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Nasdaq será patrocinadora Safira do INDEX 2026

A Nasdaq será patrocinadora do INDEX 2026, evento anual da DEX que acontece em 12 de novembro, em São Paulo. A participação leva ao encontro uma companhia cuja atuação alcança bolsas, infraestrutura tecnológica, dados, gestão de riscos e índices utilizados por uma indústria global de produtos de investimento.

A participação ocorre em um momento de expansão dessa presença: ao final de junho de 2026, os produtos negociados em bolsa ligados aos índices da Nasdaq somavam US$ 1,114 trilhão em ativos. Esse patrimônio havia crescido 49,5% em um ano, acompanhando a ampliação da oferta e a entrada de recursos em estratégias de diferentes gestoras.

No Brasil, essa conexão já faz parte das carteiras dos investidores. O NASD11, da XP Asset, oferece exposição ao Nasdaq-100. O QQQQ11, da Buena Vista Capital, acompanha uma seleção de maior sensibilidade às oscilações desse universo. Na indústria de criptoativos, HASH11 e BITH11, da Hashdex, também utilizam referências da Nasdaq. A diversidade mostra uma presença que alcança diferentes classes e formas de investir.

US$ 369 bilhões a mais em produtos ligados aos índices da Nasdaq

O patrimônio dos ETPs vinculados aos índices da companhia passou de US$ 745 bilhões, em junho de 2025, para US$ 1,114 trilhão, em junho de 2026. O avanço foi de US$ 369 bilhões. A quantidade de produtos licenciados aumentou de 422 para 481, acréscimo de 59 veículos, ou 14%. A categoria ETP reúne produtos negociados em bolsa, incluindo ETFs.

Indicador Junho de 2025 Junho de 2026
Patrimônio dos ETPs ligados aos índices da Nasdaq US$ 745 bilhões US$ 1,114 trilhão
Quantidade de ETPs licenciados 422 481
Captação líquida em 12 meses US$ 88 bilhões US$ 109 bilhões

As entradas líquidas atingiram o recorde de US$ 51 bilhões no segundo trimestre de 2026, depois de aproximadamente US$ 6 bilhões no primeiro. A aceleração mostra a entrada de capital novo nesses produtos, além do efeito da valorização dos ativos sobre o patrimônio. Em 12 meses, a captação cresceu 23,9%.

O alcance também aparece na listagem: a bolsa Nasdaq reunia 1.243 ETPs ao fim de junho, contra 914 um ano antes, alta de 36%. Esse universo inclui produtos de diferentes provedores de índices, ampliando sua presença como infraestrutura de negociação para a indústria.

Uma atuação que conecta negociação, tecnologia e informação

Conhecida pela bolsa americana em que estão listadas grandes empresas globais, a Nasdaq também opera mercados na Europa e fornece tecnologia para instituições e operadores de mercado. Sua estrutura combina três grandes frentes: Market Services, Capital Access Platforms e Financial Technology.

Esse alcance inclui sistemas de negociação e infraestrutura para mercados de capitais, informações e análises para investidores, serviços para companhias abertas e ferramentas de supervisão e conformidade. Soluções como Calypso, AxiomSL e Verafin atendem atividades que vão da gestão de operações e riscos ao reporte regulatório e à detecção de crimes financeiros. No segundo trimestre de 2026, a Nasdaq registrou receita líquida de US$ 1,5 bilhão, dos quais US$ 539 milhões vieram da divisão Financial Technology.

Para o mercado de ETFs, essa combinação importa porque a expansão dos produtos depende de várias etapas funcionando em conjunto: referências de investimento, dados, negociação, liquidez e controles. A Nasdaq participa desse ambiente como operadora de mercados, fornecedora de tecnologia e desenvolvedora de índices utilizados por gestoras em diferentes países.

 

Quer acompanhar as discussões sobre índices, estratégias e o mercado de ETFs? O INDEX 2026, evento anual da DEX, acontece no dia 12 de novembro, em São Paulo. Garanta a sua vaga.

O Nasdaq-100 e a construção de um mercado global de ETFs

O Nasdaq-100 reúne 100 das maiores companhias não financeiras listadas na Nasdaq. Entre os negócios representados estão hardware, software, telecomunicações, comércio e biotecnologia. Sua relevância para a tecnologia é expressiva, mas a composição também alcança outras atividades econômicas.

Considerando as médias de 2025, os ETFs referenciados ao Nasdaq-100 reuniam aproximadamente US$ 587 bilhões em ativos. Invesco QQQ e QQQM representavam, juntos, perto de 70% desse universo. A escala conecta a carteira de empresas a um mercado de fundos utilizado por investidores com diferentes objetivos e horizontes.

Em 2026, a oferta americana foi ampliada pelo iShares Nasdaq 100 ETF, o IQQ, da BlackRock, e pelo State Street SPDR Portfolio Nasdaq 100 ETF, o QNDX. Na Europa, há veículos como o iShares Nasdaq-100 UCITS ETF; na Austrália, o Betashares Nasdaq-100 ETF.

A presença dos índices da Nasdaq na B3

O NASD11 (XP Asset) conecta o investidor brasileiro ao Nasdaq-100 por meio do Invesco QQQ. A estrutura permite negociar na B3 uma carteira internacional que reúne empresas de grande capitalização e negócios associados à transformação tecnológica, ao consumo e à inovação.

O QQQQ11 (Buena Vista Capital) utiliza o Nasdaq-100 High Beta, que seleciona o quartil de ações com maior beta em relação ao Nasdaq-100. Nesse caso, a metodologia altera o recorte: a exposição se concentra em empresas com maior sensibilidade aos movimentos da referência.

Na frente de ativos digitais, o HASH11 (Hashdex) acompanha o Nasdaq CME Crypto Index, uma cesta de criptoativos. O BITH11 (Hashdex) utiliza o Nasdaq Bitcoin Reference Price para a exposição ao Bitcoin.

Nasdaq no INDEX 2026

A participação da Nasdaq como patrocinadora aproxima o INDEX 2026 de uma companhia presente em diferentes etapas do sistema financeiro e na infraestrutura de produtos utilizados por investidores de vários mercados.

Para o encontro da DEX, essa presença reforça a conexão entre a indústria brasileira de ETFs e o desenvolvimento global de índices, tecnologia e soluções de investimento. É nesse ambiente que gestoras, provedores de índices, distribuidores e outros profissionais se encontram para discutir a evolução do mercado.

 


Conteúdo informativo. As referências a produtos não constituem recomendação de investimento.

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