
A Hashdex será patrocinadora Safira do INDEX 2026, evento anual da DEX que acontece no dia 12 de novembro, em São Paulo. A participação traz ao encontro uma gestora que ajudou a abrir o mercado brasileiro de ETFs para os criptoativos e levou sua atuação a diferentes centros financeiros.
Com mais de R$ 5 bilhões em ativos relacionados ao ambiente cripto, a Hashdex possui presença internacional. Essa escala reúne uma trajetória de desenvolvimento de índices, estruturação de fundos e acesso ao mercado de ativos digitais por veículos negociados em bolsa.
No Brasil, dois de seus produtos ajudam a dimensionar essa presença: HASH11 e BITH11 somam aproximadamente R$ 4 bilhões em patrimônio (data-base de 21 de outubro). O primeiro oferece uma cesta de criptoativos; o segundo, exposição ao Bitcoin. São estratégias diferentes que mostram como a indústria passou a oferecer escolhas dentro de uma classe de ativos que, há poucos anos, ainda não contava com ETFs na B3.
O HASH11 e a abertura de uma nova frente na B3
O HASH11 começou a ser negociado em 26 de abril de 2021, como o primeiro ETF referenciado em um índice de criptoativos da bolsa brasileira. O lançamento levou para o ambiente dos ETFs uma exposição que antes exigia do investidor outros caminhos de acesso e custódia.
O marco foi além da estreia de um ticker. A cesta permitiu reunir diferentes criptoativos em um veículo com metodologia de índice e negociação pela corretora, aproximando esse mercado da infraestrutura já utilizada por investidores e profissionais de alocação. Mais de cinco anos depois, o HASH11 mantém cerca de R$ 2,6 bilhões em patrimônio (data-base de 21/10), enquanto o BITH11 reunia R$ 1,41 bilhão.

Quer acompanhar as discussões sobre índices, estratégias e o mercado de ETFs? O INDEX 2026, evento anual da DEX, acontece no dia 12 de novembro, em São Paulo. Garanta a sua vaga.
Uma trajetória que conecta Brasil e mercados internacionais
A expansão internacional inclui a chegada do NCIQ aos Estados Unidos, em fevereiro de 2025. O produto americano estreou com Bitcoin e Ether, inaugurando naquele mercado a oferta de um ETP de cripto à vista com mais de um ativo.
Essa estrutura continuou a evoluir. Em setembro de 2026, o NCIQ passou a reunir nove criptoativos, depois da inclusão de Hyperliquid. A mudança mostra um dos desafios centrais dessa indústria: transformar a evolução do universo de ativos digitais em regras de elegibilidade, rebalanceamento e exposição que possam ser implementadas por produtos de investimento.
A parceria com a Nasdaq, que também será patrocinadora Safira do INDEX 2026, é parte dessa construção. O trabalho conjunto no desenvolvimento de referências de cripto conecta a seleção dos ativos à infraestrutura de índices e à oferta de veículos em diferentes mercados.
A contribuição para o debate da indústria
A prateleira brasileira da Hashdex inclui exposição a Bitcoin, Ether, Solana e XRP, além de cestas e estratégias temáticas. Essa evolução amplia o debate para além da direção dos preços: envolve metodologia, concentração, custódia, liquidez, distribuição e a forma como os produtos se encaixam nas decisões de alocação.
Para o INDEX 2026, a presença da Hashdex acrescenta a experiência de uma gestora que participou de marcos internacionais dos ETFs de cripto. O patrocínio reforça a conexão do evento com empresas que ajudam a desenvolver novas referências de investimento e a ampliar as possibilidades do mercado brasileiro de ETFs.
Conteúdo informativo. As referências a produtos não constituem recomendação de investimento.