
Créditos: Magnific
O Ibovespa subiu 0,54%, aos 186.502,64 pontos. Petrobras ON ganhou 3,63%, Petrobras PN avançou 3,09%, Metalúrgica Gerdau subiu 3,57%, Gerdau valorizou 3,15% e Prio avançou 2,77%. Em sentido contrário, Vale caiu 1,17%, CSN perdeu 2,20% e CSN Mineração recuou 0,96%.
No setor financeiro, Itaú Unibanco PN subiu 0,76% e Itaúsa ganhou 0,78%. Bradesco PN, porém, caiu 0,71%, Bradesco ON perdeu 0,49%, Banco do Brasil recuou 0,36%, BTG Pactual cedeu 0,46% e Santander Brasil caiu 0,99%.
As utilities também tiveram desempenho misto. Copasa avançou 0,67%, Taesa subiu 0,72% e Copel ganhou 0,13%, enquanto Cemig PN caiu 1,07%, Axia Energia recuou 0,24% e CPFL Energia cedeu 0,02%.
CMDB11 (BTG Pactual): +1,40%
O CMDB11 tinha 17,88% em Vale, 14,88% em Prio, 11,42% em Petrobras PN, 10,06% em Petrobras ON, 9,34% em Gerdau e 8,72% em Suzano. Essas seis posições representavam 72,30% da carteira.
As duas classes da Petrobras, que somavam 21,48% do fundo, subiram 3,09% e 3,63%. Prio avançou 2,77%, Gerdau ganhou 3,15%, Metalúrgica Gerdau subiu 3,57% e Suzano valorizou 0,55%. Esses ganhos compensaram a queda de 1,17% da Vale, maior posição individual do ETF.
A combinação de altas em energia, siderurgia e celulose explica o retorno de +1,40%. A pressão ficou concentrada em mineração, enquanto quatro blocos relevantes da carteira contribuíram positivamente.
BOVA11 (BlackRock): +0,73%
O BOVA11 replica uma carteira ampla na qual Petrobras, bancos, Vale, Axia Energia e B3 estão entre as exposições relevantes. Na composição de 15 de setembro, Axia Energia tinha 4,82%, Bradesco PN, 3,59%, B3, 3,33%, BTG Pactual, 2,78%, e Banco do Brasil, 2,42%.
As altas das duas classes da Petrobras foram as contribuições mais fortes entre as grandes posições. Gerdau, Metalúrgica Gerdau, Prio, Vibra e Usiminas também avançaram mais de 2,7%.
As quedas de Vale, Bradesco, Banco do Brasil, BTG Pactual, CSN e Hapvida limitaram o ganho. O saldo entre os componentes levou o ETF a +0,73%.
BXPO11 (Investo): +0,47%
O BXPO11 concentrava 46,22% em materiais, 22,08% em bens de consumo e 17,42% em indústria. Entre as maiores posições estavam Gerdau, com 9,74%, Embraer, com 8,88%, WEG, com 8,54%, Prio, com 8,43%, e Vale, com 7,78%.
Gerdau subiu 3,15%, Prio avançou 2,77%, Metalúrgica Gerdau ganhou 3,57%, Suzano valorizou 0,55% e WEG avançou 0,28%. Embraer caiu 0,31%, Vale perdeu 1,17% e CSN Mineração recuou 0,96%.
As altas de siderurgia, petróleo e celulose compensaram as perdas em mineração e aviação. A distribuição entre 20 companhias limitou tanto a contribuição dos vencedores quanto o impacto das posições negativas.
MATB11 (Itaú Asset): +0,46%
O MATB11 tinha 21,48% em Gerdau, 19,40% em Suzano, 18,10% em Vale, 10,94% em Klabin, 7,01% em CSN Mineração e 6,21% em Metalúrgica Gerdau. As seis posições somavam 83,14% da carteira.
O bloco siderúrgico liderou as contribuições. Gerdau subiu 3,15%, Metalúrgica Gerdau avançou 3,57% e Usiminas ganhou 3,27%. Suzano e Klabin também avançaram 0,55% e 1,04%, respectivamente.
As quedas de Vale, CSN Mineração e CSN limitaram o resultado. A alta de +0,46% refletiu a valorização de siderurgia e celulose parcialmente neutralizada pela fraqueza das mineradoras.
BCIC11 (Bradesco Asset): +0,43%
O BCIC11 acompanha uma carteira equalizada de empresas de materiais, consumo cíclico, finanças, imóveis, indústria, energia e comunicação. Como os pesos são iguais nos rebalanceamentos, nenhum componente domina isoladamente o retorno.
Cyrela subiu 2,25%, MRV avançou 2,52%, Cogna ganhou 2,14%, Yduqs subiu 2,32% e Multiplan avançou 1,21%. Gerdau, Usiminas e Prio também registraram altas superiores a 2,7%.
As quedas de CVC, Azza, Vale, CSN, Bradesco e Banco do Brasil impediram um avanço maior. O resultado de +0,43% veio das contribuições positivas em construção, educação, siderurgia e energia.
DOLB11 (BTG Pactual): +0,26%
O DOLB11 acompanha uma referência baseada em contratos futuros de dólar, não uma carteira de ações.
O dólar à vista encerrou o dia com alta de 0,10%, a R$ 5,1543. Outra apuração registrou avanço de 0,14%, também próximo de R$ 5,15.
O retorno de +0,26% acompanhou a direção da moeda. A diferença em relação ao câmbio à vista é compatível com uma referência baseada em contratos cambiais e respectivos critérios de apuração.
BDOM11 (Investo): +0,22%
O BDOM11 concentra empresas com receitas predominantemente domésticas. Entre as posições relevantes estavam Nubank, Itaú Unibanco, MercadoLibre, Petrobras, Bradesco, Banco do Brasil, BTG Pactual, Vibra e Axia Energia.
A carteira recebeu contribuições positivas de Itaú Unibanco, Itaúsa, Vibra, Sabesp e Cyrela. Em sentido contrário, Bradesco PN, Banco do Brasil, BTG Pactual e Axia Energia recuaram.
O avanço de +0,22% resultou dessa compensação interna. Bancos privados e empresas ligadas a combustíveis e imóveis sustentaram a carteira, enquanto outras instituições financeiras e posições reguladas reduziram o ganho.
BEST11 (Investo): +0,03%
O BEST11 distribui a carteira entre bancos, energia elétrica, saneamento, seguros e telecomunicações. Entre suas principais posições estavam BTG Pactual, Banco do Brasil, Bradesco, Axia Energia, Itaú Unibanco, Equatorial, Sabesp, BB Seguridade e Telefônica Brasil.
Itaú Unibanco subiu 0,76%, BB Seguridade avançou 0,98%, Telefônica Brasil ganhou 0,85%, Sabesp valorizou 0,34% e Equatorial subiu 0,15%. As altas foram neutralizadas pelas quedas de BTG Pactual, Banco do Brasil, Bradesco e Axia Energia.
Os +0,03% resultaram da compensação entre seguradoras, telecomunicações e parte das utilities, de um lado, e bancos, do outro.
FIND11 (Itaú Asset): +0,03%
O FIND11 acompanha o setor financeiro de forma mais ampla que um fundo exclusivamente bancário. Além dos grandes bancos, a carteira inclui seguradoras, holdings financeiras, a operadora da bolsa e outros serviços.
Itaú Unibanco, Itaúsa, B3, BB Seguridade e Caixa Seguridade avançaram. Bradesco, Banco do Brasil, BTG Pactual e Santander Brasil recuaram.
As seguradoras, a B3 e o Itaú Unibanco compensaram a queda de parte dos bancos, mantendo o fundo em +0,03%. Essa diversificação explica o desempenho superior ao do BNKS11.
BDEF11 (Bradesco Asset): -0,01%
O BDEF11 tinha 57,59% em utilities, 17,69% em consumo não cíclico e 16,38% em saúde. Entre as principais posições estavam Axia Energia, Eneva, Copasa, Raia Drogasil, Copel, Rede D’Or, Hypera e CPFL Energia.
Na parcela regulada, Copasa, Copel, Taesa e Equatorial avançaram. Cemig PN, Axia Energia e CPFL Energia recuaram.
Na saúde, Raia Drogasil perdeu 0,46%, Rede D’Or caiu 0,30%, Hypera cedeu 0,64% e Hapvida recuou 1,34%. A fraqueza desse bloco neutralizou as altas de parte das utilities e deixou o ETF em-0,01%.
UTLL11 (Investo): -0,14%
O UTLL11 concentra a carteira em empresas de energia elétrica, saneamento e outros serviços de utilidade pública.
Copasa avançou 0,67%, Taesa subiu 0,72%, Copel ganhou 0,13%, Equatorial valorizou 0,15%, Engie Brasil avançou 0,20% e Eneva subiu 0,15%. Cemig PN, porém, caiu 1,07%, enquanto Axia Energia perdeu 0,24% e CPFL Energia recuou 0,02%
As quedas das posições mais relevantes superaram as altas moderadas das demais empresas, levando o ETF a-0,14%.
BNKS11 (Investo): -0,39%
O BNKS11 tinha 20,84% em Banco do Brasil, 20,37% em BTG Pactual, 18,13% em Itaú Unibanco PN, 15,58% em Bradesco PN e 11,68% em Santander Brasil. As cinco posições representavam 86,60% da carteira.
Quatro dessas cinco ações caíram. Banco do Brasil recuou 0,36%, BTG Pactual perdeu 0,46%, Bradesco PN caiu 0,71% e Santander Brasil cedeu 0,99%. Apenas Itaú Unibanco PN avançou, com alta de 0,76%.
Aproximadamente 68% da carteira estava nas quatro grandes posições que recuaram. A alta do Itaú Unibanco não neutralizou esse bloco, e o fundo encerrou o dia com queda de-0,39%.
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