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O último pregão de setembro foi favorável às ações brasileiras: o Ibovespa avançou 1,37%, para 186.340,46 pontos, enquanto o dólar PTAX recuou 0,76% frente ao real. Nos Estados Unidos, o índice de preços do consumo pessoal, o PCE, subiu 0,3% em agosto e seu núcleo avançou 0,2%.
Esse foi o pano de fundo de uma sessão em que o desempenho dos bancos brasileiros se destacou dentro da Bolsa.
O BNKS11 subiu 2,87%, mais que o dobro da variação do Ibovespa. A diferença aparece na composição do ETF: Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco, BTG Pactual e Santander representavam, juntos, 86,60% da carteira de referência divulgada em setembro. O resultado dependeu, portanto, muito mais do comportamento dessas instituições do que de uma alta uniforme do mercado acionário.

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BNKS11 (Investo): +2,87%
As ações de Banco do Brasil (BBAS3) avançaram 4,67% e tinham peso de 20,84% na carteira divulgada pela gestora. Itaú (ITUB4) ganhou 4,68%, com participação de 18,13%; Bradesco (BBDC4) subiu 4,11%, com peso de 15,58%. Considerados esses pesos, os três papéis acrescentaram, de forma indicativa, cerca de 0,97, 0,85 e 0,64 ponto percentual, respectivamente, ao movimento da cesta.
O BTG Pactual (BPAC11), segunda maior posição, com 20,37%, valorizou 1,99% e também contribuiu para o avanço. A exceção entre os cinco maiores bancos foi Santander (SANB11): suas units caíram 2,77%.
O movimento distingue a recuperação dos bancos da simples direção do Ibovespa. Petrobras PN terminou perto da estabilidade, com +0,04%, e Vale avançou 0,43%; ambas tiveram participação bem menos intensa no impulso do índice amplo. No BNKS11, a concentração nas instituições financeiras transformou a valorização das maiores posições no principal motor do resultado.
Este conteúdo tem caráter informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento.