+A -a
pt en
  • IBOV
  • 204.120
  • -1,15%
  • S&P 500
  • 5.751,10
  • +0,35%
  • NASDAQ
  • 18.182,40
  • +0,62%
  • OURO
  • 2.658,30
  • +0,15%
  • DÓLAR
  • 5,0379
  • +0,15%
  • PETRÓLEO
  • 74,20
  • +0,85%
  • VIX
  • 15,40
  • -1,15%
  • IBOV
  • 204.120
  • -1,15%
  • S&P 500
  • 5.751,10
  • +0,35%
  • NASDAQ
  • 18.182,40
  • +0,62%
  • OURO
  • 2.658,30
  • +0,15%
  • DÓLAR
  • 5,0379
  • +0,15%
  • PETRÓLEO
  • 74,20
  • +0,85%
  • VIX
  • 15,40
  • -1,15%
  • IBOV
  • 204.120
  • -1,15%
  • S&P 500
  • 5.751,10
  • +0,35%
  • NASDAQ
  • 18.182,40
  • +0,62%
  • OURO
  • 2.658,30
  • +0,15%
  • DÓLAR
  • 5,0379
  • +0,15%
  • PETRÓLEO
  • 74,20
  • +0,85%
  • VIX
  • 15,40
  • -1,15%
  • IBOV
  • 204.120
  • -1,15%
  • S&P 500
  • 5.751,10
  • +0,35%
  • NASDAQ
  • 18.182,40
  • +0,62%
  • OURO
  • 2.658,30
  • +0,15%
  • DÓLAR
  • 5,0379
  • +0,15%
  • PETRÓLEO
  • 74,20
  • +0,85%
  • VIX
  • 15,40
  • -1,15%

FIND11 sobe 15,18% após primeiro turno; BCIC11 e BDEF11 também avançam forte

find11-bcic11-bdef11-alta-primeiro-turno-eleicoes-2026

Créditos: iStock

Atualização: 5 de outubro de 2026, com cotações disponíveis na apuração até 12h25, horário de Brasília. Variações dos preços negociados em relação ao fechamento de 2 de outubro.

A reação ao primeiro turno das eleições presidenciais mantinha os ETFs de setores brasileiros em forte alta nesta segunda-feira, 5. O FIND11 liderava o grupo, com valorização de 15,18%, apoiado pela disparada de B3 e BTG Pactual e pelos ganhos dos grandes bancos. BCIC11 e BDEF11 também avançavam, com altas de 9,51% e 8,98%, respectivamente, nos últimos negócios registrados.

O resultado eleitoral levou investidores a rever expectativas para o risco fiscal, os juros e a atividade econômica. Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. A maior probabilidade atribuída a uma mudança de governo e a uma agenda de ajuste das contas públicas favorecia tanto empresas ligadas ao crédito e ao mercado de capitais quanto negócios de serviços públicos.

Na abertura, a taxa do DI para janeiro de 2029 chegou a 12,830%, com recuo de 86 pontos-base, por volta de 9h40. A queda dos juros futuros ajudava a sustentar a reprecificação das ações ao longo da manhã.

ETF Preço Retorno no pregão
FIND11 R$ 231,55 +15,18%
BCIC11 R$ 156,91 +9,51%
BDEF11 R$ 190,57 +8,98%

FIND11 (Itaú Asset): B3 e BTG Pactual concentram o impulso

A alta de 15,18% do FIND11 tinha dois destaques claros na carteira: B3 e BTG Pactual. Por volta de 12h25, B3SA3 avançava 25,11% e BPAC11 ganhava 25,54%. Nas posições divulgadas do fundo, os dois papéis representavam 17,08% e 14,30%, respectivamente, somando 31,38%. A presença relevante de ambos dá ao ETF exposição direta a duas das maiores altas do setor financeiro.

O avanço também alcançava o núcleo bancário. Itaú PN subia 10,89%, Bradesco PN avançava 14,25% e Banco do Brasil ganhava 12,90%. As participações divulgadas dessas posições eram de 17,14%, 14,42% e 12,25%. Em contrapartida, BB Seguridade e Santander apresentavam movimentos bem menores, de 1,95% e 0,71%, respectivamente. A valorização era ampla, mas a intensidade variava dentro da carteira.

B3 e BTG reagiam à perspectiva de maior atividade no mercado de capitais, com potencial de expansão de volumes negociados, distribuição de investimentos e operações de financiamento. Nos bancos, a revisão do risco fiscal e dos juros melhorava as expectativas para o ambiente de crédito. A combinação de ganhos nos bancos com altas ainda mais fortes em B3 e BTG ajuda a explicar a liderança do FIND11.

 

Quer acompanhar as discussões sobre índices, estratégias e o mercado de ETFs? O INDEX 2026, evento anual da DEX, acontece no dia 12 de novembro, em São Paulo. Garanta a sua vaga.

BCIC11 (Bradesco Asset): Cyrela e Cosan se destacam, enquanto exportadoras limitam o movimento

O BCIC11 registrava alta de 9,51% em seu último negócio, às 11h13. Entre os componentes da carteira, Cyrela e Cosan continuavam a se destacar perto de 12h25, com ganhos de 23,33% e 21,84%, respectivamente. Nas posições divulgadas, os papéis representavam 2,01% e 1,89%. A carteira combina serviços financeiros, materiais básicos, indústria, consumo, energia e empresas imobiliárias.

A queda dos juros futuros favorecia a revisão das perspectivas de financiamento e demanda na construção. Para Cosan, o movimento de reprecificação alcançava um negócio com endividamento relevante e sensibilidade ao custo de capital. A metodologia de pesos iguais no rebalanceamento distribui a exposição entre as empresas, ampliando a importância do comportamento do conjunto da carteira.

O impulso doméstico convivia com perdas em outras posições. Embraer caía 4,30% e WEG recuava 2,31% perto de 12h25. O fortalecimento do real acrescentava pressão sobre a conversão de receitas externas dessas companhias. Assim, o BCIC11 reunia fortes altas em empresas sensíveis aos juros e movimentos negativos em exportadoras.

BDEF11 (Bradesco Asset): Sabesp e Equatorial puxam a reação dos setores defensivos

O BDEF11 avançava 8,98%, às 12h02. Sua carteira de serviços públicos, saúde e consumo não cíclico também participava da valorização dos ativos brasileiros. Perto de 12h25, Equatorial subia 14,32% e Sabesp ganhava 11,58%, duas posições relevantes do fundo.

O movimento positivo alcançava outros componentes de infraestrutura: Copasa avançava 7,68%, Cemig PN ganhava 6,22% e ISA Energia PN subia 6,03%. A queda dos juros futuros favorecia a avaliação de empresas com investimentos de longo prazo e receitas recorrentes. A força de saneamento e energia mostra que a reação eleitoral se estendia além dos bancos, varejistas e construtoras.

Consumo e saúde contribuíam com movimentos mais moderados: Ambev avançava 4,73% e Fleury ganhava 3,70%. O desenho da carteira oferece, portanto, uma explicação concreta para a alta do BDEF11: forte valorização de serviços públicos, acompanhada por ganhos em empresas de demanda mais estável.

 


Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não constitui recomendação de investimento, compra ou venda de ativos.

Compartilhe nas redes