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As estratégias de dividendos, momentum e fundamentos produziram resultados diferentes na terça-feira, 6 de outubro. O DIVO11, da Itaú Asset, subiu 0,49%; o BMMT11, da Bradesco Asset, avançou 0,18%; e o AUVP11, do BTG Asset, recuou 0,15%. A divergência passou pela participação de bancos privados, Petrobras, empresas de saúde e outros componentes nas carteiras.
O mercado doméstico continuou reprecificando juros após a forte valorização da sessão seguinte ao primeiro turno das eleições. O DI para janeiro de 2029 caiu de 12,591%, no ajuste anterior, para 12,445%; o contrato para janeiro de 2031 recuou de 12,653% para 12,560%. Ao mesmo tempo, o Ibovespa perdeu 0,52%, para 205.835,29 pontos, em uma sessão de realização depois do recorde da segunda-feira.
Esse cenário teve respostas distintas dentro do setor financeiro. Bradesco PN subiu 4,40%, Bradesco ON ganhou 3,25%, Itaú PN avançou 1,96% e Itaúsa teve alta de 1,10%. Banco do Brasil caiu 6,42%, BTG Pactual perdeu 2,81% e B3 recuou 2,66%.
Nas commodities, Petrobras PN caiu 2,78% e Petrobras ON perdeu 1,80%. A queda dos papéis ocorreu com o Brent para dezembro em alta de 0,26%, a US$ 100,58.
DIVO11 (Itaú Asset): +0,49%
O DIVO11 acompanha o IDIV, o índice de dividendos da B3. Na composição de referência para setembro a dezembro, Bradesco ON representava 4,84% e Bradesco PN, 4,77%, somando 9,61%. Itaú PN tinha 4,81%, e Itaúsa, 5,91%. Essas posições capturaram as altas de 3,25%, 4,40%, 1,96% e 1,10%, respectivamente, oferecendo sustentação relevante à carteira.
O índice também estava exposto a vetores negativos. Petrobras PN tinha 5,38% e Petrobras ON, 4,98%, enquanto Banco do Brasil representava 4,39%. As quedas dessas ações pressionaram a cesta. Em outras frentes, Allos, com peso de 2,88%, ganhou 3,72%, e Copasa, com 3,77%, subiu 1,16%.
O DIVO11 acumulava alta de 7,35% na semana, 9,90% no último mês e 24,82% no ano, com o pregão de terça-feira preservando seu movimento positivo apesar da queda do Ibovespa.

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BMMT11 (Bradesco Asset): +0,18%
O BMMT11 acompanha o Morningstar Brazil Target Momentum, que seleciona ações por métricas de desempenho recente. Na carteira de 5 de outubro, Bradesco PN tinha 3,80%, Fleury, 3,75%, e Cury, 2,82%. Os papéis avançaram 4,40%, 4,41% e 2,53% no pregão seguinte.
Entre as posições que pressionaram a estratégia estavam B3, com peso de 4,18%, Petrobras PN, com 3,66%, e PRIO, com 3,32%. As ações recuaram 2,66%, 2,78% e 3,27%, respectivamente. Na carteira, B3 tinha peso superior ao de cada uma das posições positivas citadas, evidenciando o contraponto enfrentado pelo fundo. Copasa, com 3,40%, e Porto Seguro, com 3,11%, ofereceram apoio adicional com altas de 1,16% e 1,79%.
O avanço de 0,18% refletiu uma sessão de sinais mistos nos componentes. A seleção por momentum carrega empresas que exibiram características favoráveis no período de formação da carteira, mas seus setores e riscos continuam diferentes. O BMMT11 acumulava valorização de 4,32% na semana, 6,92% no último mês e 17,52% em 2026.
AUVP11 (BTG Asset): -0,15%
O AUVP11 acompanha o índice Teva Ações Fundamentos. Nos pesos definidos no rebalanceamento de 1º de abril, Petrobras PN representava 14,62% e Petrobras ON, 12,64%, uma participação conjunta de 27,26%. Essa concentração é uma característica importante para interpretar sua sensibilidade à queda da companhia.
A carteira de fundamentos também contava com posições que ofereceram contrapontos positivos. Itaú PN tinha peso de rebalanceamento de 16,41%, Bradesco PN, de 6,93%, e Itaúsa, de 5,92%. As três ações subiram ontem. Sabesp, com 4,72%, ganhou 1,68%, e Rede D’Or, com 3,01%, avançou 2,13%. Em sentido contrário, B3, com 6,48%, e BTG Pactual, com 5,06%, perderam 2,66% e 2,81%, ampliando a pressão junto às ações da Petrobras.
O AUVP11 caiu 0,15% no dia, mas permanecia com alta de 9,77% na semana, 16,52% no último mês e 31,85% no ano.
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