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A prata liderou o movimento entre os metais preciosos, com alta de 1,24% no mercado internacional. O desempenho ampliou a valorização mensal da commodity para aproximadamente 21%, favorecendo diretamente os ETFs concentrados no metal. O ouro, em contraste, recuou 0,25% em dólares.
Na energia, o Brent avançou 1,82%, para US$ 88,52 por barril, e impulsionou Petrobras e outras produtoras brasileiras. A valorização ocorreu com a retomada do prêmio geopolítico no petróleo, diante dos ataques a navios no Estreito de Ormuz. A alta das siderúrgicas também beneficiou as estratégias de recursos naturais.
Entre os metais estratégicos, os preços de óxidos e ligas de terras raras avançaram moderadamente. A oferta reduzida de produtos a preços mais baixos sustentou o mercado, embora as compras da cadeia industrial tenham permanecido cautelosas.
PRAF11: +2,59%
O PRAF11, da Galapagos Capital, apresentou o maior ganho. O ETF investe no SIVR, fundo lastreado em barras de prata física armazenadas em Londres, e acompanha o preço internacional do metal.
A alta de 1,24% da prata ofereceu o principal suporte. O avanço de 0,21% do dólar frente ao real reforçou o retorno em moeda brasileira.
SLVR11: +2,04%
O SLVR11, da XP Asset, avançou 2,04%. O fundo busca replicar o LBMA Silver Price e oferece exposição ao preço internacional da prata.
O resultado refletiu a valorização do metal e o fortalecimento do dólar. O ETF ficou abaixo do PRAF11, apesar da exposição semelhante, devido às diferenças entre índices, horários de apuração e estruturas de replicação.
RARA11: +1,84%
O RARA11, da Investo, investe em companhias globais ligadas à produção, ao processamento e à reciclagem de terras raras e metais estratégicos.
Os preços dos principais produtos de terras raras avançaram. O óxido e o metal de praseodímio-neodímio ganharam valor, assim como os óxidos de disprósio, praseodímio e térbio. A escassez de ofertas mais baratas sustentou os preços, mesmo com baixo volume de transações e cautela entre os compradores industriais.
Materiais básicos puxam ETFs brasileiros, enquanto bancos e utilities recuam
CMDB11: +1,60%
O CMDB11, do BTG Pactual, reúne empresas brasileiras produtoras de petróleo, mineração, siderurgia, papel e celulose e alimentos. Vale, Petrobras, PRIO, Gerdau, Suzano e Klabin estão entre suas principais posições.
A alta do petróleo foi o principal vetor. Petrobras avançou cerca de 3%, acompanhando o Brent, enquanto Gerdau e Metalúrgica Gerdau subiram 4,76% e 5,13%. Vale também terminou no campo positivo, apesar da fraqueza dos futuros do minério de ferro na China.
GOLD11: +0,57%
O GOLD11 acompanha o preço internacional do ouro e mantém exposição ao dólar.
O ouro recuou 0,25%, mas a moeda americana avançou para R$ 5,16. A valorização cambial compensou a fraqueza do metal e permitiu que o ETF terminasse no campo positivo.
O fundo acumula alta de 13,81% no mês e de 28,62% em 12 meses, embora permaneça próximo da estabilidade no ano.
DOLB11: +0,25%
O DOLB11, do BTG Pactual, acompanha uma referência cambial ligada ao dólar.
A moeda americana subiu 0,21%, para R$ 5,1641, acompanhando seu fortalecimento diante de outras divisas emergentes. Dois leilões cambiais realizados pelo Banco Central ajudaram a conter a oscilação ao longo da sessão.
PIPE11: +0,20%
O PIPE11, da Buena Vista, investe em empresas internacionais de infraestrutura energética e utiliza uma estratégia voltada à geração de renda. A carteira está ligada a negócios de transporte, armazenamento e processamento de petróleo e gás.
O avanço do petróleo favoreceu o setor. A alta da commodity melhorou o ambiente para empresas de infraestrutura energética, embora o retorno do ETF tenha sido moderado pela composição diversificada da carteira e pela estrutura de geração de renda.
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