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O SMAL11 ganhou 2,08% no último pregão de setembro, acima dos 1,37% do Ibovespa. Das 105 ações do fundo negociadas nos dois pregões, 82 terminaram em alta ontem, 30 de setembro.
A amplitude do movimento importa porque as duas maiores posições do ETF seguiram no sentido contrário. Copasa (CSMG3) representava 6,24% da carteira e caiu 1,09%; Totvs (TOTS3) tinha peso de 5,04% e perdeu 3,49%. A valorização do SMAL11, portanto, foi construída pelo restante da cesta, com contribuições de varejo alimentar, serviços, imóveis e outros negócios voltados ao mercado brasileiro.
SMAL11 (BlackRock): +2,08%
Assaí (ASAI3), com 4,27% da carteira, subiu 3,70%. Smart Fit (SMFT3) avançou 4,77%, com peso de 2,85%. Magazine Luiza (MGLU3) teve uma variação bem maior, de 12,52%, mas seu peso de 0,85% limitou a contribuição.
O avanço também foi além do varejo. Cosan (CSAN3) valorizou 6,45% e, com participação de 2,64%, Multiplan (MULT3) subiu 3,46%, com peso de 2,99%; Allos (ALOS3) ganhou 2,50%, com 4,13%. Fleury (FLRY3), Taesa (TAEE11) e Lojas Renner (LREN3) também avançaram, reforçando a distribuição dos ganhos entre diferentes atividades.
Na outra ponta, a queda da Totvs retirou aproximadamente 0,18 ponto percentual da cesta, e a da Copasa, cerca de 0,07 ponto percentual. Essas perdas foram mais do que compensadas pelo conjunto de empresas em alta. A sessão ilustra uma característica decisiva das small caps: quando a valorização alcança muitos componentes, o retorno do ETF pode superar a pressão exercida até mesmo por suas maiores posições.

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Este conteúdo tem caráter informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento.