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O ambiente favoreceu principalmente os bancos. Na quinta-feira, quando o Ibovespa avançou 1,42%, Bradesco subiu 3,9%, Banco do Brasil ganhou 2,8% e Itaú avançou 1,8%. B3, BTG Pactual, seguradoras e outras instituições financeiras também participavam das carteiras que ocuparam a parte superior do ranking.
O resultado não ficou restrito aos índices setoriais. A valorização das instituições financeiras beneficiou o PIBB11 e o BOVA11, enquanto o DIVO11 combinou bancos com seguradoras, empresas de energia e utilities. O MATB11 avançou com uma carteira concentrada em siderurgia, mineração e papel e celulose.
BNKS11 (Investo): +1,92%
O BNKS11 liderou o ranking com alta de +1,92%. O ETF replica o Índice Brasil Bancos B3, uma carteira de retorno total formada por bancos brasileiros com liquidez comprovada e limite de participação por companhia.
Na composição de 8 de setembro, Banco do Brasil representava 20,84%, BTG Pactual, 20,37%, Itaú Unibanco PN, 18,13%, Bradesco PN, 15,58%, Santander, 11,68%, e Bradesco ON, 3,95%. Essas seis posições respondiam por mais de 90% da carteira.
A concentração permitiu que o ETF capturasse diretamente a valorização do setor. Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e BTG Pactual avançaram com força na quinta-feira, sessão em que as ações financeiras conduziram a alta do mercado brasileiro. O BNKS11 encerrou a sexta-feira com ganho adicional de 0,41%, preservando a liderança semanal.
BBOI11 (BB Asset): +1,46%
O BBOI11 ficou em segundo lugar, com retorno de +1,46%. O ETF acompanha o mercado futuro de boi gordo negociado na B3, diferenciando-se dos demais fundos do ranking por oferecer exposição a uma commodity agropecuária, e não a ações.
Os contratos subiram principalmente no começo da semana. Na terça-feira, os vencimentos de setembro de 2026 a março de 2027 avançaram entre 0,70% e 1,07%. Na quarta-feira, as altas variaram de 0,25% a 1,32%, com valorização mais intensa nos contratos de novembro, dezembro e janeiro.
A curva devolveu parte do movimento na quinta-feira, quando os principais vencimentos caíram, mas voltou a fechar majoritariamente no campo positivo na sexta-feira. O contrato para novembro terminou em R$ 384,20 por arroba, dezembro fechou no mesmo valor e janeiro de 2027 encerrou em R$ 385,05.
A valorização acumulada nos vencimentos futuros sustentou o avanço do ETF. O mercado à vista terminou a sexta-feira em R$ 349,50 por arroba no indicador Esalq/B3, abaixo dos preços dos contratos a partir de outubro.
FIND11 (Itaú Asset): +1,26%
O ETF replica o Índice Financeiro da B3, que reúne empresas representativas dos segmentos de bancos, serviços financeiros, previdência e seguros.
Na carteira de agosto, Itaú Unibanco representava 17,70%, B3, 17,69%, Bradesco PN, 15,62%, BTG Pactual, 14,26%, Banco do Brasil, 12,86%, e BB Seguridade, 5,43%. As seis posições concentravam mais de 83% do portfólio.
Na quinta-feira, B3 subiu 2,14%, Itaú avançou 1,83%, Bradesco PN ganhou 3,88%, BTG Pactual teve alta de 2,35% e Banco do Brasil valorizou 2,80%. Caixa Seguridade também subiu 2,73%. A alta simultânea das maiores posições levou o FIND11 a avançar 2,71% na sessão.
A realização de 0,66% na sexta-feira reduziu parte do ganho, mas não anulou o avanço construído anteriormente. O ETF encerrou a semana na terceira posição.
PIBB11 (Itaú Asset): +1,25%
O fundo acompanha o IBrX 50, índice de retorno total formado pelos 50 ativos de maior negociabilidade e representatividade do mercado acionário brasileiro.
A carteira tinha Vale com 13,39%, Itaú Unibanco com 9,05%, Petrobras PN com 7,86%, Petrobras ON com 6,84%, Axia Energia com 4,55%, Sabesp com 4,02%, Bradesco PN com 3,92%, B3 com 3,53% e BTG Pactual com 3,12%. O setor financeiro era a maior exposição, com 24,62%, seguido por energia, materiais básicos e utilities.
Os bancos deram a principal sustentação ao resultado. Itaú, Bradesco, B3, BTG Pactual e Banco do Brasil estavam entre as posições relevantes e participaram da alta do setor financeiro. Utilities e empresas de grande capitalização ampliaram a diversificação, enquanto a exposição a Petrobras e Vale perdeu força no encerramento da semana.
A combinação entre bancos, energia, mineração e utilities levou o PIBB11 a superar o BOVA11 em 0,20 ponto percentual no período.
MATB11 (Itaú Asset): +1,14%
O ETF replica o IMAT, índice da B3 formado pelas empresas mais representativas do setor de materiais básicos, incluindo mineração, siderurgia, indústria química e papel e celulose.
A carteira de agosto tinha Gerdau PN com 21,48%, Suzano com 19,40%, Vale com 18,10%, Klabin com 10,94%, CSN Mineração com 7,01% e Metalúrgica Gerdau com 6,21%. As seis posições representavam mais de 83% do portfólio.
Gerdau, maior posição do fundo, subiu 1,42% na terça-feira, 2,36% na quinta e 0,35% na sexta-feira. O desempenho da siderúrgica compensou a fraqueza de parte das empresas ligadas à mineração e sustentou o retorno positivo do MATB11.
A queda de 0,46% do ETF na sexta-feira reduziu o avanço acumulado, mas não retirou o fundo do grupo das maiores altas semanais.
BOVA11 (BlackRock): +1,05%
O BOVA11 avançou +1,05%, acompanhando de perto a valorização do Ibovespa. O ETF replica o principal índice do mercado acionário brasileiro, com exposição relevante a Itaú Unibanco, Petrobras, Bradesco, Vale, Banco do Brasil, B3 e BTG Pactual.
Os bancos foram o principal vetor positivo. Na quinta-feira, Bradesco ganhou 3,9%, Banco do Brasil subiu 2,8% e Itaú avançou 1,8%. O movimento permitiu que o mercado brasileiro se descolasse das perdas registradas em Nova York.
Na sexta-feira, o BOVA11 recuou 0,73%, acompanhando a realização de lucros e a fraqueza das commodities. A perda do último pregão reduziu o retorno semanal para +1,05%, colocando o ETF na sexta posição.
DIVO11 (Itaú Asset): +0,83%
O DIVO11 completou o ranking com alta de +0,83%. O fundo acompanha o IDIV, índice formado por empresas que se destacam na distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio.
A carteira reunia principalmente bancos, seguradoras, empresas de energia, utilities e companhias de materiais básicos. Itaúsa, Petrobras, BB Seguridade, Bradesco, Copel, Itaú, Vale, Vibra, Banco do Brasil e Cemig estavam entre as posições relevantes.
Itaú e Bradesco sustentaram parte importante do desempenho semanal, enquanto seguradoras, holdings e utilities ampliaram a diversificação. Em sentido contrário, Banco do Brasil caiu na sexta-feira, e Petrobras e Vale perderam força no encerramento.
Essa compensação deixou o DIVO11 abaixo dos ETFs mais concentrados no setor financeiro. Ainda assim, o fundo preservou retorno positivo e encerrou o grupo das sete maiores altas.
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