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O BNKS11 recuou 0,26% ontem (21), menos que os 0,56% do FIND11 e os 0,64% do BEST11. A diferença começou na distribuição das posições: Itaú encerrou com ganho, BTG e B3 caíram, e as empresas de energia e saneamento presentes no BEST11 também sofreram pressão. No mesmo pregão, o BOVA11 perdeu 0,74%.
Entre os bancos, Itaú PN ganhou 0,20%, enquanto BTG unit recuou 1,41%, Banco do Brasil caiu 0,41% e Bradesco PN perdeu 0,15%. Na Bolsa, a cautela eleitoral se combinou com a proximidade da temporada de resultados do setor, cujo primeiro balanço entre os grandes bancos do Ibovespa estava previsto para o Bradesco, hoje, 22/10.
Os dados de agosto do Banco Central mostravam inadimplência de 6,6% nas operações com recursos livres, ante 6,4% em julho. Esse ambiente elevava a atenção às provisões, à recuperação de empréstimos em atraso e às diferenças entre carteiras de crédito.
| ETF | Gestora | Ontem | Em 1 mês | Em 2026 |
|---|---|---|---|---|
| BNKS11 | Investo | -0,26% | +12,82% | — |
| FIND11 | Itaú Asset | -0,56% | +16,71% | +34,68% |
| BEST11 | Investo | -0,64% | +11,40% | +20,68% |
| BOVA11 | BlackRock | -0,74% | +10,63% | +28,80% |
BNKS11 (Investo): -0,26%
Na composição recente, o BNKS11 tinha 21,24% em BTG, 20,65% em Banco do Brasil, 18,52% em Itaú PN e 15,66% em Bradesco PN. A perda de 1,41% de BTG, maior posição nessa fotografia, foi a oscilação negativa mais intensa entre esses quatro bancos. Itaú, com alta de 0,20%, ofereceu compensação, enquanto Bradesco permaneceu próximo da estabilidade.
Santander, com 10,38%, teve um evento adicional: os papéis passaram a ser negociados ex-JCP. A unit fechou a R$ 28,13, ante R$ 28,21 no dia anterior, variação de preço de -0,28%, com destaque do direito a R$ 0,4010 bruto por unit, cujo pagamento foi programado a partir de 9/11.
A exposição a BB também levava para o fundo o debate sobre o crédito rural e as provisões. Na abertura da temporada de balanços, analistas acompanhavam a concentração de vencimentos do agronegócio e a regularização dos pagamentos. Itaú chegava ao período com avaliações mais favoráveis de estabilidade da qualidade dos ativos e previsibilidade dos resultados.

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FIND11 (Itaú Asset): -0,56%
No FIND11, B3 e BTG somavam 36,81% da carteira de referência: 20,07% na operadora da Bolsa e 16,74% no banco. As duas ações caíram, com B3SA3 em -0,84% e BPAC11 em -1,41%.
Itaú PN, com 17,76%, atuou a favor ao subir 0,20%. Banco do Brasil, com 12,18%, e Bradesco PN, com 15,00%, tiveram quedas de 0,41% e 0,15%. A diferença de intensidade é relevante: os recuos de BB e Bradesco foram mais moderados, mas se somaram à pressão de BTG e B3. A carteira financeira reuniu, assim, dois grandes integrantes em baixa mais intensa e um contrapeso positivo em Itaú.
BEST11 (Investo): -0,64%
O BEST11 tinha 38,16% em utilities e 35,62% em bancos na composição setorial recente. Entre as maiores posições, Equatorial representava 8,26% e Sabesp 8,09%. As ações caíram 1,92% e 1,57%, respectivamente. Axia, com 7,90%, recuou 1,13%, e Copel, com 5,98%, perdeu 1,64%.
No bloco financeiro do BEST11, BTG tinha 8,55%, Bradesco PN 8,27%, Itaú PN 8,25% e Banco do Brasil 8,18%. A alta de Itaú foi acompanhada por perdas dos outros três.
Fora desse grupo, houve apoio de BB Seguridade, que subiu 0,35%, e Telefônica Brasil, com +1,40%; seus pesos eram 5,14% e 4,54%.
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