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FTIN39 leva ações indianas à B3 com forte presença de bancos na carteira

Segundo BDR de ETF da Franklin Templeton nesta série, o FTIN39 representa o fundo americano FLIN, que permite exposição ao mercado de ações indiano. Leia mais na aba Mais Notícias, seção Lançamento.

Segundo BDR de ETF da Franklin Templeton nesta série, o FTIN39 representa o fundo americano FLIN, que permite exposição ao mercado de ações indiano.

Vem aí o INDEX 2026 - O maior evento anual de ETFs

No dia 12 de novembro vamos realizar a primeira edição do INDEX. O encontro anual da DEX para reunir os principais players de ETFs do Brasil e dos EUA. Saiba mais clicando em INDEX 2026 no Menu Superior.

Vem aí o INDEX 2026 - O maior evento anual de ETFs

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Petrobras limita perdas, mas ETFs de fatores recuaram ontem, 23 de setembro

A alta das ações da Petrobras ajudou algumas carteiras, mas não compensou as perdas de bancos, Vale, construtoras e elétricas.

13 ETFs do Itaú superam R$ 1 bilhão e somam R$ 37,18 bilhões em patrimônio

BOVV11 lidera em tamanho, SPXR11 apresenta o maior retorno entre os fundos e CDIB11 registra captação de R$ 2,026 bilhões.

TD3511 concentra 76% da captação dos três ETFs de Tesouro IPCA+ da Itaú

Os três ETFs da Itaú Asset ligados ao Tesouro IPCA+ receberam cerca de R$ 2,06 bilhões líquidos em 2026.

Ouro e estratégias defensivas lideram a captação dos ETFs em 2026

GOLX11 e DIVO11 lideraram a captação líquida entre os ETFs avaliados em 2026. O ranking também reuniu estratégias de Tesouro Selic, utilities, materiais básicos e baixa volatilidade. A distribuição dos recursos ocorreu em um ano marcado por juros ainda elevados, oscilações no mercado acionário e procura por diferentes formas de diversificação.

MATB11 lidera ETFs de índices da B3 com apoio de papel e celulose

O MATB11 liderou o Top 6 diário, com alta de 1,20%, apoiado principalmente pela valorização das empresas de materiais básicos e pelo avanço da Suzano. Small caps, agronegócio e grandes ações brasileiras também encerraram no campo positivo. O GOLX11 avançou apesar da queda do ouro internacional, enquanto o HIGH11 refletiu o desempenho misto das ações de maior beta.

BOVA11 lidera ETFs globais em sessão de baixa dispersão

O BOVA11 liderou os oito ETFs analisados, com alta de 0,19%, seguido por PKIN11 e WRLD11. O pregão apresentou variações moderadas, com apenas 0,51 ponto percentual entre o primeiro e o último colocado. A recuperação das grandes empresas brasileiras sustentou o mercado local, enquanto a estabilidade do S&P 500, a leve valorização do real e o desempenho misto dos mercados emergentes limitaram os produtos internacionais.

HIGH11 lidera ETFs em pregão favorável a ações cíclicas e sensíveis aos juros

O HIGH11 liderou o Top 10 diário com alta de 2,94%, beneficiado pelo avanço de ações de alto beta ligadas a consumo, saúde e construção. Utilities, bancos e small caps também superaram o BOVA11, enquanto o EWBZ11 capturou melhor a alta disseminada da Bolsa por distribuir pesos iguais entre seus componentes.

Utilities e bancos lideram ETFs em dia de queda do dólar e do petróleo

Os ETFs de utilities, bancos e empresas voltadas ao mercado doméstico lideraram os retornos no pregão de ontem. A queda do petróleo reduziu as preocupações com a inflação global, enquanto a expectativa de novo corte da Selic favoreceu setores mais sensíveis aos juros. Na outra ponta, a valorização do real e as perdas de Vale, Petrobras e PRIO pressionaram os fundos ligados ao dólar, às exportadoras e às empresas brasileiras de commodities.

Boi gordo e prata lideram ETFs de commodities na semana

O BBOI11 liderou os ETFs de commodities, com alta de 3,47%, seguido pelos fundos de prata PRAF11 e SLVR11. Ouro, dólar e milho também avançaram. Na outra ponta, infraestrutura de energia, metais estratégicos e ações brasileiras de commodities terminaram no campo negativo, com o CMDB11 registrando a maior queda da semana.

Baixa volatilidade lidera ETFs fatoriais em semana de queda da Bolsa

O LVOL11 apresentou a menor perda entre os oito ETFs fatoriais analisados, com recuo de 0,26% na semana, seguido por AUVP11, BMMT11 e QLBR11. A combinação de utilities, seguradoras e empresas menos voláteis ajudou a preservar o primeiro colocado, enquanto quedas acentuadas em mineração, siderurgia e parte do setor financeiro pressionaram principalmente as estratégias de dividendos.

Tabela

Índices

Saiba mais sobre alguns índices e o seu histórico de cotação clicando abaixo.