FTIN39 leva ações indianas à B3 com forte presença de bancos na carteira
Segundo BDR de ETF da Franklin Templeton nesta série, o FTIN39 representa o fundo americano FLIN, que permite exposição ao mercado de ações indiano.
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Segundo BDR de ETF da Franklin Templeton nesta série, o FTIN39 representa o fundo americano FLIN, que permite exposição ao mercado de ações indiano.
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A alta das ações da Petrobras ajudou algumas carteiras, mas não compensou as perdas de bancos, Vale, construtoras e elétricas.
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Em evento dedicado a ETFs e fundos listados, especialistas da Itaú Asset explicaram como liquidez, formadores de mercado, tributação e reinvestimento influenciam a experiência do investidor.
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BOVV11 lidera em tamanho, SPXR11 apresenta o maior retorno entre os fundos e CDIB11 registra captação de R$ 2,026 bilhões.
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O novo BDR da Franklin Templeton representa um ETF de ações americanas. A carteira reúne centenas de empresas, mas tecnologia responde por mais de um terço do patrimônio.
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Os recibos estrearam na B3 ontem, 23/09, e representam fundos ligados a ações dos Estados Unidos, de Taiwan e da Índia, além de Bitcoin e Ethereum.
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PIPE11 liderou os retornos entre os ETFs de commodities analisados no pregão de ontem, 23/09, com alta de 1,52%. CORN11 e DOLB11 avançaram 1,20% cada.
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Os três ETFs da Itaú Asset ligados ao Tesouro IPCA+ receberam cerca de R$ 2,06 bilhões líquidos em 2026.
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O BRIA11 chegou à B3 com uma estratégia que combina empresas globais ligadas à inteligência artificial e ao ecossistema tecnológico chinês.
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GOLX11 e DIVO11 lideraram a captação líquida entre os ETFs avaliados em 2026. O ranking também reuniu estratégias de Tesouro Selic, utilities, materiais básicos e baixa volatilidade. A distribuição dos recursos ocorreu em um ano marcado por juros ainda elevados, oscilações no mercado acionário e procura por diferentes formas de diversificação.
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O MATB11 liderou o Top 6 diário, com alta de 1,20%, apoiado principalmente pela valorização das empresas de materiais básicos e pelo avanço da Suzano. Small caps, agronegócio e grandes ações brasileiras também encerraram no campo positivo. O GOLX11 avançou apesar da queda do ouro internacional, enquanto o HIGH11 refletiu o desempenho misto das ações de maior beta.
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O BOVA11 liderou os oito ETFs analisados, com alta de 0,19%, seguido por PKIN11 e WRLD11. O pregão apresentou variações moderadas, com apenas 0,51 ponto percentual entre o primeiro e o último colocado. A recuperação das grandes empresas brasileiras sustentou o mercado local, enquanto a estabilidade do S&P 500, a leve valorização do real e o desempenho misto dos mercados emergentes limitaram os produtos internacionais.
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A XP suspendeu temporariamente novas aplicações em seis ETFs de crédito privado diante de dúvidas sobre a alíquota de Imposto de Renda aplicável aos produtos. A medida não interrompeu a negociação dos fundos na B3 nem alterou as posições já mantidas pelos clientes. Enquanto o mercado aguarda maior clareza tributária, os ETFs continuam oferecendo acesso diversificado a debêntures, Letras Financeiras e títulos associados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.
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O HIGH11 liderou o Top 10 diário com alta de 2,94%, beneficiado pelo avanço de ações de alto beta ligadas a consumo, saúde e construção. Utilities, bancos e small caps também superaram o BOVA11, enquanto o EWBZ11 capturou melhor a alta disseminada da Bolsa por distribuir pesos iguais entre seus componentes.
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Todos os 14 ETFs de criptoativos analisados encerraram o pregão no campo positivo, com altas entre 2,99% e 8,48%. O XBCI11 liderou com uma estratégia de exposição ampliada ao Bitcoin, seguido pelo WEB311, ligado a plataformas de contratos inteligentes. Os fundos de Bitcoin, finanças descentralizadas e XRP também avançaram mais de 5%.
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Os ETFs de utilities, bancos e empresas voltadas ao mercado doméstico lideraram os retornos no pregão de ontem. A queda do petróleo reduziu as preocupações com a inflação global, enquanto a expectativa de novo corte da Selic favoreceu setores mais sensíveis aos juros. Na outra ponta, a valorização do real e as perdas de Vale, Petrobras e PRIO pressionaram os fundos ligados ao dólar, às exportadoras e às empresas brasileiras de commodities.
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O BBOI11 liderou os ETFs de commodities, com alta de 3,47%, seguido pelos fundos de prata PRAF11 e SLVR11. Ouro, dólar e milho também avançaram. Na outra ponta, infraestrutura de energia, metais estratégicos e ações brasileiras de commodities terminaram no campo negativo, com o CMDB11 registrando a maior queda da semana.
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O PKIN11 liderou os ETFs analisados, com alta de 0,83%, seguido pelo SPXI11 e pelo DOLB11. A recuperação das ações chinesas no último pregão e a valorização do dólar favoreceram os produtos mais bem colocados. Na outra ponta, ações globais, brasileiras e argentinas terminaram no campo negativo, com o ARGE11 registrando a maior queda da semana.
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Todos os ETFs de tecnologia analisados encerraram a semana no campo positivo, com retornos entre 0,64% e 2,56%. O TECX11 ocupou a primeira posição, apoiado pela recuperação do mercado chinês de crescimento e inovação. Nos Estados Unidos, big techs e estratégias diversificadas superaram os semicondutores, que sofreram quedas acentuadas no início da semana antes de recuperar parte das perdas.
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Os ETFs de criptoativos ocuparam as três primeiras posições da análise semanal, com altas entre 5,33% e 6,32%. Ouro, ações chinesas, dólar e títulos públicos de inflação curta também avançaram, enquanto ações brasileiras, small caps e estratégias de dividendos ficaram nas últimas colocações. A dispersão refletiu a recuperação do mercado de ativos digitais, a valorização do dólar e o aumento da cautela nos mercados de ações.
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O LVOL11 apresentou a menor perda entre os oito ETFs fatoriais analisados, com recuo de 0,26% na semana, seguido por AUVP11, BMMT11 e QLBR11. A combinação de utilities, seguradoras e empresas menos voláteis ajudou a preservar o primeiro colocado, enquanto quedas acentuadas em mineração, siderurgia e parte do setor financeiro pressionaram principalmente as estratégias de dividendos.
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