuava enfrentando juros longos elevados.

O SPXI11 acrescentou a essa exposição acionária o efeito do dólar em reais. O fundo americano utilizado na estratégia teve queda patrimonial próxima de 0,24% em dólares, enquanto a moeda americana também perdeu valor frente ao real. A combinação dos dois movimentos ajuda a explicar por que a queda de 1,19% do ETF brasileiro foi maior que a registrada pelo mercado acionário americano.

SPXR11 (Itaú Asset): −0,46%

O SPXR11 acessa o S&P 500 por uma estrutura baseada em futuros com ajuste cambial. Por isso, responde ao mesmo universo de grandes empresas americanas, mas com uma mecânica diferente da exposição internacional do SPXI11. Na sessão, as altas de Apple, Microsoft, Nvidia, Amazon e Alphabet ajudaram a amortecer a pressão das quedas em Meta, Broadcom, empresas de pagamentos e saúde.

A disputa entre esses grupos ocorreu sob juros americanos elevados. Mesmo com o núcleo do PCE subindo apenas 0,2% no mês, o crescimento do consumo e a revisão para cima do PIB mostraram uma economia resistente. Para as ações, juros altos aumentam a remuneração disponível em títulos e a taxa utilizada para avaliar lucros futuros.

O SPXR11 fechou em −0,46%, queda inferior à do SPXI11. Sua estrutura busca retirar a exposição direta à oscilação cambial e incorpora a mecânica dos contratos futuros e do diferencial de juros. Assim, o real mais forte pressionou a exposição do SPXI11 de forma que não se reproduziu diretamente no SPXR11.

WRLD11 (Investo): −1,20%

O WRLD11 investe no VT, carteira global em que as grandes empresas americanas também ocupam posições de destaque. Nvidia tinha aproximadamente 4,29%, Apple 3,81%, Microsoft 3,14% e Amazon 2,10%. As duas classes de ações da Alphabet somavam cerca de 2,97%. As altas dessas empresas ontem contribuíram positivamente para o fundo global, embora com pesos menores que os encontrados em uma carteira concentrada no S&P 500.

O desempenho dentro desse núcleo foi misto. Broadcom, com aproximadamente 1,43% do VT, caiu 1,10%, e Meta, com cerca de 1,05%, perdeu 1,84%. Fora dos Estados Unidos, a TSMC, posição de aproximadamente 1,52%, subiu 0,20% em Taiwan. A carteira reuniu, portanto, contribuições positivas de grandes companhias de tecnologia, mas também perdas e resultados distintos nos demais mercados. O VT terminou o dia com queda de aproximadamente 0,38% em dólares.

A conversão para reais acrescentou pressão ao resultado do WRLD11. A baixa do fundo global no exterior e a valorização da moeda brasileira atuaram na mesma direção, levando o ETF a fechar em −1,20%. A diversificação entre países reduziu a concentração em uma única bolsa, mas preservou a influência das maiores empresas globais e das moedas nas quais seus ativos são negociados.

 

Quer acompanhar as discussões sobre índices, estratégias e o mercado de ETFs? O INDEX 2026, evento anual da DEX, acontece no dia 12 de novembro, em São Paulo. Garanta a sua vaga.

ARGE11 (Investo): +0,42%

O ARGE11 encontrou apoio em diferentes segmentos da carteira argentina. Ternium subiu 1,59%, Pampa Energía avançou 1,21% e Grupo Financiero Galicia ganhou 0,59% nos recibos negociados nos Estados Unidos. Essas empresas tinham pesos próximos de 14,37%, 11,96% e 14,37%, respectivamente, na composição da estratégia. A valorização alcançou, assim, siderurgia, energia e serviços financeiros.

A maior posição seguiu na direção contrária. A YPF, com aproximadamente 20,72%, recuou 0,36%. O movimento conteve parte da contribuição dos demais componentes. A leitura da carteira mostra que a alta do ARGE11 se apoiou em um conjunto de empresas relevantes, mesmo com a principal posição em queda.

O ETF fechou em +0,42%, apesar da valorização do real. Os ganhos de ações argentinas importantes deram sustentação à exposição internacional, enquanto a queda da YPF e o câmbio atuaram como contrapontos.

IVWO11 (Investo): −1,43%

O IVWO11 investe no VWO, cuja maior posição era a TSMC, com aproximadamente 14,69%. Tencent representava 2,89%, Alibaba 2,18% e MediaTek 1,46%. Essa composição evidencia a importância de Taiwan e China e, principalmente, a influência da indústria de semicondutores na carteira de emergentes.

A TSMC subiu de NT$ 2.475 para NT$ 2.480, alta de 0,20% na bolsa de Taiwan. MediaTek também avançou aproximadamente 0,20%. Em Hong Kong, Tencent caiu 0,32%, enquanto Alibaba ganhou cerca de 0,38%. As principais posições tiveram, portanto, comportamento misto, com altas modestas nos dois fabricantes taiwaneses.

O conjunto mais amplo da carteira terminou negativo: o VWO caiu aproximadamente 0,52% em dólares, de US$ 59,62 para US$ 59,31. O real mais forte acrescentou pressão à exposição internacional e contribuiu para o recuo de 1,43% do IVWO11 na B3. O resultado combinou a perda da cesta de emergentes com o efeito cambial, mesmo com apoio de sua maior posição.

PKIN11 (Bradesco Asset): −0,13%

O PKIN11 acompanha o CSI 300, que reúne grandes empresas das bolsas continentais chinesas. Entre companhias relevantes desse universo, CATL subiu 1,50%, Kweichow Moutai avançou aproximadamente 1,86%, China Merchants Bank ganhou 1,85% e Zijin Mining valorizou 1,12%. Os ganhos distribuíram apoio entre baterias, consumo, bancos e mineração.

A tecnologia apresentou movimentos distintos. Zhongji Innolight caiu 0,56%, contrastando com a alta da CATL. O pano de fundo macro também melhorou: o PMI manufatureiro chinês passou de 49,8 para 50,1, voltando à faixa de expansão, enquanto o indicador de produção chegou a 51,7. Esses números trouxeram uma leitura mais favorável da atividade industrial, mas a reação das ações continuou seletiva entre empresas e setores.

O PKIN11 terminou em −0,13% na B3. As altas em grandes empresas chinesas ofereceram suporte à exposição acionária, enquanto o fortalecimento do real pressionou seu valor local. O comportamento das posições explica por que o fundo ficou próximo da estabilidade e se diferenciou de uma exposição mais ampla aos emergentes, como o IVWO11.

 


Este conteúdo tem caráter informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento.

Share on social media