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ETFs de Equity global atraem R$ 1,7 bilhão em 2026 e reforçam demanda por exposição internacional

Os ETFs internacionais mantiveram trajetória positiva ao longo de 2026 e acumularam aproximadamente R$ 1,7 bilhão em captação líquida. O movimento foi liderado por produtos com exposição ao mercado americano, especialmente aqueles atrelados ao S&P 500, que continuam concentrando a preferência dos investidores brasileiros interessados em diversificação geográfica, acesso às maiores empresas globais e participação em temas estruturais como tecnologia e inteligência artificial.

Os dados abaixo foram extraídos do DEX PRO e refletem as informações enviadas pelas gestoras para a FactSet.

SPXR11: R$ 574 milhões

Gerido pela Itaú Asset por meio da plataforma It Now, o SPXR11 acompanha o índice S&P 500 Futures Quanto USD-BRL Currency Adjusted Index. A estratégia oferece exposição às 500 maiores companhias dos Estados Unidos com proteção cambial, reduzindo os impactos das oscilações entre dólar e real. A combinação entre acesso ao mercado americano e menor volatilidade cambial ajudou o ETF a registrar a maior captação do segmento em 2026.

IVVB11: R$ 565 milhões

Administrado pela BlackRock Brasil, o IVVB11 é um dos ETFs internacionais mais tradicionais da B3. O fundo busca replicar o desempenho do S&P 500 por meio de investimentos no ETF americano IVV, também gerido pela BlackRock. A estratégia oferece exposição direta às maiores empresas listadas nos Estados Unidos e segue sendo uma das principais portas de entrada para investidores brasileiros que buscam diversificação internacional.

SPXI11: R$ 227 milhões

Sob gestão da Itaú Asset, o SPXI11 acompanha o índice S&P 500 Total Return, que incorpora o reinvestimento dos dividendos distribuídos pelas empresas componentes do indicador. O ETF oferece acesso às principais companhias americanas em uma estrutura local e de baixo custo, consolidando-se como uma das alternativas mais utilizadas pelos investidores para exposição ao mercado acionário dos Estados Unidos.

ACWI11: R$ 85 milhões

Gerido pela XP Asset dentro da família Trend ETFs, o ACWI11 replica o MSCI ACWI, índice que reúne ações de mercados desenvolvidos e emergentes. A carteira contempla empresas de grande e média capitalização de dezenas de países, cobrindo aproximadamente 85% do mercado acionário global. O fluxo positivo reforça a busca por produtos capazes de entregar diversificação global em uma única posição.

VWRA11: R$ 84 milhões

Lançado pela Investo, o VWRA11 replica no Brasil o Vanguard FTSE All-World UCITS ETF, listado na Bolsa de Londres. O produto oferece exposição a milhares de empresas de mercados desenvolvidos e emergentes por meio do índice FTSE All-World. O crescimento do patrimônio e da base de investidores acompanha a expansão da demanda por estratégias globais de longo prazo com ampla diversificação geográfica.

NASD11: R$ 61 milhões

O NASD11 integra a plataforma Trend ETFs da XP Asset e busca refletir o desempenho do Nasdaq-100. O índice reúne algumas das maiores empresas globais dos setores de tecnologia, comunicação e inovação, oferecendo exposição a companhias que ocupam posição de destaque em temas como inteligência artificial, computação em nuvem e semicondutores.

GPUS11: R$ 50 milhões

Gerido pela Investo, o GPUS11 oferece exposição ao mercado americano de large caps por meio do S&P 500. A estratégia foi desenvolvida para facilitar o acesso dos investidores brasileiros às principais empresas dos Estados Unidos, mantendo a simplicidade operacional característica dos ETFs listados na B3.

QQQI11: R$ 38 milhões

O QQQI11 é administrado pela Buena Vista e foi estruturado para combinar exposição ao Nasdaq-100 com estratégias voltadas à geração de renda. Inspirado no ETF americano NEOS Nasdaq-100 High Income ETF, o produto busca entregar participação no potencial de valorização de grandes empresas de tecnologia ao mesmo tempo em que explora mecanismos de distribuição de rendimentos.

SPYI11: R$ 32 milhões

Também sob gestão da Buena Vista, o SPYI11 oferece exposição ao mercado acionário americano com foco em geração de renda. A estratégia utiliza estruturas com opções para capturar prêmios e aumentar o potencial de distribuição aos investidores, atraindo demanda de quem busca combinar diversificação internacional e renda periódica em um único produto.

GDIV11: Sem dados disponíveis

O GDIV11 é um ETF da Buena Vista voltado para ações globais e estratégias de geração de renda. O produto busca oferecer exposição internacional diversificada associada a mecanismos capazes de potencializar a distribuição de rendimentos. Os dados disponíveis apontam fluxo de R$ 0 milhão. Não foi possível acessar informações detalhadas de movimentação na base da FactSet para o período.

QQQQ11: Sem dados disponíveis

Gerido pela Buena Vista, o QQQQ11 possui foco em empresas de crescimento ligadas ao Nasdaq-100. A estratégia procura capturar movimentos mais intensos do índice, ampliando a exposição aos setores de tecnologia e inovação dos Estados Unidos. Os dados de fluxo aparecem zerados e não foi possível acessar informações detalhadas de movimentação na base da FactSet.

GXUS11: Sem dados disponíveis

O GXUS11 é gerido pela Galapagos Capital e acompanha uma estratégia baseada em ações globais desenvolvidas fora dos Estados Unidos. O ETF tem como referência o universo FTSE Global Equities ex US, permitindo aos investidores acessar mercados como Europa, Japão, Canadá e outras economias desenvolvidas sem concentração no mercado americano. Os dados de fluxo não estavam disponíveis na base da FactSet.

SPYR11: Sem dados disponíveis

Administrado pelo Bradesco Asset Management por meio da plataforma B-INDEX, o SPYR11 oferece exposição ao S&P 500 em uma estrutura listada na B3. O ETF foi desenvolvido para permitir acesso simplificado ao principal índice de ações dos Estados Unidos, reunindo empresas líderes de diversos setores da economia americana. Os dados de fluxo não estavam disponíveis na base da FactSet.

SPBZ11: Sem dados disponíveis

O SPBZ11 é gerido pelo BTG Pactual e acompanha uma estratégia vinculada ao S&P 500 com proteção cambial do tipo quanto. O produto foi estruturado para oferecer acesso às ações americanas reduzindo a influência das oscilações entre dólar e real sobre o retorno do investimento. Não havia informações de fluxo disponíveis na base consultada.

PKIN11: Sem dados disponíveis

Administrado pelo Bradesco Asset Management, o PKIN11 busca replicar o desempenho do índice CSI 300, um dos principais referenciais do mercado acionário chinês. A carteira reúne companhias listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen e oferece acesso a setores relevantes da economia chinesa, incluindo consumo, tecnologia, indústria e serviços financeiros. Os dados de fluxo não estavam disponíveis na base da FactSet para o período analisado.

A distribuição dos fluxos mostra que os investidores brasileiros continuaram priorizando estratégias ligadas ao mercado americano em 2026, especialmente aquelas associadas ao S&P 500. Ao mesmo tempo, ETFs com foco em diversificação global, tecnologia, geração de renda e exposição à China ampliaram a variedade de alternativas disponíveis para quem busca internacionalizar suas carteiras por meio da B3.

 


Dados exclusivos do DEX PRO. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não constitui recomendação de investimento, compra ou venda de ativos.

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